Relações internacionais

As 9 Línguas mais faladas em Angola

Fonte: PLUMANGOLA

Fonte: PLUMANGOLA

Angola a língua oficial é o português.

Mas algumas regiões têm o estatuto de línguas nacionais, sendo as mais faladas:

Kikongo, Kimbundo, Tchokwe, Umbundo, Mbunda, Kwanyama, Nhaneca, Fiote, Nganguela etc.

 

 

 

Fonte: PLUMANGOLA

Compreender o patuá para contrariar o seu declínio

Fonte: IFT

Fonte: IFT

O especialista em crioulos de base portuguesa Alan Baxter regressou a Macau no ano passado para liderar a Faculdade de Humanidades da Universidade de São José. O interesse assumido por dialectos levou-o a concretizar um dos objectivos a que se propôs quando assumiu funções na USJ: criar um curso de patuá direccionado para todos aqueles que se interessem pelos seus fundamentos linguísticos.

Regressado recentemente a Macau para dirigir a Faculdade de Humanidades da Universidade de São José (USJ), Alan Baxter é um especialista em crioulos de base portuguesa que encontra em Macau “mais liberdade” para se entregar à pesquisa, transversal a toda a sua carreira dedicada ao estudo científico da Linguagem.

A proximidade que a cidade lhe oferece a uma mão cheia de línguas que se vão “encolhendo” pela Ásia fora fomenta a vontade de permanecer no território e de privar de perto com um dos crioulos que mais o cativa. Baxter entrega-se, por estes dias, ao patuá com o propósito de“criar mais consciência e também informar melhor a comunidade” sobre o crioulo local: “Não estou ensinando o patuá, o que estou fazendo é simplesmente mostrando o que o patuá abrange e engloba em termos linguísticos e sócio-históricos”, explicou ao PONTO FINAL. O académico propõe um curso de introdução ao maquista que será ministrado na USJ, no final deste mês e no início do próximo.

A formação começa com textos tradicionais e lengalengas do século XIX, explora as cartas da colectânea editada por Danilo Barreiros na década de 1940 e os pasquins de cariz sócio-político e cultural enviados ao jornais locais a partir de meados do século XIX. Também analisa os textos de teatro da virada do século XIX para o século XX até, gradualmente – e passando pelos contos de José dos Santos Ferreira – chegar à época contemporânea. Alan Baxter desenhou um curso sobre os fundamentos do crioulo de Macau, “aberto a todo o mundo”, garante: “Vamos fazer apreciação das estruturas sintácticas centrais, comentar o léxico, as diversas fontes de léxico que provêm de variedades do português de séculos passados, também palavras que são de origem, digamos, indiana, malaia, chinesa, e faremos uma apreciação da gramática nuclear”, explicou o linguista.

O núcleo da formação gira em torno de material escrito, contudo vai haver tempo para “tratar a pronúncia”, os áudios cedidos a Baxter por Graciete Nogueira Batalha no início da década de 1990 e os vídeos de falantes de patuá que residem na América do Norte.

Aparentadao ao “kristang” de Malaca, agregando o português e o chinês, mas também outras línguas da região, o patuá foi noutros tempos a língua corrente da comunidade macaense, mas o reforço da escolaridade e a evolução sócio-política do território fez com que o crioulo caísse em desuso.

O director da Faculdade de Humanidades da Universidade de São José assume que “gostaria de ver algumas disciplinas em torno da preservação e conservação de línguas minoritárias ameaçadas”: “Acho que, em Macau, onde o patuá é parte da tradição sócio-histórica, deveria haver algum interesse nas escolas. Há literatura em patuá, há lengalenga, há poesia. Essas coisas poderiam estar presentes. Não estou dizendo que ofereçam uma disciplina de patuá a nível de escola, mas acho que é uma pena que não haja mais interesse nesse sentido”, defendeu Alan Baxter. O académico considera que “esta parte da Ásia e o sudeste asiático oferecem muitos contextos interessantes para esse tipo de trabalho essencial, porque há muitas línguas que estão se encolhendo, estão perdendo falantes”.

Uma das vontades do docente australiano passa por oferecer, todos os semestres, um curso em torno do patuá: “Há muita coisa que se pode fazer, o curso não tem de ser exactamente como eu descrevi, essa é uma primeira versão, digamos. Depois a gente irá ajustando conforme a resposta da comunidade e os interesses”, apontou Braxter.

