Questões indígenas

Há 119 anos, morria José Vieira Couto de Magalhães

José Vieira Couto de Magalhães, fundador de Várzea Grande

A Província de Minas Gerais foi o berço de grande número de brasileiros ilustres, nos diversos ramos do saber humano: ciências, letras e artes cultivadas com muito amor e proveito pelos mineiros desde os tempos coloniais do Brasil. Entre os varões notáveis dessa Província, destaca-se a fisionomia original e distinta do Dr. José Vieira Couto de Magalhães que nasceu no dia 1 de novembro de 1837 (Quarta-feira) na cidade de Diamantina, tendo por pai o Capitão Antônio Carlos de Magalhães e por mãe D. Teresa do Prado Vieira Couto.

É de origem paulista a família do General Couto de Magalhães, pois na linha direta de seus ascendentes conta o nome do Mestre de Campo (Este posto corresponde à graduação de brigadeiro), Tomé Antunes do Couto, que foi enviado de Portugal em comissão científica e militar para esta Província. Aqui se estabeleceu, constituiu família e só mais tarde, no desempenho de seu cargo na demarcação de terras, passou-se para a Província de Minas Gerais.

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Chamada para publicação Revista Brasileira de Linguística Antropológica

A Revista Brasileira de Linguística Antropológica (RBLA) completará 10 anos em 2018. O número 10 (volumes 1 e 2) será um número comemorativo e temático: “Línguas e culturas dos  povos indígenas de Rondônia: passado e presente”. Prazo para submissão de artigos é 31 de março de 2018.

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Informações: asacczoe@gmail.com

Fonte: divulgação interna

Líderes indígenas reclamam de cortes no orçamento para programas educacionais

Representantes indígenas e da sociedade civil pediram apoio dos deputados para reverter o quadro de falta de investimentos em educação

Lideranças de várias etnias que participam em Brasília de um forum nacional de educação indígena estiveram na Comissão de Direitos Humanos da Câmara, nesta terça-feira (17), para reivindicar que o tema seja tratado com prioridade pelo governo federal.

A maior preocupação é com os cortes no Orçamento, que já estão afetando várias políticas públicas destinadas aos índios. Segundo os representantes da sociedade civil na audiência pública, a perspectiva para 2018 não é animadora.

Dados do Ministério da Educação revelam a precariedade do sistema, disseram os líderes. Pelo Censo da Educação Básica de 2016, há 3,2 mil escolas indígenas no País, nas quais o ensino é em português e na língua da etnia da região, com 18 mil professores e 254 mil alunos. Mas 30% delas não têm prédio próprio e ocupam espaços improvisados; 57% não têm água tratada e 48% estão sem esgoto.

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Endangered languages in town: the urbanization of indigenous languages in the brazilian amazon

Autor Gilvan Muller de Oliveira

Brazil’s territory covers an area of 8,500,000 square kilometers (3,286,170 square miles), and is home to a population of about 169,500,000 inhabitants, only 16 million of whom live in rural areas — the number has not changed since 1950. (IBGE,(1) 1991 census) The country’s remaining 154 million live in 5,507 urban nuclei, the seats of municipalities (the country’s smallest administrative units). Brazil is a federal republic composed of 26 states that have the power to mandate and enforce their own public policies, including those concerning education.

Brazil’s indigenous population constitutes a minority of about 350,000 people, amounting to 0.2 percent of the overall population. These are the survivors of the four million native Brazilian Indians estimated to have lived during the time of European arrival in what is today the Brazilian territory. The continuous wars against the Indians, which persisted until the second half of the 20(th) century (Leonardi, 1996), reduced their numbers to a small fraction(2) of the original population.

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Revista Articulando e Construindo Saberes

A Universidade Federal de Goiás (UFG) publicou o segundo volume da Revista Articulando e Construindo Saberes, editada pelo Núcleo Takinahakỹ de Fomação Superior Indígena – Faculdade de Letras da UFG. Com periodicidade anual, a publicação traz nesta edição 35 artigos escritos por autores e autoras indígenas e não indígenas sob a perspectiva da interculturalidade, com a construção e articulação de saberes provenientes de diferentes áreas do conhecimento e de diferentes fontes culturais. A revista ter por propósito justamente o estímulo e a promoção do debate transdisciplinar sobre a interculturalidade, a inclusão social e a equidade na educação superior.

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Evento no Rio debate direitos dos povos indígenas dez anos após declaração da ONU

Promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) no Museu de Arte Moderna (MAM), o encontro reuniu especialistas e representantes da comunidade indígena de várias partes do Brasil.

Convidados debaterem o documentário “Guarani e Kaiowá: pelo direito de viver no Tekoha”, gravado em aldeias indígenas do centro-oeste do país. No dia 13 de setembro foram marcados os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Assista aos vídeos aqui.

É simbólico que os indígenas, frequentemente associados ao passado, estejam no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro, cantando músicas em guarani. A observação foi do professor José Ribamar Bessa Freire, coordenador Programa de Estudos dos Povos Indígenas da UERJ.

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