Línguas europeias

Macron deseja tornar o francês a terceira língua mais falada no mundo

Em seu primeiro discurso na Academia Francesa, o presidente francês Emmanuel Macron defendeu a francofonia, em 20 de março de 2018.

Em seu primeiro discurso na Academia Francesa, o presidente francês Emmanuel Macron definiu como objetivo nesta terça-feira (20) dobrar o número de estudantes em escolas secundárias francesas no exterior, que atualmente recebem cerca de 350 mil jovens em 500 instituições em todo o mundo. Em 2065, um bilhão de pessoas deverão falar francês, cinco vezes mais do que em 1960.

 As escolas secundárias francesas no exterior são a “espinha dorsal” do ensino francês, disse o chefe de Estado em seu discurso na Academia Francesa nesta terça-feira. “Esta rede será consolidada e impulsionada”, afirmou, em particular para atender a crescente demanda por educação francesa no exterior.

Descendentes se reúnem em S.José dos Pinhais para falar a língua ladina

Grupo que participou do encontro cultural com o casal anfitrião Giampaolo Zandó e Terezinha Rosa Alves em São José dos Pinhais, no sábado – FOTO FJBRUGNAGO

Grupo de descendentes de imigrantes italianos que vieram do Vale do Biois, Belluno, para a Colônia Luiz Alves, participou de uma excursão a São José dos Pinhais, no sábado, na Chácara Focobon, do engenheiro italiano Giampaolo Zandò e da baiana e também engenheira, Terezinha Rosa Alves. Giampaolo, 75 anos, rodou o mundo a trabalho na construção civil, em vários continentes, mas mantém ligação estreita com a terra natal, em Falcade, no sopé da montanha Focobon, que fica no maciço dolomítico, que ele considera a mais bela do mundo.

Deu o nome da chácara em homenagem à montanha. O casal participou em novembro da comemoração dos 140 anos da imigração italiana a Luiz Alves, na Comunidade Sagrada Família, em Massaranduba, e fez o convite ao bellunesi Luiz Carlos Ronchi para organizar um grupo de até 30 pessoas e conhecer a chácara e falar o dialeto canalin do Vale do Biois, que tem 20 quilômetros de extensão, mas 10 km desabitados.  Continue lendo

Portugal e Luxemburgo vão assinar acordo para organizar formação profissional em português

José Luís Carneiro esteve hoje reunido com o ministro do Trabalho do Luxemburgo, Nicolas Schmit.
Foto: Guy Jallay

Os Governos de Portugal e do Luxemburgo deverão assinar até final de março um acordo que vai permitir a organização de formação em língua portuguesa para trabalhadores imigrantes, sobretudo no setor da construção.

O anúncio foi feito hoje pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, após um encontro com o ministro do Trabalho do Luxemburgo, Nicolas Schmit. “O objetivo é estabelecer um quadro de oferta de formação profissional em língua portuguesa, com materiais de apoio em português”, para permitir aos trabalhadores portugueses no Luxemburgo o acesso à “formação contínua, formação profissional e reconhecimento das competências técnicas específicas”. Continue lendo

Documentário narra como criança judia foi salva do Holocausto por falar ladino

O documentário “Salvo pela Língua,” que narra como uma criança judia bósnia se salvou do Holocausto por falar ladino, será apresentado à comunidade judaica portuguesa na quinta-feira, em Lisboa, disse hoje um dos produtores do filme.

“Eu morei em Sarajevo, na Bósnia, entre 2000 e 2001, e foi lá que conheci o senhor Moris Albahari, que me contou como utilizou o ladino para salvar a sua vida durante a II Guerra Mundial”, declarou à Lusa Susanna Zaraysky, uma das produtoras e realizadoras do documentário.

A produtora afirmou que Moris Albahari lhe contou que tinha apenas 11 anos e estava com a sua família e outros judeus jugoslavos num comboio com destino aos campos de extermínio nazis, quando escapou com a ajuda de um coronel italiano, com quem se comunicou em ladino. Continue lendo

Superando barreiras linguísticas na Suíça

A alemã Diana Linder é um dos inúmeros tradutores e intérpretes que trabalham na região de Genebra. (Bill Harby)

Em um país com quatro línguas oficiais e uma inoficial, como é o trabalho dos tradutores profissionais na Suíça?

Haveria algum outro país com maior demanda de tradutores do que a Suíça? Nosso pequeno país de 8,3 milhões de habitantes tem quatro línguas oficiais: o alemão, o francês, o italiano e o reto-romano; e uma língua inoficial corrente, o inglês. Os imigrantes compõem 25% da população. Nós somos sede das Nações Unidas, de ONGs, de agências governamentais, de firmas e de organizações artísticas que produzem continuamente documentos em diversas línguas.

A resposta à questão acima é, portanto, sim: a Suíça é um país rico em oportunidades para tradutores profissionais e intérpretes (“tradutores” vertem textos escritos, enquanto “interpretes” trabalham na comunicação oral). Continue lendo

Assistentes brasileiros de língua portuguesa na França – Ano letivo 2018-2019

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Programa

Este programa está aberto a todos os estudantes brasileiros,
- de 20 a 30 anos de idade,
- matriculados em último ano de graduação no momento de sua candidatura,
- caso já tenham um curso superior completo, matriculados em outro curso superior (uma segunda graduação, mestrado, doutorado ou especialização),
- matriculados numa universidade brasileira em letras, línguas estrangeiras ou qualquer outro curso,
- com bom conhecimento da língua francesa (nível B1 do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas).

O objetivo geral do programa é oferecer a oportunidade a estudantes brasileiros de familiarização com a língua e a civilização francesas, levando às escolas e aos estabelecimentos franceses a autenticidade de sua língua e a riqueza de sua cultura. Por conseguinte, apenas falantes de língua materna brasileira, que estudem no Brasil, de onde são cidadãos de pleno direito, poderão ser selecionados para este programa.

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