Miguel de Senna Fernandes, o advogado impulsionador da preservação do crioulo através das artes de palco e do grupo Dóci Papiaçám, vê com agrado o projecto do linguista com quem já desenvolveu projectos no âmbito da promoção do patuá: “Parto do princípio que é uma coisa boa. Eu, pelo menos, há mais de 20 anos que ando a lutar por isto e é claro que eu olho sempre para estas iniciativas com muito agrado. (…) Ainda bem que ele [Alan Baxter] abraça este novo projecto deste teor e desejo os maiores sucessos”. J.F.

Fonte: Ponto Final

Swahili é transformado na quarta língua oficial

A Assembleia Nacional rwandesa adoptou uma lei visando tornar o swahili  a quarta língua oficial nacional, ao lado do kinyarwanda,  francês e  inglês, noticiou ontem a agência de notícias AFP.

A medida foi justificada como forma de honrar uma das promessas feitas  quando da integração do país na Comunidade da África do Leste em 2007, uma organização co-fundada pelo Uganda, Quénia e a Tanzânia, que utilizam o swahili e o inglês como línguas oficiais. O texto deve   ser submetido ao Senado, antes de ser promulgado pelo presidente Paul Kagame.

Ao comentar a decisão ao jornal “New Times”, a ministra dos Desportos e da Cultura, Julienne Iwacu, disse que adoptar o swahili como língua oficial é, por um lado, cumprir uma obrigação, na qualidade de país membro da Comunidade da África do Leste, e por outro, uma maneira de aumentar os benefícios que o Rwanda pode tirar da integração económica.
Segundo o “New Times”, a partir de agora o swahili é utilizado na Administração Pública e vai constar de  documentos oficiais.Por outro lado, um decreto presidencial  determina as modalidades de integração do swahili no ensino rwandês, conforme estipulado nos estatutos da Comunidade da África do Leste.

Antes do genocídio rwandês de 1994, o swahili era apenas falado em algumas zonas urbanas do Rwanda, e só o kinyarwanda e o francês tinham o estatuto de línguas oficiais.

Após o genocídio e o regresso dos antigos refugiados exilados, dos quais muitos foram acolhidos nos países anglófonos e swahilófonos da África do Leste, o inglês impôs-se como a terceira língua oficial, enquanto o swahili ganhou muitos falantes.

Administrado pela Bélgica até à Independência Nacional, em 1962, o Rwanda continua a ser membro da Organização Internacional da Francofonia (OIF), apesar de a língua de Molière estar a perder terreno em relação ao inglês.

Pertencente ao grupo das línguas bantu,

o swahili nasceu das interacções entre os povos da África Oriental

e as populações provenientes da Índia e do Golfo Pérsico.

O swahili é a língua mais falada na África ao sul do Saara. Desde 2004 passou a ser uma das línguas oficiais da União Africana.

Fonte: Jornal de Angola

“O Português é identificado como uma das mais importantes línguas regionais”

mundoNum país onde há uma crescente perceção de que o Português é uma língua que atribui um valor acrescentado aos currículos daqueles que a dominem, 41% dos alunos do EPE já são sul-africanos e de outras nacionalidades. Tem crescido o interesse em todos os níveis de ensino e o novo adjunto da coordenação do EPE acredita que este irá aumentar com a integração das aulas de Português no currículo e dentro do horário normal. Algo que será uma realidade já a partir de fevereiro de 2017, para o 8º ano de escolaridade na Assumption Convent High School, em Germiston, revelou Carlos Gomes da Silva nesta entrevista.

