Patrimônio Imaterial

Há línguas quase extintas. Como as podemos salvar?

O minderico é uma língua ameaçada em Portugal NUNO FERREIRA SANTOS

Em todo o planeta há línguas ameaçadas. Agora, uma equipa de cientista fez uma nova árvore evolutiva com algumas línguas do Sudeste asiático e do oceano Pacífico que devem ser preservadas. Também em Portugal há uma “quase extinta” que se tem procurado revitalizar.

Numa aldeia de Taiwan, existe uma língua que tem apenas 24 falantes, muitos deles já pessoas mais velhas. É o kavalan, considerado uma língua “quase extinta” e que ocupa o primeiro lugar de um ranking de línguas a preservar segundo um artigo na revista científica Royal Society Open Science. Construído por cientistas do Canadá, Reino Unido e da África do Sul, esse ranking é uma como árvore evolutiva para línguas de ilhas do Sudeste asiático e do oceano Pacífico. Continue lendo

Dia Mundial da Língua Árabe

Em 18 de dezembro celebra-se o Dia Mundial da Língua Árabe. A data foi estabelecida pela UNESCO em 2012 com dois objetivos: “Celebrar o multilinguismo e a diversidade cultural, e promover o uso igualitário das seis línguas oficiais dentro da organização.” Em 18 de dezembro de 1973, a Assembleia Geral das Nações Unidas adotou a introdução do árabe nas línguas oficiais e de trabalho da ONU com base numa proposta apresentada pelos reinos de Marrocos e da Arábia Saudita durante a 190.ª sessão do Conselho Executivo da UNESCO em 1973.

O número de falantes do árabe como primeiro idioma é, atualmente, de cerca de 360 milhões, a população dos países árabes, para além de outros 130 milhões que falam o árabe como segunda língua. É também a língua de cultura religiosa de mil milhões de muçulmanos. O árabe ocupa atualmente o quarto lugar depois do inglês, francês e espanhol, em termos de número de falantes de línguas no mundo, e é uma das línguas mais difundidas no mundo de hoje. Continue lendo

O que o mundo perde quando morre uma língua

Quando Yang Huanyi faleceu, em 2004, morreu também o nushu, um sistema de escrita silábico conhecido apenas pelas mulheres de uma área remota da província chinesa de Hunan. Aos 98 anos, ela era a última detentora de um conhecimento passado de mãe para filha que, durante séculos, permitiu que as mulheres se comunicassem secretamente entre si e burlassem o controle dos homens, ainda que fossem proibidas de receber educação formal.

De acordo com o Atlas Interativo das Línguas em Perigo, da UNESCO, mais de 100 línguas desapareceram nos últimos 10 anos e outras 2.572 são consideradas vulneráveis ou em risco de extinção. Dessas, 519 estão em situação crítica e 51 são faladas por uma única pessoa. A organização afirma que uma língua morre a cada 14 dias. Nesse ritmo, metade dos 7.000 idiomas falados hoje no mundo desaparecerá até o final do século 21, alguns deles sem nunca terem sido gravados ou documentados. Continue lendo

Está no ar o fórum online da diversidade linguística brasileira

Conhecer um pouco mais sobre as línguas faladas no Brasil. Este é o objetivo do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (Ipol) ao lançar o Fórum Online da Diversidade Linguística Brasileira.

As informações coletadas estarão disponíveis e poderão apoiar ações em defesa das comunidades linguísticas. Além disso, o Fórum proporcionará um mapeamento das línguas brasileiras oferecendo bases para ampliar o seu reconhecimento no âmbito de duas políticas linguísticas importantes: a Política da Diversidade Linguística do Brasil (INDL), criada pelo Decreto nº 7.387/2010 e a Cooficialização de Línguas por Municípios, criadas por leis Municipais.  Continue lendo

Pesquisadores do Sul do país analisarão dialeto alemão falado na Região Serrana do Estado

A força do idioma alemão, presente nas conversas de muitas famílias de imigrantes da Região Serrana do Estado, será objeto de um estudo nesta semana. Os municípios de Domingos Martins, Marechal Floriano e Santa Leopoldina, a partir do próximo sábado (12), serão o foco de uma pesquisa que irá mapear os moradores que falam o dialeto hunsruckisch.

O projeto, que é patrocinado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), é promovido por uma parceira entre o Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL), e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por meio do Projeto Atlas Linguístico-Contatual das Minorias Alemãs na Bacia do Prata – ALMA-H. A pesquisa terá duração de uma semana e fará parte do Inventário Nacional da Diversidade Linguística do Brasil (INDL), que tem como objetivo conhecer a variedade linguística do Brasil.

Continue lendo

Aplicaciones móviles permiten conocer dos lenguas indígenas amazónicas [TECNOLOGÍA HOY]

El Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana (IIAP) tiene una original estrategia para revitalizar las lenguas amazónicas que están en peligro de desaparecer, golpeadas por la modernidad y la depredación de los bosques.

Los sistemas son interactivos y cuentan con audios que favorecen el aprendizaje de las lenguas mencionadas. Se tienen registros del alfabeto, números, animales, colores, partes del cuerpo, frases comunes y más.

[Lee también: Uso de la tecnología para reconstrucción facial en 3D [TECNOLOGÍA HOY]]

Según datos del IIAP, en el territorio amazónico del Perú, que abarca 750 mil kilómetros cuadrados, habitan pueblos indígenas que se comunican en 43 lenguas amazónicas oficiales. 27 de estas lenguas se hablan en Loreto.

La expansión del español, enfermedades y el aumento de invasores en la Amazonía (petrolero y traficante de drogas), así como la tala y minería ilegal, debilitan seriamente estas lenguas del Perú.

Fonte: TV Peru

IPOL Pesquisa

Receba o Boletim

Facebook

Visite nossos blogs

Clique na imagem

Clique na imagem

Clique na imagem

Visitantes

Arquivo