Talian

La Lengua Talian no 1ºENMP

fibra-rsLa Lengua Talian no 1ºENMP

Oficio n° 016

Ilmos. Sres.
Difusores do Talian
Brasil – Itália.

Serafina Corrêa, 16 de julho de 2015.

Caros Amigos

O IPOL (Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística), uma das mais respeitadas Entidades do setor linguístico do Brasil estará promovendo o 1° ENCONTRO NACIONAL DE MUNICÍPIOS PLURILÍNGUES, em 23,24 e 25 de setembro de 2015, em Florianópolis – SC.

Para informações do evento, favor acessarem http://1enmp2015.blogspot.com.br, ou como segunda opção blog e-ipol.org.

Nós, DIFUSORES DA LÍNGUA TALIAN, estaremos presentes e gostaríamos que fosse um encontro de todos os amigos na defesa e encaminhamento de propostas do Talian em todos os níveis, ou seja, nacional, estadual e municipal. Também, entre outras, será uma oportunidade de elaborarmos o Encontro Nacional que acontecerá em novembro de 2015, na cidade de Bento Gonçalves.

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1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP)

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1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP)

O IPOL,  em parceria com o Observatório de Políticas Linguísticas (GP CNPq/UFSC) e com o Macroprojeto ALMA-H (UFRGS), realizará nos dias 23, 24 e 25 de setembro de 2015, em Florianópolis-SC, no Bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o 1º Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (1ºENMP). Esse Encontro pretende ser um espaço de troca de experiências, discussão e formação para gestores, professores e agentes culturais, entre outros, de Municípios brasileiros que cooficializaram línguas ou que potencialmente desejam ou podem fazê-lo.

Acesse aqui o blog do 1ºENMP.

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Curso de Língua Talian será ministrado em Garibaldi-RS

garibaldi-rsNota de esclarecimento do IPOL: Na reportagem veiculada no site da prefeitura municipal de Garibaldi-RS que apresentamos nesta postagem, o Talian é caracterizado ora como “variedade”, ora como “dialeto” e ora como “língua”. A esse respeito, vale lembrar que, em novembro do ano passado, o Talian, juntamente como o Asurini do Trocará e o Guarani Mbya, foram reconhecidos como Referência Cultural Brasileira pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fazendo parte desde então do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), conforme dispõe o Decreto 7387/2010, que instituiu o INDL “como instrumento de identificação, documentação, reconhecimento e valorização das LÍNGUAS portadoras de referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira”. Em sintonia com o texto do referido Decreto, portanto, acreditamos ser importante chamar a atenção de nossos leitores para o fato de que também nós do IPOL consideramos o Talian como LÍNGUA e não como “variedade” ou “dialeto”.

Curso de Talian será ministrado em Garibaldi

Um curso de Talian ocorrerá nos próximos meses em Garibaldi. A atividade terá início em 26 de março e seguirá até 18 de junho. A iniciativa tem o intuito de preservar os aspectos históricos e culturais ligados ao Talian – variedade suprarregional do italiano com características próprias – reconhecida pelo inventário nacional da diversidade linguística.

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Registro da Língua Talian como Patrimônio Cultural do Brasil é destaque no Jornal Nacional

talianJNRegistro da Língua Talian como Patrimônio Cultural do Brasil é destaque no Jornal Nacional

Reportagem do Jornal Nacional (Rede Globo) de 31 de janeiro destacou o registro da Língua Talian como Patrimônio Cultural do Brasil. O Talian, juntamente com as línguas Guarani Mbya e Asurini do Trocará, são as primeiras línguas reconhecidas como Referência Cultural Brasileira pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (ver notícia aqui) e agora fazem fazer parte do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL). Essas línguas bem como os representantes de suas comunidades foram homenageados durante o Seminário Ibero-Americano de Diversidade Linguística, em Foz do Iguaçu-PR, no dia 18 de novembro do ano passado (ver notícia aqui).

Assista o vídeo com a reportagem aqui ou visualize abaixo.