O que o motivou a assumir o cargo de adjunto da Coordenação do EPE na África do Sul?
Em primeiro lugar, entusiasmou-me muito a perspetiva de poder voltar a trabalhar na África do Sul e países vizinhos, região que conheço bem  e da qual guardava e mantenho excelentes memórias e uma valiosa experiência pessoal, humana  e profissional. Depois, tenho uma longa experiência como docente de Português língua Segunda/Estrangeira e de Herança, a todos os níveis de ensino, em três diferentes continentes, em diferentes países (Portugal, Holanda, África do Sul, Canadá e Brasil):
Na Holanda (entre 1974 e 1985), lecionei cursos de ensino básico e secundário no sistema paralelo e integrado, assisti e participei na discussão e na reflexão sobre o bilinguismo em contexto de imigração. Interessei-me pela questão da aquisição e manutenção da língua portuguesa entre os lusodescendentes na Holanda, tendo-as estudado num trabalho para um seminário do programa de doktoraal em psico e sociolinguística  que concluí na Universidade de Utreque.
Na África do Sul (entre 1985 e 1991), como docente na Universidade da Cidade do Cabo, montei um programa de Português integrando cursos de cultura e de literatura dos PALOP, no contexto da emergência destas novas culturas e literaturas que a Universidade achava importante para o futuro, com a concordância do então ICALP. Os 12 anos de experiência na África do Sul foram determinantes para a minha formação, enriquecimento pessoal, humano e profissional, e, sobretudo, para compreender melhor África, bem como a importância estratégica, cultural e política da língua portuguesa no pós-apartheid na África Austral.
No Canadá (de 1997 a finais de julho de 2016), comecei por lecionar na Universidade de Otava em 2002, como professor adjunto, na sequência de diligências que efetuei na minha qualidade conselheiro social e cultural  na Embaixada de Portugal em Otava, para que a Universidade reintroduzisse o ensino de Português. A partir de então, empenhei-me na consolidação do Ppograma de português e no aumento do número de alunos (tínhamos, em média, entre 100 e 150 alunos por semestre, inscritos nos vários cursos semestrais do Programa de Português).  A pedido da Reitoria da Universidade de Otava, estabeleci contatos e  negociei protocolos de intercâmbio com universidades portuguesas e brasileiras.
Nos últimos anos, tenho-me dedicado à investigação e produção de materiais para o ensino do português como língua segunda/estrangeira e de herança, com a colaboração de colegas brasileiras da Universidade de São Paulo. Estão em fase de revisão os manuais de Português Pt/Br para os níveis C1 e C2,  que integram as variantes europeia e  brasileira, organizados por temas culturais, comuns e transversais aos vários países de língua portuguesa, tendo como público alvo  estudantes universitários e executivos. Continuar lendo

Inscrições abertas na UFSC para programa de intercâmbio ‘Escala de Estudiantes de Grado 2017’

logo_augmA Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) informa que estão abertas as inscrições para o Programa Escala de Estudiantes de Grado 2017, promovido no âmbito da Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM).

O programa é destinado aos estudantes de graduação da UFSC. Serão 17 vagas, distribuídas entre universidades da Argentina, do Chile, do Paraguai e do Uruguai.

Os contemplados realizarão intercâmbio de um semestre em uma das universidades participantes e serão beneficiados com isenção de taxas acadêmicas, hospedagem e alimentação (a serem concedidas pela universidade anfitriã).

As inscrições devem ser realizadas até 2 de outubro.

Conheça todas as normas do programa e o edital 11/2016/Sinter aqui.

Conheça mais sobre a AUGM - Asociación de Universidades Grupo Montevideo.

Fonte: Notícias da UFSC

 

International Seminar on BRICS Economies

BRICSInternational Seminar on BRICS Economies será realizado no dia 24 de agosto de 2016 no Instituto de Economia da Unicamp. Participam da cerimônia de abertura os professores Luís Cortez, da Vice-Reitoria Executiva de Relações Internacionais, Paulo Fracalanza, diretor do Instituto de Economia, e Hongyan Gao, do Instituto Confúcio da Unicamp.


Vladimir Popov (New Economic School, Moscou), Carlos Medeiros (UFRJ), Shobhan Saxena (Indian Association of São Paulo), Hao Wang (Beijing Administration Institute) e Ana Rosa Ribeiro Mendonça (Unicamp) são alguns dos palestrantes e debatedores convidados.

Mais informações: (19) 3521-5733.

Agência FAPESP  via Planeta Universitário

Revista Brasileira de Estudos Africanos recebe artigos até 15 de agosto

RBEA

A Revista Brasileira de Estudos Africanos abre chamada para submissão de artigos para seu segundo número, a ser publicado no segundo semestre de 2016. A Revista Brasileira de Estudos Africanos é uma publicação semestral, em formato digital e impresso, dedicada à pesquisa, à reflexão e à difusão de estudos sobre temas africanos. A RBEA publica artigos científicos inéditos com ênfase nas análises de Relações Internacionais, Organizações de Integração, Segurança e Defesa, Sistemas Políticos, História, Geografia, Desenvolvimento Econômico, Estruturas Sociais e Correntes de Pensamento.

Assim, convidamos os autores a contribuírem com seus artigos ou resenhas sobre os temas. As submissões podem ser feitas em português, espanhol ou inglês e devem ser originais. Pelo menos um dos autores deve ter o título de doutor. Os trabalhos devem estar de acordo com as Diretrizes para Autores disponíveis no aqui. As submissões deverão ser feitas por meio do site da Revista até 15 de agosto.

