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Termina amanhã, 10 de janeiro, o prazo para comunicações no Congresso da ALFAL

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Imagem: Plataforma 9

Segue até 10 de janeiro, terça-feira, o prazo para participação nas sessões no projeto 8 “Políticas da linguagem na América Latina” no XVIII Congresso Internacional Associação de Linguística e Filologia da América Latina (ALFAL). A proposta tem como tema central A presença do inglês, do espanhol e do português como línguas outras na educação pública na América Latina.

O Congresso  acontece entre 24 e 28 de julho de 2017 em Bogotá, Colômbia.

Na ALFAL existem atualmente 25 Projetos permanentes que funcionam de acordo com suas próprias regras e procedimentos, disponíveis no site: http://www.mundoalfal.org/.

A equipe do Projeto 8 é composta de uma rede de pesquisadores/as que foi sendo tecida ao longo dos anos, com estudiosos da temática de quase todos os países latino-americanos, da Alemanha, Áustria, EUA, França, Espanha e demais países com coordenação geral de Rainer Enrique Hamel, daUniversidade Autônoma Metropolitana, Cidade do México, México.

Para informações sobre a Convocatória ao Projeto 8, email para: hamel@xanum.uam.mx

Saiba mais sobre o Evento de 2017 na Colômbia em: http://www.alfalcolombia2017.com/

Fonte: IPOL Comunicação

O Projeto 8 “Políticas da Linguagem na América Latina” recebe inscrições até 10 de dezembro para ALFAL 2017

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Acontece entre 24 e 28 de julho de 2017 em Bogotá, Colômbia, o XVIII Congresso Internacional Associação de Linguística e Filologia da América Latina (ALFAL). Na ALFAL existem atualmente 25 Projetos permanentes que funcionam de acordo com suas próprias regras e procedimentos, disponíveis no site: http://www.mundoalfal.org/.

O projeto 8 “Políticas da linguagem na América Latina” está com convocatória aberta para participação nas sessões até 10 de dezembro de 2016 e tem como tema central A presença do inglês, do espanhol e do português como línguas outras na educação pública na América Latina.

A equipe do Projeto 8 é composta de uma rede de pesquisadores/as que foi sendo tecida ao longo dos anos, com estudiosos da temática de quase todos os países latino-americanos, da Alemanha, Áustria, EUA, França, Espanha e demais países com coordenação geral de Rainer Enrique Hamel, daUniversidade Autônoma Metropolitana, Cidade do México, México.

Leia a convocatória completa do Projeto 8 em:

alfal2017_convocatoria_projeto8_versaoport-1

alfal-2017-convocatoria-proyecto-8-pl-en-al-1

Para informações sobre a Convocatória ao Projeto 8, email para: hamel@xanum.uam.mx

Saiba mais sobre o Evento de 2017 na Colômbia em: http://www.alfalcolombia2017.com/

Fonte: IPOL Comunicação

 

“O Português é identificado como uma das mais importantes línguas regionais”

mundoNum país onde há uma crescente perceção de que o Português é uma língua que atribui um valor acrescentado aos currículos daqueles que a dominem, 41% dos alunos do EPE já são sul-africanos e de outras nacionalidades. Tem crescido o interesse em todos os níveis de ensino e o novo adjunto da coordenação do EPE acredita que este irá aumentar com a integração das aulas de Português no currículo e dentro do horário normal. Algo que será uma realidade já a partir de fevereiro de 2017, para o 8º ano de escolaridade na Assumption Convent High School, em Germiston, revelou Carlos Gomes da Silva nesta entrevista.

