Política Linguística

VIII Encontro Internacional de Investigadores de Políticas Linguísticas

Prezados alunos e ex-alunos do Programa,

Terá lugar, de 19 a 21 de setembro de 2017, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, Brasil, o VIII Encontro Internacional de Políticas Linguísticas (VIII EIIPL) do Núcleo de Educação para a Integração (NEPI) da AUGM, Associação de Universidades do Grupo Montevidéu.

A Associação de Universidades Grupo Montevidéu (AUGM), nascida em 1991, é uma rede de universidades públicas e autônomas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai e que refletem, nos seus núcleos disciplinários em várias áreas, os esforços da integração regional, da internacionalização e do fortalecimento da pesquisa e do ensino em português e espanhol, enquanto línguas oficiais do MERCOSUL.

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Políticas Linguísticas para o Multilinguismo

A palestra do Prof. Gilvan Muller de Oliveira no I Congresso Mundial de Bilinguismo e Línguas de Herança, que ocorreu em Brasília de 15 a 17 de agosto de 2017 relaciona uma série de frentes para a compreensão e a promoção do multilinguismo.
Confira mais no link.

VIII Encontro Internacional de Investigadores de Políticas Linguísticas da AUGM

Blogue do ILLP

Terá lugar, de 19 a 21 de setembro de 2017, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, Brasil, o VIII Encontro Internacional de Políticas Linguísticas (VIII EIIPL) do Núcleo de Educação para a Integração (NEPI) da AUGM, Associação de Universidades do Grupo Montevidéu.

A Associação de Universidades Grupo Montevidéu (AUGM), nascida em 1991, é uma rede de universidades públicas e autônomas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai e que refletem, nos seus núcleos disciplinários em várias áreas, os esforços da integração regional, da internacionalização e do fortalecimento da pesquisa e do ensino em português e espanhol, enquanto línguas oficiais do MERCOSUL.

O VIII EIIPL reunirá, nesta edição, 29 grupos de pesquisa de 9 universidades de três países da Região.

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O PERU APROVA A POLÍTICA NACIONAL DE LÍNGUAS ORIGINARIAS, TRADIÇÃO ORAL E INTERCULTURALIDADE

Fonte: acervo pessoal

Por Gerardo Chinchay – colaborador

No dia 9 de agosto, como parte da celebração do Dia Internacional dos Povos Indígenas, o Presidente da República do Peru, Pedro Pablo Kuczynski aprovou, através do decreto supremo N° 005-2017-MC, a “Política Nacional de Lenguas Originarias, Tradición Oral e Interculturalidad”, que visa a garantir os direitos linguísticos dos falantes de línguas indígenas no territorio nacional incorporando mudanças e melhorias no funcionamento da administração pública e serviços públicos.

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As atividades do Inventário do Hunsrückisch (hunsriqueano) continuam pelo Espírito Santo

As ações da equipe foram distribuídas entre reuniões com autoridades políticas, aplicação dos questionários e visitas a locais importantes para a caracterização do uso da língua pela população de Marechal Floriano.

Na manhã da segunda-feira, a Secretária de Educação Edia Klippel Littig e a Secretária da Cultura Maria Goretti Pereira Pinto, de Marechal Floriano, receberam a equipe de pesquisa do Inventário do Hunsrückisch (hunsriqueano) composta por Rosângela Morello (Coordenadora Geral da Pesquisa e do IPOL), Rodrigo Schelenker (Pesquisador do IPOL), Cleo V. Altenhofen (Professor da UFRGS e Coordenador da Pesquisa em Campo), Edenize Ponzo Peres (Professora da UFES) e André Kuster (Pesquisador), com muita atenção e dando oportunidade para a apresentação das ações do Inventário.

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Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) vai ao Espírito Santo em Pesquisa de Campo

Equipe do IHLBrL em campo no ES, Ago/2017.

Em sua quarta Campanha de Campo, dessa vez, a Pesquisa está sendo realizada no Espírito Santo e iniciou no dia 12 de agosto de 2017, com atividades de pesquisa na Região Serrana do Estado para o Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) falada na região. A Equipe que está no ES é composta por Rosângela Morello (Coordenadora Geral da Pesquisa e do IPOL), Rodrigo Schelenker (Pesquisador do IPOL), Cleo V. Altenhofen (Professor da UFRGS e Coordenador da Pesquisa em Campo), Edenize Ponzo Peres (Professora da UFES) e André Kuster (Pesquisador).

Essa pesquisa tem como objetivo fazer com que essa língua faça parte do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) e possa, do ponto de vista político, ser reconhecida como referência cultural brasileira, conforme Rosângela Morello, Coordenadora Geral da Pesquisa e do IPOL.

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