Quaisquer dúvidas podem ser enviadas ao e-mail: rbea.fce@ufrgs.br

Mais informações no site: http://seer.ufrgs.br/index.php/rbea/index

Sinter recepciona alunos internacionais da UFSC na sexta

sinterA Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recepcionará os 166 estudantes internacionais, de 18 países, que iniciam as aulas neste segundo semestre. O evento será realizado na próxima sexta-feira, 5 de agosto, das 10h ao meio-dia, no auditório da Reitoria, em Florianópolis.

A vice-reitora Alacoque Lorenzini Erdmann, o secretário de Relações Internacionais da Universidade, professor Lincoln Fernandes, e a servidora responsável pelo Programa de Intercâmbio de Alunos Internacionais da UFSC, Natália Roth da Silva – que fará uma breve apresentação, com orientações gerais aos alunos sobre Florianópolis e a Universidade –, participarão da cerimônia.

Fonte: Noticias da UFSC

Português será integrado no sistema educativo francês como língua estrangeira

O ministro da Educação de Portugal disse que o português passará, a partir do próximo ano letivo, a integrar os currículos do sistema escolar francês como língua estrangeira.

observador

JOAO RELVAS/LUSA

O ministro da Educação de Portugal disse hoje que o português passará, a partir do próximo ano letivo, a integrar os currículos do sistema escolar francês como língua estrangeira.

Os ministros da Educação de Portugal e França, Tiago Brandão Rodrigues e Najat Vallaud-Belkacem, respetivamente, assinaram, em Paris, uma declaração política para reforçar a cooperação bilateral no domínio da língua. Continuar lendo

Casa do Brasil, 26 anos promovendo Língua Portuguesa e cultura brasileira na Argentina

casa verdeCasa do Brasil – Argentina

A Casa do Brasil é uma instituição particular que atua há 26 anos na difusão da língua portuguesa e cultura brasileira na Argentina, sendo a mais antiga de Buenos Aires. Na década de 90, a partir do reestabelecimento das relações entre Argentina e Brasil, que depois se concretizaram com o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), se deu uma crescente procura pela aprendizagem da língua portuguesa. Quem canalizou essa demanda – diante da política linguística monolíngue (Inglês) do estado argentino – foram as instituições privadas como a Casa do Brasil.

Ao passar dos anos, tornou-se referência pela qualidade de ensino como também pela variedade de cursos oferecidos: cursos regulares, intensivos, preparatório para o exame Celpe-Bras, temáticos (cursos de conversação, fonética, entre outros), cursos em empresas; e serviços tais como: Biblioteca Jorge Amado (também aberta ao público), Livraria Casa do Brasil, espaço audiovisual (gratuito) todas as sextas-feiras, coral Uirapuru (repertório brasileiro) e atividades culturais as quais se destacam exposições, palestras, ciclos de música, entre outras.

casa do Brasil sala de aula

Casa do Brasil/Arquivo

Posto aplicador do Exame Celpe-Bras

O Exame Celpe-Bras é a única Certificação de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros outorgado e reconhecido oficialmente pelo governo brasileiro, sob a responsabilidade do Inep, órgão da administração indireta do Ministério da Educação (MEC), em interface com o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Acontece no Brasil e em vários países duas vezes ao ano, nos meses de abril e outubro.

Desde 2008, a Casa do Brasil é posto aplicador do Celpe-Bras e nos últimos anos, mais de 2300 candidatos confiaram em nossa instituição para fazer o exame.

A segunda edição será entre 18 e 20 de outubro de 2016.

A formação contínua dos nossos professores

A Casa do Brasil tem a preocupação com a formação contínua de seus professores e dos que atuam na área de ensino de PLE na Argentina e em países vizinhos.

Durante todos estes anos de trabalho foram realizados seminários, palestras e oficinas com destacados especialistas brasileiros, argentinos e de outros países de língua portuguesa. Ao mesmo tempo organizamos e apoiamos congressos nacionais e regionais em parceria com a Unión Latina, Universidad del Museo Social Argentino (UMSA), Asociación Argentina de Profesores de Portugués (AAPP) e a Associação Internacional de Português Língua Estrangeira (SIPLE), todos declarados de interesse educativo e cultural pelo Ministério de Educação argentino.

