Questões indígenas

Hablantes de cuatro lenguas nativas ya pueden registrarse en el Reniec, Perú

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GALERÍAHablantes de cuatro lenguas nativas ya pueden registrarse en el Reniec

Actas de nacimiento, matrimonio y defunción se hacen en jaqaru, awajún, wampis y aimara. Innovador Registro Civil Bilingüe fomenta la inclusión y reconoce derechos a los usuarios de estos idiomas. Los beneficiarios pueden obtener una copia de sus documentos en cualquier oficina del país.

El pueblo de Tupe se ubica en la sierra de Lima y a pesar de la cercanía a la capital ha sabido preservar su lengua ancestral, el jaqaru. Con 750 personas que aún mantienen ese idioma, este pueblo fue el primero en contar con el registro civil bilingüe,un proceso de documentación que comenzó a implementar el Registro Nacional de Identificación y Estado Civil (Reniec) en setiembre de 2014.

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Lenguas nativas de Colombia, con espacio propio en Feria del Libro de Bogotá

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La lider comunitaria de la lengua namtrik, Diana Misak, durante una entrevista com Agencia EFE, Bogotá

El patrimonio lingüístico de Colombia, representado en 68 lenguas nativas, fue reunido por el Ministerio de Cultura que vio en la XXIX Feria Internacional del Libro de Bogotá (Filbo) una inmejorable oportunidad para presentarlo y compartirlo con el público.

Entre la variedad de lenguas nativas esta la namtrik, hablada en el departamento del Cauca (suroeste) por los indígenas guambianos, que tiene la particularidad de manejar seis vocales, según explicó a Efe, la líder comunitaria, Diana Misak.

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O Brasil de Todas as Línguas, na Faculdade de Letras da UFRJ

Acontece amanhã, dia 28, na Faculdade de Letras da UFRJ, o evento O Brasil de todas as Linguas.

brasil

 

Conselho Nacional de Política Indigenista é instalado durante ato no Ministério da Justiça

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Foto: Mário Vilela/Funai

Texto: Mônica Carneiro/ASCOM

“Esse é o momento em que o governo federal paga mais um pouco de sua larga dívida histórica para com os povos indígenas”. Assim o Ministro da Justiça, Eugênio Aragão, abriu sua fala durante a instalação e posse do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI), criado por Decreto no mês de dezembro com o objetivo de ampliar a participação indígena na elaboração de diretrizes e execução da política indigenista brasileira.

O ato foi realizado esta manhã (27), no Salão Negro do Ministério da Justiça.

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Quase metade das escolas indígenas não tem material didático específico

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Censo Escolar de 2015, do Ministério da Educação, mostra que pouco mais da metade, 53,5%, das escolas indígenas têm material didático específico para o grupo étnicoDivulgação Prefeitura de Maricá/Fernando Silva

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

Edição: Graça Adjuto

Ir para a escola e assistir aulas em outro idioma, não conhecer a própria história, aprender a história de outro povo e ter exemplos estranhos à realidade em que se vive é uma situação que parece irreal. No entanto, é assim que são educadas muitas crianças e jovens indígenas. Os últimos dados do Censo Escolar de 2015, do Ministério da Educação (MEC), mostram que pouco mais da metade, 53,5%, das escolas indígenas têm material didático específico para o grupo étnico.

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Mulheres indígenas organizam marcha para garantia de direitos

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Letícia Yawanawa Roosewelt Pinheiro / Agência Brasil

Letícia Yawanawa diz que a 1ª Marcha das Mulheres Indígenas do Brasil será em maio

Por Agência Brasil
No dia 19, consagrado à luta das populações indígenas por território e cidadania, Viva Maria saudou todas as lideranças e todos os povos na pessoa de Letícia Yawanawa, coordenadora geral do Movimento das Mulheres Indígenas no Acre e conselheira da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab). Continuar lendo

Cursos de licenciatura elevam autoestima e fortalecem cultura das populações indígenas

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Os 87 alunos que participaram da primeira turma formada pela UFSC acreditam que o curso fortalece sua cultura (Foto: Henrique Almeida/Agecom/DGC/UFSC)

Os cursos de licenciatura indígena ofertados pelas universidades públicas, além de distintos entre si, respeitam as diferenças interculturais e territoriais de cada etnia. Atualmente existem mais de 20 cursos de licenciatura indígena em nosso país, exclusivo para essas populações.

No próximo dia 25 de abril começam as aulas da segunda turma do curso de licenciatura intercultural indígena do Sul da Mata Atlântica. A graduação está ligada ao Centro de Filosofia e Ciência Humanas do Departamento de História da Universidade Federal de Canta Catarina (UFSC), mas recebe alunos dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Espirito Santo.

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Abertura da 2ª turma do curso Licenciatura Indígena da UFSC

licenciaturaufscA cerimônia em comemoração à abertura da 2ª turma do curso de Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica será realizada nos dias 25 e 26 de abril no auditório do CFH/UFSC. Os estudantes – que são indígenas dos povos Guarani, Kaingang e Xokleng-Laklãnõ – iniciarão as aulas na tarde da terça-feira, 26 de abril. A primeira turma de alunos do curso ingressou em 2011 e se formou em abril de 2015.
No dia 25, às 16h, ocorrerá a mesa Licenciatura Intercultural Indígena na UFSC: 10 anos de conquistas e desafios, coordenada pela professora Maria Dorothea Post Darella, com a presença dos ex-coordenadores do curso. No dia 26, às 10h, será realizada a cerimônia de abertura do semestre, a qual participará a coordenadora do curso de Licenciatura Indígena, Antonella Maria Imperatriz Tassinari, e da vice-reitora da Universidade, Lúcia Helena Pacheco.
Mais informações e programação no site: licenciaturaindigena.ufsc.br

Fonte: Notícias da UFSC

4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (CNPM) promove a Consulta Nacional para as Mulheres Indígenas

Consulta_MulheresIndigenas-Foto_MarioVilela-Funai-3Logo após as comemorações do Dia dos Povos Indígenas, a 4ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (4ª CNPM) promove a Consulta Nacional para as Mulheres Indígenas. A cerimônia de abertura ocorreu hoje (20), com a presença do presidente da Funai João Pedro, no Auditório da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos.

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Ex-aluno indígena e professor da UEMS lançam E-book de língua guarani

ebook

Foto: Imprensa/ UEMS

A língua valoriza e fortalece a identidade étnica de um povo”, afirma o ex-aluno indígena da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), Tonico Benites, um dos autores do E-book Avañe’e, de língua guarani. A edição foi lançada pela editora da instituição, em homenagem ao Dia do Índio, comemorado nesta terça-feira (19).

Acesse aqui o E-book Avañe’e.

O professor Dr. Adilson Crepalde, do curso de Letras da unidade de Dourados da UEMS, também está entre os autores do E-book, juntamente com o indígena Adão Ferreira Benites. Segundo o docente, o conteúdo é voltado para o aprendizado da língua guarani por não-índios.

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