Abaixo replicamos a notícia publicada no portal G1.

Dialeto derivado do italiano vira patrimônio cultural no Brasil

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A diversidade linguística como patrimônio cultural

Foto: Marcello Casal Jr_ABr

Foto: Marcello Casal Jr_ABr

A diversidade linguística como patrimônio cultural

Ministério da Cultura inicia, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, política de reconhecimento das diferentes línguas e dialetos falados no Brasil através de processos de inventários, apoio a pesquisas, divulgação e promoção

Marcus Vinícius Carvalho Garcia

A diversidade linguística encontra-se ameaçada. Estima-se que entre um terço e metade das línguas ainda faladas no mundo estarão extintas até o ano de 2050. As consequências da extinção das línguas são diversas e irreparáveis, tanto para as comunidades locais de falantes, quanto para a humanidade. Essa percepção se encontra na Declaração Universal dos Direitos Linguísticos, elaborada na cidade de Barcelona, Espanha, em 1996, sob os auspícios da Organização das Nações Unidas Para Educação e Cultura (Unesco) e com a participação de representantes de comunidades linguísticas de diversas regiões do planeta. Segundo este documento, a situação de cada língua é o resultado da confluência e da interação de múltiplos fatores político-jurídicos, ideológicos e históricos, demográficos e territoriais; econômicos e sociais. Salienta que, nesse sentido, existe uma tendência unificadora por parte da maioria dos Estados em reduzir a diversidade e, assim, favorecer atitudes adversas à pluralidade cultural e ao pluralismo linguístico.

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Moradores tentam resgatar dialetos ‘esquecidos’ no sul do país

Moradores tentam resgatar dialetos ‘esquecidos’ no sul do país

Felipe Bächtold

Aula em escola municipal em Serafina Corrêa (RS), onde o talian passará a ser ensinado nos colégios - Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress.

Aula em escola municipal em Serafina Corrêa (RS), onde o talian passará a ser ensinado nos colégios – Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress.

Em uma pequena cidade do Rio Grande do Sul, funcionários da prefeitura são orientados a falar “sorasco” em vez de “churrasco” e “sinele” no lugar de “chinelo”.

Por enquanto, isso ocorre uma vez ao ano: na semana em que se comemora a emancipação da cidade de 16 mil habitantes. Por enquanto.

Ameaçado de extinção, o talian, uma espécie de variação do italiano, só agora começa a ter gramática, dicionário e aulas. E a cidade de Serafina Corrêa, na serra gaúcha, virou um bastião na luta para preservar esse idioma.

Mas não é a única. Outras comunidades pelo Sul do país também se mobilizam para manter vivos dialetos europeus hoje quase restritos a regiões rurais e a idosos.

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Patrimônio, língua talian luta para sobreviver no Brasil

Patrimônio, dialeto talian luta para sobreviver no Brasil

Língua falada por descendentes de italianos é forte no sul do país

Por Tatiana Girardi

Os descendentes dos imigrantes italianos tentam manter o dialeto talian vivo.

Os descendentes dos imigrantes italianos tentam manter o dialeto talian vivo.

Os descendentes dos imigrantes italianos que chegaram ao Brasil nos séculos passados conseguiram um reconhecimento inédito: ver o dialeto talian ser considerado uma “Referência Cultural Brasileira” pelo Ministério da Cultura.

Com origens no norte da Itália, de onde a maioria dos italianos veio para povoar a região sul e sudeste do Brasil, o dialeto também é conhecido como o “vêneto brasileiro”. Porém, o que é falado atualmente no país é uma verdadeira mistura de diversos dialetos italianos das regiões da Lombardia, Trentino Alto-Ádige, Piemonte, Toscana e, claro, do Vêneto.

Apesar do reconhecimento, o medo de perder a tradição é grande. Isso porque muitos jovens, por vergonha ou por receio, não aprendem a língua. Para Aliduino Zanella, presidente da Federação de Entidades Ítalo-Brasileiras do Meio-Oeste e Planalto Catarinense (Feibemo) e mestre e pesquisador de talian, esse receio foi causado pelo governo de Getúlio Vargas.