O que o motivou a assumir o cargo de adjunto da Coordenação do EPE na África do Sul?
Em primeiro lugar, entusiasmou-me muito a perspetiva de poder voltar a trabalhar na África do Sul e países vizinhos, região que conheço bem  e da qual guardava e mantenho excelentes memórias e uma valiosa experiência pessoal, humana  e profissional. Depois, tenho uma longa experiência como docente de Português língua Segunda/Estrangeira e de Herança, a todos os níveis de ensino, em três diferentes continentes, em diferentes países (Portugal, Holanda, África do Sul, Canadá e Brasil):
Na Holanda (entre 1974 e 1985), lecionei cursos de ensino básico e secundário no sistema paralelo e integrado, assisti e participei na discussão e na reflexão sobre o bilinguismo em contexto de imigração. Interessei-me pela questão da aquisição e manutenção da língua portuguesa entre os lusodescendentes na Holanda, tendo-as estudado num trabalho para um seminário do programa de doktoraal em psico e sociolinguística  que concluí na Universidade de Utreque.
Na África do Sul (entre 1985 e 1991), como docente na Universidade da Cidade do Cabo, montei um programa de Português integrando cursos de cultura e de literatura dos PALOP, no contexto da emergência destas novas culturas e literaturas que a Universidade achava importante para o futuro, com a concordância do então ICALP. Os 12 anos de experiência na África do Sul foram determinantes para a minha formação, enriquecimento pessoal, humano e profissional, e, sobretudo, para compreender melhor África, bem como a importância estratégica, cultural e política da língua portuguesa no pós-apartheid na África Austral.
No Canadá (de 1997 a finais de julho de 2016), comecei por lecionar na Universidade de Otava em 2002, como professor adjunto, na sequência de diligências que efetuei na minha qualidade conselheiro social e cultural  na Embaixada de Portugal em Otava, para que a Universidade reintroduzisse o ensino de Português. A partir de então, empenhei-me na consolidação do Ppograma de português e no aumento do número de alunos (tínhamos, em média, entre 100 e 150 alunos por semestre, inscritos nos vários cursos semestrais do Programa de Português).  A pedido da Reitoria da Universidade de Otava, estabeleci contatos e  negociei protocolos de intercâmbio com universidades portuguesas e brasileiras.
Nos últimos anos, tenho-me dedicado à investigação e produção de materiais para o ensino do português como língua segunda/estrangeira e de herança, com a colaboração de colegas brasileiras da Universidade de São Paulo. Estão em fase de revisão os manuais de Português Pt/Br para os níveis C1 e C2,  que integram as variantes europeia e  brasileira, organizados por temas culturais, comuns e transversais aos vários países de língua portuguesa, tendo como público alvo  estudantes universitários e executivos. Continuar lendo

Uruguai tem aulas de português em 83 escolas públicas de ensino básico

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Atividades comemorativas do bicentenário do Uruguai. Dia 10 de outubro de 2011 Fotografia de Matilde Campodonico

O Uruguai dá aulas de português em 83 escolas públicas de ensino básico, sendo a maioria delas em zonas de fronteira com o Brasil, segundo números oficiais.

Em apenas seis das escolas que disponibilizam o ensino do idioma, ele é considerado uma língua estrangeira, como nas escolas chamadas Brasil, Portugal e Rui Barbosa, na capital, Montevidéu, afirmou à Lusa a coordenadora de Português no Departamento de Segundas Línguas do Conselho de Educação Inicial e Primária, Cinthia Nuñez.

Nas outras 77 escolas, em zonas fronteiriças com o Brasil, o português é a segunda língua local, como resultado da presença brasileira histórica na região. Há 190 anos, em agosto de 1925, o Uruguai se proclamou independente do Brasil, do qual fazia parte politicamente.

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II Fórum de Ensino de Línguas do IFSC em Florianópolis

Está acontecendo em Florianópolis, entre os dias 14 e 15 de junho, o II Fórum de Ensino de Línguas do Instituto Federal de Santa Catarina. Cerca de 100 professores de línguas do IFSC (português, espanhol, inglês e libras) se reúnem com o objetivo de dar continuidade às discussões realizadas na primeira edição do evento e encaminhar a construção de uma política de ensino de línguas para o IFSC, visando a articulação e qualificação dos processos educacionais.

A abertura ocorreu às 10h desta terça-feira, no auditório da Reitoria. Na ocasião, o Prof. Gilvan Müller palestrou sobre “Multilinguismo, Tecnologias Linguísticas e Internacionalização”. Acesse a entrevista realizada:

O Fórum é uma realização das pró-reitorias de Ensino e de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação e da Assessoria de Assuntos Estratégicos e Internacionais, em parceria com o Câmpus Florianópolis-Continente. O I Fórum de Línguas do IFSC foi realizado em março de 2014.

A programação inclui palestras, painéis, debates e reuniões de grupos de trabalho separados por diversas temáticas, conforme programação abaixo.

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Fonte: Link Digital IFSC/IPOL Comunicação

Entrevista disponível em: http://arquivos.ifsc.edu.br/comunicacao/tv/2_forum_v4_pq.mp4

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