Tecnologias e Línguas

O Google Maps está agora disponível em 39 novos idiomas

Tenha em mente que há um total de 6.909 idiomas vivos registrados no catálogo Ethnologue. Muitas das línguas que o Google escolheu para adicionar hoje são faladas por grandes populações. O suaíli, em particular, tem 8% do continente africano falando, enquanto o turco é falado por 9% das pessoas na Europa.

O Google Maps está agora disponível em 39 novos idiomas O Google Maps agora está disponível em 39 novos idiomas, anunciou a empresa hoje em um post no blog . Esses idiomas – incluindo o africâner, o dinamarquês, o filipino, o hebraico, o islandês, o mongol, o sérvio, o eslovaco, o suaili, o turco e o vietnamita, para citar alguns – são falados por cerca de 1,25 bilhão de pessoas. Continue lendo

Tecnologia assistiva: conheça recursos de acessibilidade e inclusão

Iniciativas facilitam a navegação de deficientes no Brasil, tornando a internet um espaço ainda mais adequado para busca de informação.

Em outras palavras, a tecnologia assistiva é o termo usado para definir iniciativas em acessibilidade para deficientes com o intuito de promover inclusão social. E os avanços no mundo digital, claro, englobam o conceito. Continue lendo

Conheça os youtubers surdos que reúnem milhares de seguidores

Youtubers surdos
Um detalhe que faz toda a diferença: legendas em vídeos no YouTube. Sem elas, pessoas com deficiência auditiva não conseguem acompanhar o que está sendo dito. Com elas, os surdos são incluídos e passam a ter acesso aos conteúdos pelos quais se interessam no ambiente digital. Percebendo que muitos dos canais na rede não tinham essa alternativa — e com um talento nato para a coisa — youtubers surdos vêm ganhando a cena. Com a Libras (Língua Brasileira de Sinais) e as legendas, conquistam milhares de seguidores. E além de receberem o carinho dos internautas, informam e motivam.

Um desses é o divertido canal da Kitana Dreams. Quase dez mil pessoas estão inscritas para acompanhar as publicações da “drag queen surda, carioca e escorpiana”. Ela é interpretada por Leonardo Braconnot, youtuber, maquiador e artesão. Em seus vídeos, em que se comunica por Libras, ele dá dicas de maquiagem, faz desafios e discute temas atuais.  Continue lendo

Campanha de jovem surda pede que youtubers brasileiros utilizem legendas descritivas

“A comunidade surda pode e deve acompanhar a comunidade ouvinte. Nós queremos igualdade como os ouvintes, não desigualdades por conta da nossa deficiência.”

Para a comunidade surda, as legendas descritivas nos vídeos da internet são uma ferramenta de empoderamento e inclusão.

A youtuber Larissa Jorge é surda e usa o seu canal na rede social de vídeos para compartilhar conteúdos sobre a comunidade não ouvinte, mas também sobre temas de seu interesse, como os tutoriais de maquiagem. Porém, muitas das referências que a jovem tem são de youtubers ouvintes.
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Professora conta histórias infantis com linguagem de sinais no YouTube – Brasil

A professora Carolina Hessel, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criou um projeto para contar histórias infantis para crianças com a Libras (Língua Brasileira de Sinais) em um canal no YouTube.

O canal se chama “Mãos Aventureiras”, foi lançado há três meses e conta com mais de mil inscritos. Carolina já contou histórias clássica no canal, como “A Centopeia e Seus Sapatinhos” e “O Sanduíche da Maricota”.

Línguas | Criados dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português

Mais um trabalho pioneiro e feito a partir de Macau. Foram lançados, no dia de ano novo chinês, os dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português. A autoria é de Ana Cristina Alves que contou com a colaboração da também académica Ao Sio Heng. O objectivo foi disponibilizar um instrumento acessível a todos

Os primeiros dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português agora disponibilizados foram feitos a partir de Macau por Ana Cristina Alves. Demoraram cerca de um ano, e da equipa que o produziu consta uma professora chinesa de português e mandarim.

Doutorada em Filosofia da História e da Cultura Chinesa, Ana Cristina Alves disse à agência Lusa que quando lhe foi feito o desafio pensou que “não iria ser capaz”, pois à data leccionava na Universidade de Macau e “não tinha tempo”. Continue lendo

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