Questões indígenas

Processo Seletivo Simplificado da Licenciatura Indígena

Foi realizada este inicio de semana a publicação do Edital PSSLIN 06/2018
(Processo Seletivo Simplificado da Licenciatura Indígena).

Da versão enviada anteriormente, houve apenas algumas correções e mudanças pontuais e o acréscimo de alguns critérios no anexo 2 para prever as diversas realidades sociolinguísticas da região.

O período de pré-inscrição através de entrega de um formulário e cópias de CPF e RG iniciaram na segunda-feira dia 29/1 e ao final haverá a publicação da lista dos pré-inscritos.
A FOIRN está realizando a divulgação dos formulários de pré-inscrição e do edital PSSLIND 2018. Desse modo, em março haverá as inscrições online dos pré-inscritos, bem como de outros candidatos que não fizeram a pré-inscrição e queiram se inscrever nesse período. A FOIRN se dispôs a dar o devido apoio a quem precisar realizar as inscrições online no site da COMPEC/UFAM. Vejam o cronograma das atividades referentes a esse processo, que finaliza meados de junho, para matrícula ainda em junho se possível.
As provas serão em São Gabriel (sede) [Turma Yegatu], em Tunui – Rio Içana [Baniwa] e em Taracuá – Rio Waupés [Tukano].
As línguas do pólo Tukano foram ampliadas devido às reinvindicações de grupos que pediram que suas línguas pudessem fazer parte do processo. Na verdade isso já ocorreu no PSSLIND 2015. O que fizemos foi dar mais formalidade a isso.

Baixe o EDITAL

Fonte: divulgação interna.

Papa pede reconhecimento de indígenas e fim da violência

Durante missa em região dos mapuches, Francisco diz que luta pelo reconhecimento não deve ser baseada na violência. Região chilena é palco de conflito entre comunidades indígenas e empresas agrícolas.O papa Francisco defendeu nesta quarta-feira (17/01) em Temuco, na região chilena da Araucanía, berço de origem dos índios mapuches, o reconhecimento das culturas indígenas, mas instou os mapuches a abandonar a violência. Araucanía é palco de um conflito entre comunidades indígenas, que exigem terras ancestrais, e empresas agrícolas. Continue lendo

O Paraguai redescobre o guarani

Assunção, Paraguai – Quando era estudante, no Paraguai, os professores a faziam ajoelhar no sal grosso e no milho, às vezes a manhã inteira, como castigo por falar sua língua-mãe, o guarani, em sala de aula.

“E tinha que ser na frente dos meus amigos, para eles verem, no preto e no branco, o que acontecia com quem se atrevesse a falar”, diz a ativista Porfiria Orrego Invernizzi, hoje com 67 anos.

Outros eram forçados a ficar sem comer e beber o dia inteiro, tinham que usar fralda como forma de humilhação ou simplesmente apanhavam por usar a língua indígena. Esse tipo de tratamento existiu nas escolas paraguaias durante praticamente toda a história do país – ou melhor, até a queda do ditador Alfredo Stroessner, cujo governo de 35 anos caiu em 1989.

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ONU aponta discriminação mulheres indígenas como barreira na eliminação da fome

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, acredita que a erradicação da fome e pobreza extremas têm um grande obstáculo: a discriminação tripla sofrida pelas mulheres indígenas.

A declaração foi feita pelo director-geral da FAO, José Graziano da Silva, durante uma visita ao México, encerrada na semana passada. Segundo ele, há discriminação de pobreza, de género e de etnia.

O responsável lembrou que as indígenas enfrentam taxas altas de pobreza, desnutrição crónica e analfabetismo. Essas mulheres também têm menos acesso a cuidados médicos e à participação na política.

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Milhares falavam sua língua na Amazônia. Agora, ele é o único

A tribo Taushiro desapareceu nas selvas da bacia amazônica no Peru há gerações atrás, e Amadeo agora é o último falante nativo de sua língua BEN C. SOLOMON/NYT

O taushiro, idioma antes falado por uma tribo que desapareceu na selva da bacia amazônica no Peru, é um mistério para linguistas e antropólogos

Amadeo García García navegou apressado rio acima em sua canoa, entrando no acampamento escondido e protegido por armadilhas em que o irmão Juan agonizava.

Juan se contorcia de dor e tremia de forma incontrolável enquanto a febre subia, lutando contra a malária. Quando Amadeo o consolou, o enfermo murmurou algumas palavras que ninguém mais na Terra entendia.

Je- intavea-, disse ele naquele dia sufocante em 1999. “Estou muito doente.”   Continue lendo

Livros sobre Terra Indígena Alto Rio Guamá estão disponíveis para download

Estas histórias estão ricamente ilustradas e refletem o universo indígena sobre temas que ligam elementos da biodiversidade, como animais e plantas, a aspectos típicos da cultura Tembé e de suas relações com a natureza.

Uma das missões do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), por intermédio da Diretoria de Biodiversidade/Gerência de Sociobiodiversidade, é apoiar a implementação da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial de Terras Indígenas (PNGATI) no estado do Pará, através de ações de proteção, recuperação, conservação e uso sustentável dos recursos naturais dos territórios indígenas, estabelecendo o mapeamento e zoneamento participativos, como ferramentas de gestão dos territórios indígenas.

Em 2014, iniciaram-se os estudos de campo para o Diagnóstico Participativo e Etnozoneamento da Terra Indígena Alto Rio Guamá (TIARG). Os trabalhos resultaram na elaboração dos livros “Gestão Ambiental e Territorial da Terra Indígena Alto Rio Guamá: Diagnóstico Etnoambiental e Etnozoneamento” e “Narrativas Tembé sobre Biodiversidade”, que foram lançados pelo Instituto recentemente, em um Seminário realizado em Paragominas, município que aloja grande parte da área florestada da Terra Indígena Alto Rio Guamá. Continue lendo

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