Tecnologias e Línguas

Campanha de jovem surda pede que youtubers brasileiros utilizem legendas descritivas

“A comunidade surda pode e deve acompanhar a comunidade ouvinte. Nós queremos igualdade como os ouvintes, não desigualdades por conta da nossa deficiência.”

Para a comunidade surda, as legendas descritivas nos vídeos da internet são uma ferramenta de empoderamento e inclusão.

A youtuber Larissa Jorge é surda e usa o seu canal na rede social de vídeos para compartilhar conteúdos sobre a comunidade não ouvinte, mas também sobre temas de seu interesse, como os tutoriais de maquiagem. Porém, muitas das referências que a jovem tem são de youtubers ouvintes.
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Professora conta histórias infantis com linguagem de sinais no YouTube – Brasil

A professora Carolina Hessel, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criou um projeto para contar histórias infantis para crianças com a Libras (Língua Brasileira de Sinais) em um canal no YouTube.

O canal se chama “Mãos Aventureiras”, foi lançado há três meses e conta com mais de mil inscritos. Carolina já contou histórias clássica no canal, como “A Centopeia e Seus Sapatinhos” e “O Sanduíche da Maricota”.

Línguas | Criados dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português

Mais um trabalho pioneiro e feito a partir de Macau. Foram lançados, no dia de ano novo chinês, os dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português. A autoria é de Ana Cristina Alves que contou com a colaboração da também académica Ao Sio Heng. O objectivo foi disponibilizar um instrumento acessível a todos

Os primeiros dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português agora disponibilizados foram feitos a partir de Macau por Ana Cristina Alves. Demoraram cerca de um ano, e da equipa que o produziu consta uma professora chinesa de português e mandarim.

Doutorada em Filosofia da História e da Cultura Chinesa, Ana Cristina Alves disse à agência Lusa que quando lhe foi feito o desafio pensou que “não iria ser capaz”, pois à data leccionava na Universidade de Macau e “não tinha tempo”. Continue lendo

Crianças de escola de robótica criam app para ajudar na comunicação de surdos

Show app 123

Henrique Ferreira, 10 anos, e João Victor Barreto, 11 anos. Foto: Divulgação

Depois de assistir a um vídeo sobre crianças com deficiência auditiva, os alunos Henrique Ferreira, 10 anos, e João Victor Barreto, 11 anos, tiveram a ideia de criar o app “Deaf Translator”

Alunos de seis a 11 anos da turma de “Padawans” da escola de robótica Manaós Tech for Kids criaram um aplicativo que tem por finalidade ajudar as pessoas surdas a se comunicarem melhor. O aplicativo foi batizado como “Deaf Translator” que em português significa “tradutor para surdos”. O download é gratuito e está disponível para Android pela Play Store. Clique aqui para baixar.  Continue lendo

“Diz lá!”, a aplicação que quer pôr os chineses a aprender português

Afirmam os seus criadores que a “Diz lá!” é a primeira aplicação para o ensino da língua portuguesa destinada a utilizadores chineses. Esta inclui um guia de conversação com temas que vão desde restaurantes, viagens, desporto, o estado do tempo, hospitais, correios e um conjugador de verbos.

Catarina Vila Nova

“Nós havíamos de fazer uma coisa para telefones”, atirou um dia, no decorrer de uma reunião com o Instituto Politécnico de Macau (IPM), o secretário para os Assuntos Sociais e Cultura. Vários meses depois, e com o envolvimento de cerca de 15 académicos, nasceu a aplicação “Diz lá!”, desenvolvida pelo Centro Pedagógico e Científico da Língua Portuguesa (CPCLP). Com 15 mil verbos, 400 dos quais conjugados, e um guia de conversação com 20 temas, esta é a primeira aplicação para o ensino do português, destinada a utilizadores chineses, dizem os seus responsáveis. Continue lendo

A língua já não é mais uma barreira para a pesquisa: Revistas de acesso aberto interrompem domínio do inglês em literatura científica

LONDRES e CINGAPURA, 31 de janeiro de 2018 /PRNewswire/ — O Dr. Srinubabu Gedela, CEO da OMICS International mencionou que a publicação científica de acesso aberto está removendo as barreiras da língua. A pesquisa científica publicada em revistas de acesso aberto pode ser traduzida para várias línguas sem leis de direitos autorais. Se o conteúdo científico for traduzido a várias línguas a várias línguas regionais e globais, então o resultado da pesquisa científica atingirá os pobres do mundo. Vale salientar que alguns governos estão dando importância à tradução de conteúdo cientifico a seus idiomas regionais.

O conteúdo científico gratuito é essencial à sociedade, habilitando o crescimento econômico, a herança e a cultura. A literatura livre remove o domínio e erradica o desequilíbrio entre pobres e ricos. “A indústria de publicação de acesso aberto ainda está trabalhando na improvisação para atingir até os cantos mais remotos do globo com informações científicas gratuitas, acessíveis e de boa relação custo-benefício”, acrescentou o Dr. Gedela. Continue lendo

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