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Políticas públicas podem preservar 230 idiomas no Brasil

Políticas públicas podem preservar 230 idiomas no Brasil

Aline de Melo Pires

Foto: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr. – Agência Brasil

A herança cultural de um povo é preservada por sua língua. No Brasil, o idioma oficial é a Língua Portuguesa, mas existem, além dela, mais 230 línguas faladas no País. Desse total, 200 são de tribos indígenas e 30 de descendentes de imigrantes. Parece muito? Estima-se que, quando os portugueses atracaram por aqui, esse número chegava perto de 1 mil.

A falta de políticas públicas para preservar os idiomas e a característica cultural das suas comunidades está entre os principais motivos que levam à extinção de uma língua. A afirmação é da professora Ana Elvira Gebara, do curso de Mestrado em Linguística da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo (SP). “As línguas estão muito ligadas à situação social e histórica em que as comunidades vivem. O que acontece com as línguas indígenas, por exemplo, é que, se você não tem uma política para essas comunidades, a língua morrer é um reflexo de como elas estão sendo tratadas dentro do País”, afirma.

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Crônica de Bessa Freire sobre o Seminário Ibero-Americano da Diversidade Linguística

Prof. Dr. José Ribamar Bessa Freire durante a conferência "Direitos Linguísticos e Línguas Minoritárias" - Facebook Diversidade Linguística

Prof. Dr. José Ribamar Bessa Freire durante a conferência “Direitos Linguísticos e Línguas Minoritárias” – Foto: Facebook Diversidade Linguística.

Cortem a Língua Deles

José Ribamar Bessa Freire

A cada quinze dias acontece uma morte. Dizem que cortam a língua da vítima com requintes de crueldade. O cadáver desaparece misteriosamente sem deixar vestígio. Daqui até o natal haverá mais dois assassinatos em algum lugar do mundo, segundo previsão do investigador irlandês David Crystal, que busca pistas para explicar tantos crimes. Nenhum organismo policial, nacional ou estrangeiro, identificou até hoje os assassinos. Um seminário realizado em Foz do Iguaçu (PR), nesta semana, reuniu autoridades e especialistas da América Latina para discutir, entre outras questões, como evitar essas mortes consideradas crime contra a humanidade.

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Línguas Guarani Mbya, Asurini do Trocará e Talian recebem certificação de Referência Cultural Brasileira em cerimônia

Três línguas são reconhecidas pelo Iphan como Referência Cultural Brasileira

Rosângela Morello, coordenadora geral do IPOL, na entrega do diploma de reconhecimento da língua indígena Guarani Mbya – Foto: Facebook de Maria Ceres Pereira.

As línguas foram apresentadas em encontro ibero-americano que debater políticas públicas para a preservação da diversidade linguística.

Talian, Asurini do Trocará e Guarani Mbya são as primeiras línguas reconhecidas como Referência Cultural Brasileira pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e que agora passam a fazer parte do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), conforme dispõe o Decreto 7387/2010. Essas línguas e os representantes de suas comunidades foram homenageados durante o Seminário Ibero-americano de Diversidade Linguística, que acontece em Foz do Iguaçu (PR), até o dia 20 de novembro.

Na última terça-feira, dia 18, as comunidades receberam da presidenta do Iphan, Jurema Machado, o certificado do registro das línguas, que ocorreu em 09 de setembro de 2014. Segundo ela, este é “de fato o primeiro resultado de uma política que se pretende muito ampla de proteção da diversidade linguística. Esses três primeiros ocorrem porque eram estudos mais adiantados, mas o que se pretende é estender ao maior número possível de línguas, de forma que elas tenham direitos e, enfim, a proteção do Estado.”

talian

Representantes da comunidade falante de Talian recebem o título de referência cultural brasileira das mãos da Sra. Jurema Machado, presidente do Iphan – Foto: Facebook Diversidade Linguística.

