Patrimônio Imaterial

Pesquisadores do Sul do país analisarão dialeto alemão falado na Região Serrana do Estado

A força do idioma alemão, presente nas conversas de muitas famílias de imigrantes da Região Serrana do Estado, será objeto de um estudo nesta semana. Os municípios de Domingos Martins, Marechal Floriano e Santa Leopoldina, a partir do próximo sábado (12), serão o foco de uma pesquisa que irá mapear os moradores que falam o dialeto hunsruckisch.

O projeto, que é patrocinado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), é promovido por uma parceira entre o Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL), e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), por meio do Projeto Atlas Linguístico-Contatual das Minorias Alemãs na Bacia do Prata – ALMA-H. A pesquisa terá duração de uma semana e fará parte do Inventário Nacional da Diversidade Linguística do Brasil (INDL), que tem como objetivo conhecer a variedade linguística do Brasil.

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Aplicaciones móviles permiten conocer dos lenguas indígenas amazónicas [TECNOLOGÍA HOY]

El Instituto de Investigaciones de la Amazonía Peruana (IIAP) tiene una original estrategia para revitalizar las lenguas amazónicas que están en peligro de desaparecer, golpeadas por la modernidad y la depredación de los bosques.

Los sistemas son interactivos y cuentan con audios que favorecen el aprendizaje de las lenguas mencionadas. Se tienen registros del alfabeto, números, animales, colores, partes del cuerpo, frases comunes y más.

[Lee también: Uso de la tecnología para reconstrucción facial en 3D [TECNOLOGÍA HOY]]

Según datos del IIAP, en el territorio amazónico del Perú, que abarca 750 mil kilómetros cuadrados, habitan pueblos indígenas que se comunican en 43 lenguas amazónicas oficiales. 27 de estas lenguas se hablan en Loreto.

La expansión del español, enfermedades y el aumento de invasores en la Amazonía (petrolero y traficante de drogas), así como la tala y minería ilegal, debilitan seriamente estas lenguas del Perú.

Fonte: TV Peru

Equipe do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) chega em Piratuba, SC

Equipe IHLBrI em Piratuba, SC.

Equipe IHLBrI na Rádio Piratuba FM. Foto de Vagner Luiz Silva

A chegada da equipe do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) em Piratuba, SC, foi cheia de atividades. Primeiro, a equipe participou do programa de entrevistas na Piratuba FM, 104,9 (ouça aqui) em dois dias da campanha de campo, sendo que no primeiro, foi apresentado o projeto e seus objetivos, e no segundo, sobre o andamento dos trabalhos, ouça as entrevistas abaixo

Entrevista 1:

Entrevista 2:

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Conclusão das ações em São João Do Oeste pela equipe do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI)

Equipe IHLBrI sendo recebida pelo Prefeito de São João do Oeste.

A Equipe do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI), composta pelos pesquisadores do IPOL, Chari Gonzales, Lívia Gomes, Mariela Silveira, Rodrigo Schelenker e Tamissa Godói, e da UFRGS, Ana Carolina Winckelmann, concluiu suas atividades na Cidade de São João do Oeste, após ter ótimas experiências e atuação excelente para a composição do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI).

Tudo só foi possível com a recepção calorosa da cidade, a qual, mesmo durante sua tradicional e importante Semana Alemã, nos recebeu com muita abertura e disponibilidade.

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Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) continua suas ações

Fonte: Acervo próprio

O Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) segue em plena execução. Desta vez, a equipe do IPOL responsável por parte das atividades do IHLBrL acaba de voltar da pesquisa em campo na cidade de São Pedro de Alcântara, realizada na primeira semana do mês de julho de 2017.

As atividades foram voltadas para a coleta de informações sobre as línguas e seus usos, visando a compor  o Inventário da língua conforme o Guia INDL, para a qual foram utilizados questionários individuais e sociolinguístico.

Manifestamos nosso agradecimento a todos que nos receberam, e de modo especial, agradecemos o apoio do Prefeito Sr. Ernei José Stähelin, do Secretário de Cultura, Sr. Sérgio Flores, do Coordenador da Casa de Cultura, Sr. Daniel Silveira e do Funcionário da Prefeitura e morador que nos conduziu até as casas, Lucio Erhardt.

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Patrimônios culturais são bem protegidos em Xinjiang, diz livro branco

Fonte: Wikipedia

Um livro branco divulgado pelo Departamento de Comunicação do Conselho de Estado da China na quinta-feira indicou que os patrimônios culturais têm sido protegidos efetivamente na Região Autônoma Uigur de Xinjiang.

Segundo o livro branco “Direitos Humanos em Xinjiang — Desenvolvimento e Progresso”, mais de 3 mil relíquias culturais preciosas têm sido conservadas e renovadas.

Até o final de 2016, Xinjiang possuía dois locais de patrimônio cultural mundial, cinco cidades históricas e culturais nacionais, 113 locais de relíquia cultural sob proteção do Estado e 558 locais de relíquia cultural sob proteção da região autônoma, com mais de 616 mil relíquias culturais tangíveis sendo colecionados e preservados em 182 unidades estatais, segundo o livro branco.

  Além disso, as línguas faladas e escritas das minorias étnicas são usadas amplamente em Xinjiang, segundo ele.

Xinjiang tem atualmente 13 editoras que publicam livros, produtos audiovisuais e eletrônicos em seis línguas — Uigur, Mandarim, Cazaque, Quirguiz, Mongol e Xibe, de acordo com a mesma fonte.

Segundo o livro branco, Xinjiang publica 110 jornais, incluindo 52 em línguas de minorias étnicas, e 200 periódicos, incluindo 120 em línguas de minorias étnicas.

Fonte: CRI On line

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