Relações internacionais

Moscou propõe que a Armênia adote o russo como língua oficial

Inscrições em armênio em Nicósia, Chipre. Fonte: CEIRI Newspaper

Na última segunda-feira, 17 de julho, Vyacheslav Volodin, Presidente da Duma Federal, Câmara Baixa do Parlamento da Rússia, sugeriu que a Armênia alterasse sua constituição para incluir o russo como idioma oficial do país. A medida faria com que cidadãos armênios que exercem funções ligadas ao transporte pudessem conduzir seus veículos no território da Federação Russa.

A sugestão foi feita após a Duma ter aprovado uma Lei que permite que nacionais dos Estados membros da União Econômica Euroasiática, da qual a Armênia também faz parte, dirijam comercialmente na Rússia, desde que seus países de origem tenham o russo como uma de suas línguas oficiais. A justificativa é de que os motoristas precisariam ter conhecimento do idioma para compreender adequadamente a sinalização de trânsito. No entanto, nenhum teste de proficiência é exigido, apenas a oficialização constitucional.  Atualmente, Belarus, Quirguistão e Cazaquistão são os países que cumprem com os requisitos impostos.

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Fórum internacional de Língua Portuguesa reúne especialistas em Beijing

Fonte: Acervo livre

Beijing recebeu nos dias 08 e 09 de julho, o IV Fórum Internacional do Ensino de Língua Portuguesa na China, organizado em parceria pela Universidade de Comunicação da China e pelo Instituto Politécnico de Macau.

A quarta edição do Fórum, sob o tema “Da Ásia para o Mundo: Ensinar Português em Tempo de Globalização”, contou com a presença de mais de 70 professores e acadêmicos provenientes da China, Brasil e Portugal.

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The World Expert Meeting on Multilingualism in Cyberspace for Inclusive Sustainable Development held in Khanty-Mansiysk under the aegis of UNESCO

 

Participants of the Global expert meeting

On June 5–9 2017 Khanty-Mansiysk successfully hosted the World Expert Meeting on Multilingualism in Cyberspace for Inclusive Sustainable Development within the framework of the IX International IT Forum featuring BRICS and SCO countries and within the UNESCO Intergovernmental Information for All Programme (IFAP).

The meeting has become a first-ever global forum to consider the importance, role and functions of multilingualism and linguistic diversity in the digital environment for inclusive sustainable development.

The event gathered almost 100 representatives of intergovernmental, international, regional and national nongovernment organizations, universities, research centres, state ruling bodies as well as cultural, educational, research, information and communication agencies from 35 countries  (Argentina, Benin, Brazil, Central African Republic, China, Colombia, Czech Republic, Dominican Republic, Egypt, France, Ghana, Georgia, Germany, India, Iran, Italy, Kazakhstan, Latvia, Moldova, Netherlands, Norway, Palestine, Paraguay, Philippines, Russian Federation, Romania, South Africa, Spain, Sudan, Switzerland, Syria, UK, USA, Zambia).

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Povos indígenas: o esquecimento está cheio de memória

Fonte: Brasil 247

Não é mistério nem segredo algum saber da trágica realidade em que se acham aprisionados os povos indígenas no Brasil. O que causa indignação e espanto é o descaso com que têm sido tratados esses povos.

Eles, os indígenas, só ganham visibilidade na mídia pelo viés negativo (bebem muito, pouco asseados, falam mal o português), violento (foram massacrados pela polícia, rechaçaram posseiros de sua aldeia, tomaram funcionários como reféns), discriminados (poucos chegam a universidade). E não deveria ser assim, isto que os povos indígenas tem uma rica cultura autônoma, possuem seus idiomas, línguas e dialetos, detém vasto conhecimento na arte da saúde e cura, possuem precioso legado religioso e espiritualista, e além disso são os verdadeiros ambientalistas – os índios protegem o Todo-Ambiente, ou seja, a harmonia implícita entre o ser humano e o ser natureza, defendem uma ecologia totalizadora, onde nós pertencemos à Terra, e não o seu exato contrário.

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Alunos de Lousada vão poder ter aulas de mandarim

Segundo a Câmara de Lousada está prevista a criação de duas turmas já este ano lectivo constituídas por 18 a 20 alunos do 2.º e 3.º ciclo

A Câmara de Lousada pretende avançar com aulas de mandarim em algumas escolas do concelho, já no próximo ano lectivo. O objectivo é dar aos jovens ferramentas que os ajudem a competir num mercado cada vez mais global.

A introdução do mandarim, uma das línguas mais faladas na China, nos estabelecimentos de ensino, nomeadamente no 2 e 3.º ciclo, está, para já, a funcionar a título experimental.

No passado dia 12 de Junho decorreu, na Escola Básica e Secundária Mário Fonseca, uma aula com cinco professoras do Instituto Confúcio, instituição que tem como finalidade dar a conhecer as tradições, usos e cultura deste país do continente asiático.

OBJECTIVO É DAR FERRAMENTAS AOS JOVENS PARA COMPETIR NUM MERCADO GLOBAL

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Ministro da Educação timorense quer política nacional de uso de línguas oficiais

O ministro da Educação timorense defendeu hoje a aprovação de uma política do uso das línguas oficiais nos vários níveis de ensino, acompanhada de medidas para o uso das línguas oficiais em todos os órgãos do Estado.

2017.05.25

Sem apontar qualquer preferência entre português e tétum, as duas línguas oficiais do país, António da Conceição considerou esta decisão crucial para ultrapassar os grandes desafios que a questão linguística tem colocado a todo o sistema educativo timorense.

Numa intervenção no 3º Congresso Nacional da Educação, que decorre até quarta-feira em Díli, Conceição disse que se deve “elaborar e aprovar uma política do uso das Línguas Oficiais em cada um dos níveis do sistema de ensino”.

“Essa política, caso seja entendida como uma boa opção, teria de ser desenhada de forma a se enquadrar no âmbito de uma política nacional para o uso das línguas oficiais em todos os órgãos do Estado”, disse.

O uso das línguas oficiais no sistema de ensino tem sido um dos temas de maior debate político em Timor-Leste, com o Governo a testar, ao longo dos anos, vários modelos nenhum dos quais mostrou ainda ser suficientemente eficaz.

Críticos da política linguística questionaram a falta de um consenso e a definição de uma política geral clara, a falta de recursos para a implementação adequada das duas línguas oficiais, deficiente formação de professores e outros desafios.

“O Ministério da Educação, desde a restauração da independência, desenvolveu e implementou diferentes estratégias e metodologias para esta matéria, não se registando, no entanto, uma concordância e uma aceitação por todos os agentes educativos”, disse.

“Esta questão tem condicionado o processo de implementação das diferentes estratégias e a consequente concretização dos resultados ambicionados por toda a comunidade educativa”, considerou.

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