O Talian é utilizada por uma parte da comunidade de imigração italiana, na Região Sul do Brasil, sobretudo nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A língua é falada desde que os italianos começaram a chegar ao país, no final do século XIX. Há municípios desses estados nos quais o Talian é língua co-oficial. Ou seja, detém relevância tanto quanto a língua portuguesa.

Asurini do Trocará ou Asurini do Tocantins é a língua falada pelo povo indígena Asurini, que vivem as margens do Rio Tocantins, no município de Tucuruí (PA). A língua pertence à família linguística Tupi-Guarani.

Guarani Mbya é uma das três variedades modernas da Língua Guarani, juntamente com o Nhandeva ou Ava Guarani e o Kaiowa. A língua Guarani Mbya é uma das línguas indígenas faladas no Brasil, ocupando uma grande faixa do litoral que vai do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul, além da fronteira entre Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina. Os Guarani representam uma das maiores populações indígenas do Brasil. Estão distribuídos por diversas comunidades.

Asurini do Tocantins na cerimônia de titulação de sua língua - Foto: Facebook Diversidade Linguística.

Asurini do Tocantins na cerimônia de titulação de sua língua – Foto: Facebook Diversidade Linguística.

Seminário Ibero-americano de Diversidade Linguística
O evento vai discutir políticas públicas para a preservação e promoção da diversidade linguística dos países Ibero-americanos. O objetivo do encontro é possibilitar a reflexão sobre as experiências e iniciativas desenvolvidas pelos países, como a política brasileira para a diversidade linguística, além de propiciar um espaço de levantamento, sistematização e análise de experiências e iniciativas voltadas à promoção do espanhol e do português como segundas línguas dos países Ibero-americanos, assim como nos Estados Unidos, Canadá, Caribe e África Lusófona.

Durante o Seminário vão ocorrer ainda os seguintes eventos: Encontro de Autoridades Ibero-Americanas sobre Políticas Públicas para a Diversidade Linguística, reunindo representantes de todos os países que integram a comunidade ibero-americana, e o Fórum Línguas, Culturas e Sociedades, organizado pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA).

O evento é uma parceria do Iphan e do Ministério da Cultura com a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Essa é primeira edição do encontro. A cidade de Foz do Iguaçu foi escolhida para sediar o evento por estar na fronteira do território linguístico do português, espanhol e das línguas minoritárias faladas no espaço ibero-americano.

Guarani na cerimônia de titulação - Foto: Facebook Diversidade Linguística.

Guarani na cerimônia de titulação – Foto: Facebook Diversidade Linguística.

INDL
Para que uma língua seja reconhecida e passe a fazer parte do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) ela precisa ser falada em território nacional há, pelo menos, três gerações, o marco temporal é em torno de 75 anos. O objetivo do Inventário é associar a expressão linguística à sua comunidade de referência e valorizar a expressão enquanto aspecto relevante do patrimônio cultural brasileiro.

Para fazer é solicitação, é necessário que a comunidade encaminhe o pedido de inclusão no INDL para o Iphan. O pedido é analisado por uma comissão técnica formada por representantes dos seguintes ministérios: Ministério da Cultura, Educação, Ciência Tecnologia e Inovação, Justiça e Planejamento. Se esses representantes decidirem pelo reconhecimento, o processo segue para a sanção da Ministra da Cultura.

Saiba mais sobre a Política da Diversidade Linguística clicando aqui.

Veja, clicando aqui, o certificado de registro da língua Talian

Veja, clicando aqui, o certificado de registro da língua Asurini do Trocará

Veja, clicando aqui, o certificado de registro da língua Guarani Mbya

Serviço:
Seminário Ibero-Americano de Diversidade Linguística
Data: 17 a 20 de novembro de 2014
Local: Foz do Iguaçu (PR)
Informações: http://diversidadelinguistica.cultura.gov.br/

Página Diversidade Linguística no Facebook.

Fonte: Portal do Iphan

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