Eventos na área de política linguística e formação contínua que merecem destaque especial:

    • CONSIPLE 2008 Bs. As., primeiro congresso de língua portuguesa da SIPLE feito fora do Brasil;
    • Curso de especialização para professores de português para hispanofalantes realizado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e pela Casa do Brasil em 2009 e 2010.
    • CIPLOM/EAPLOM Bs. As. 2013 e CIPLOM/EAPLOM Florianópolis/SC, Brasil 2016. Casa do Brasil esteve presente investindo com recursos financeiros e humanos nas duas edições do Congresso Internacional de Professores de Línguas Oficiais do MERCOSUL e através de seu Diretor Executivo Fabricio Müller que participou como membro da comissão organizadora.
    • INSTITUTO INTERNACIONAL DE LÍNGUA PORTUGUESA Portugal, Lisboa em 2014. Língua de herança/Português para crianças. Participação de algumas professoras da equipe.
    • Curso de Capacitação para Elaboração de Materiais Didáticos: Ensino de Português para hispano falantes. CASA DO BRASIL, Buenos Aires, Argentina. A Casa do Brasil em parceria com o Portal do Professor de Português Língua Estrangeira/Língua Não Materna (PPPLE) e o Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP – CPLP), realizou este curso em 2014 aberto para docentes em PLE de toda a Argentina
casa do brasil

Equipe Casa do Brasil /Arquivo

 

Equipe da Casa do Brasil

A Casa do Brasil é composta por dois diretores (pedagógico e executivo), duas coordenadoras (pedagógica e de empresas), 24 professores e 8 funcionários responsáveis pelo atendimento na secretaria, das empresas, da biblioteca e da livraria e da manutenção da instituição.

 

casa sala

Casa do Brasil/Arquivo

 

O público que busca a Instituição

O público da Casa do Brasil é variado, em sua maioria são profissionais e estudantes universitários de classe média. A maior procura é de um público adulto e argentino, porém ultimamente temos detectado um grande interesse de alunos jovens e adolescentes – devido aos convênios com escolas de ensino médio e universidades da Argentina, que buscam através da Casa do Brasil um certificado em língua portuguesa, que serve para fins acadêmicos, curriculares ou profissionais.

Os cursos mais procurados são os Regulares (duração de 4 meses), logo os Intensivos, que são oferecidos durante todo o ano (duração de 2 meses). Há uma grande e constante procura por cursos In Company, atualmente trabalhamos com 25 empresas, desde multinacionais até pequenas empresas.

Detalhamos a seguir a população de estudantes que passaram pela Casa do Brasil:

Ano Número de estudantes
2012 2770
2013 2740
2014 2415
2015 2130
2016 820 até o 1º quadrimestre

Editora Casa do Brasil

A editora Casa do Brasil iniciou suas atividades em 2010 com um Workshop que uniu conhecimento, investigação, prática e criatividade de uma equipe interdisciplinar de profissionais, com o objetivo de desenvolver a Coleção Brasil Intercultural: Língua e Cultura brasileira para estrangeiros (BI).

O crescimento da editora foi possível a partir da publicação dos livros:

  • BI Ciclo Básico – Livro de texto e livro de exercícios;
  • BI Ciclo Intermediário – Livro de texto e livro de exercícios;
  • BI Ciclo Avançado  - Livro de texto e livro de exercícios e
  • BI Ciclo Avançado Superior  - Livro de texto e livro de exercícios (brevemente)
  • “Diálogos Interculturais, ensino e formação em português língua estrangeira” em parceria com a editora Pontes.

A Coleção Brasil Intercultural conta com a aprovação e recomendação de professores e alunos pela qualidade dos conteúdos abordados e formato, sendo objeto de análise nas carreiras de formação docente de graduação e pós-graduação.

A coleção também foi adotada por universidades, escolas de ensino médio, instituições públicas e particulares da Argentina e de países vizinhos. São mais de 20.000 exemplares vendidos que podem confirmar que esta Coleção propõe uma abordagem e visão diferenciada.

Através do site www.brasilintercultural.com.ar é possível visualizar o mapa regional das instituições que trabalham com a Coleção BI, algumas delas são: Universidad Nacional de Córdoba (UNC), Centro Universitario de Idiomas (CUI) e Instituto de Cultura Uruguayo-Brasileño (ICUB).

Informações sobre início de cursos regulares, intensivos e preparatórios Celpe-Bras a partir de agosto através do site: http://www.casadobrasilar.com.ar/

Fonte: Casa do Brasil/Edição IPOL Comunicação

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