Línguas europeias

As origens misteriosas da língua mais antiga da Europa

Primeira escola basca (“iskatola”) foi aberta na cidade litorânea de San Sebastián em 1914.

Pela janela do meu carro, vi a Espanha se transformar. De Madri, no centro do país, até a costa norte, terras vazias e vacas pastando deram lugar a montanhas verdes e um porto cintilante cheio de barcos. Já havia dirigido até o norte anteriormente, mas essa foi a primeira vez em que parei em Getaria, um vilarejo medieval de pescadores com praias, vinhedos e uma igreja do século 15 onde foi batizado Juan Sebastián Elcano, a primeira pessoa a navegar ao redor do mundo.

Em uma rua estreita, dois homens diante de um caminhão de entrega de frutos do mar falavam um idioma que nunca havia ouvido antes.

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Equipe do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) chega em Piratuba, SC

Equipe IHLBrI em Piratuba, SC.

Equipe IHLBrI na Rádio Piratuba FM. Foto de Vagner Luiz Silva

A chegada da equipe do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) em Piratuba, SC, foi cheia de atividades. Primeiro, a equipe participou do programa de entrevistas na Piratuba FM, 104,9 (ouça aqui) em dois dias da campanha de campo, sendo que no primeiro, foi apresentado o projeto e seus objetivos, e no segundo, sobre o andamento dos trabalhos, ouça as entrevistas abaixo

Entrevista 1:

Entrevista 2:

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Moscou propõe que a Armênia adote o russo como língua oficial

Inscrições em armênio em Nicósia, Chipre. Fonte: CEIRI Newspaper

Na última segunda-feira, 17 de julho, Vyacheslav Volodin, Presidente da Duma Federal, Câmara Baixa do Parlamento da Rússia, sugeriu que a Armênia alterasse sua constituição para incluir o russo como idioma oficial do país. A medida faria com que cidadãos armênios que exercem funções ligadas ao transporte pudessem conduzir seus veículos no território da Federação Russa.

A sugestão foi feita após a Duma ter aprovado uma Lei que permite que nacionais dos Estados membros da União Econômica Euroasiática, da qual a Armênia também faz parte, dirijam comercialmente na Rússia, desde que seus países de origem tenham o russo como uma de suas línguas oficiais. A justificativa é de que os motoristas precisariam ter conhecimento do idioma para compreender adequadamente a sinalização de trânsito. No entanto, nenhum teste de proficiência é exigido, apenas a oficialização constitucional.  Atualmente, Belarus, Quirguistão e Cazaquistão são os países que cumprem com os requisitos impostos.

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Conclusão das ações em São João Do Oeste pela equipe do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI)

Equipe IHLBrI sendo recebida pelo Prefeito de São João do Oeste.

A Equipe do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI), composta pelos pesquisadores do IPOL, Chari Gonzales, Lívia Gomes, Mariela Silveira, Rodrigo Schelenker e Tamissa Godói, e da UFRGS, Ana Carolina Winckelmann, concluiu suas atividades na Cidade de São João do Oeste, após ter ótimas experiências e atuação excelente para a composição do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI).

Tudo só foi possível com a recepção calorosa da cidade, a qual, mesmo durante sua tradicional e importante Semana Alemã, nos recebeu com muita abertura e disponibilidade.

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Projeto “Bilinguismo teuto-brasileiro: um estudo comparativo entre Brasil e Alemanha”

O projeto “Bilinguismo teuto-brasileiro: um estudo comparativo entre Brasil e Alemanha” tem como objetivo analisar as competências textuais de alunos do Ensino Fundamental, no caso do Brasil, e alunos do Mittelstufe, no caso da Alemanha, na sua primeira e segunda língua.  O projeto é realizado sob a Coordenação da Professora Dra. Maristela Pereira Fritzen, do Dpto. de Letras da Universidade Regional de Blumenau em parceria com a Profa. Dra. Claudia Maria Riehl, diretora do Instituto de Alemão como Língua Estrangeira da Ludwig-Maximilians-Universität München (Universidade de Munique Ludwig-Maximilians), da Alemanha e acontece até novembro desse ano.

Conheça mais sobre o projeto na reportagem abaixo.

Fonte: Prof Dra. Maristela Pereira Fritzen

O “griko”, uma das heranças gregas da Itália que se recusa a morrer

No sudeste da Itália, o “griko” luta por sua sobrevivência: uma língua remanescente da herança grega na época romana em perigo de extinção, apesar de fazer parte das minorias linguísticas históricas reconhecidas pelo parlamento italiano em 1999.

Para a Unesco é uma língua “severamente em perigo”, só falada “pelas gerações mais velhas”, mas nove povoados de Salento (na Apúlia, sudeste da Itália) o mantêm vivo com distintas iniciativas culturais.

Como, por exemplo, as do Parco Turistico Culturale Palmieri (de Martignano, província de Lecce), que pretende “tornar atrativa a língua” através de atividades como o carnaval griko, que faz referências às raízes gregas do povoado e cujo responsável, Pantaleo Rielli, descreve como “muito popular, livre e gratuito”.

Além disso, a associação de Martignano (de menos de duas mil pessoas) organiza anualmente o festival de cinema das línguas minoritárias “Evò ce Esù”, (do griko, “Eu e tu”).

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