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Línguas do mundo: Unesco estima que 2,5 mil idiomas podem desaparecer no futuro

Unesco estima que 2,5 mil idiomas podem desaparecer; solução para questão pode estar na internet

Línguas do mundo: Unesco estima que 2,5 mil idiomas podem desaparecer no futuro  |  Fonte: Shutterstock

Línguas do mundo: Unesco estima que 2,5 mil idiomas podem desaparecer no futuro | Fonte: Shutterstock

Se você acredita que um idioma nunca morre, é hora de repensar. Segundo a Organizações das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), dos 6 mil idiomas existentes na Terra, aproximadamente 2,5 mil correm risco de desaparecer. Curiosamente, apesar de a globalização ser a principal razão desse fenômeno, é justamente um fruto dela que pode salvar essas línguas: a internet!

Entre os principais idiomas em risco estão, na maioria das vezes, dialetos indígenas como o andoa equatoriano que, atualmente, conta com apenas um falante ou o zapara, que tem apenas seis idosos que o compreendem fluentemente. Isso se dá ao fato de as comunidades precisarem se integrar à cultura dominante, o que resulta no abandono da sua própria e também de seu idioma.

A principal questão envolvendo essas línguas é que elas não são registradas por escrito, logo, são, em muitos casos, idiomas que existem apenas no contexto oral. O desafio atual dos linguistas é recuperar ao menos uma parte dos idiomas e tentar documentá-los. Uma tarefa difícil, porém, não impossível. E tudo graças à internet.

Ao serem gravadas em áudio ou em vídeo e disponibilizadas na web, essas línguas chegam a mais pessoas e, dessa forma, mais interessados aparecem. Há com isso um despertar para a cultura do outro, o que faz com que pessoas que nem haviam ouvido falar de determinado idioma sintam vontade de conhecer e protegê-lo.

Fonte: Universia Brasil

O fenômeno do desaparecimento de idiomas e suas explicações

Das 6 mil línguas existentes no mundo, em breve quase metade poderá estar extinta, estima Unesco. Embora globalização seja um dos fatores negativos, internet pode ajudar na preservação.

Aula de sórbio em Cottbus, no leste da Alemanha. Fonte: DW

Aula de sórbio em Cottbus, no leste da Alemanha. Fonte: DW

 Por todo o mundo há idiomas ameaçados de extinção. Seja na Alemanha, onde o baixo-sórbio só é falado por 7 mil pessoas; ou na América do Norte, onde só 250 nativos ainda utilizam o cayuga, sua língua materna. Na Austrália, o dalabon é preservado por apenas 11 pessoas – ou talvez menos, já que o último censo data de mais de dez anos.

Com o Dia Internacional da Língua Materna, a ONU procura ressaltar todos os anos a importância da diversidade linguística. A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) calcula que existam cerca de 6 mil idiomas no mundo, dos quais 2.500 têm sua existência ameaçada.

“Um sinal bem óbvio de perigo é quando os pais não falam mais a própria língua com os filhos”, explica Katharina Haude, pesquisadora do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), em Paris, e vice-presidente honorária da Sociedade Alemã de Idiomas Ameaçados.

Haude observou esse fenômeno na América Latina. Ao longo de dez anos, ela viajou regularmente para Santa Ana del Yacuma, no norte da Bolívia. Na cidade de 12 mil habitantes vivem os últimos 1.500 falantes da língua indígena movima, a maioria deles acima dos 70 anos de idade.

Idiomas nativos como esse, não documentados por escrito, estão especialmente ameaçados. Segundo Haude, o desaparecimento das línguas faladas por pequenos grupos na Bolívia, como o movima, está também relacionado à ampliação do sistema escolar.

“Nos anos 50 anos, foram construídas escolas na Bolívia em que só se ensinava espanhol”, o que levou os genitores a deixarem de praticar a própria língua com os filhos. Só com a reforma do ensino, as 30 línguas indígenas do país retornaram às escolas, em 1994, recuperando em parte seu prestígio.

Internet como esperança

Os linguistas têm diferentes explicações para o declínio de certos idiomas. “Um fator é, seguramente, a globalização”, afirma Paul Trilsbeek, diretor do Arquivo Multimídia de Idiomas Ameaçados do Instituto Max Planck de Psicolinguística, em Nimwegen, Holanda.

“As pessoas pensam que terão melhores chances na vida se falarem línguas mais difundidas”, aponta. Outro fator é a migração continuada das zonas rurais para as grandes cidades.

Segundo a Unesco, mais de 200 idiomas foram extintos desde os anos 1950. E, de acordo com Trilsbeek, “nas últimas décadas o número das línguas desaparecidas parece ter aumentado”.

Para reunir os registros em áudio e vídeo que compõem o arquivo digital dirigido por ele, pesquisadores viajaram durante dez anos aos locais mais distantes do mundo, a fim de contatar os habitantes cuja língua materna estava sob risco de extinção.

“A meta do projeto era documentar para pesquisa os idiomas ameaçados, mas o arquivo também pode ser importante para as comunidades linguísticas”, explica Trilsbeek. Contudo, isso não basta para reavivar um idioma em extinção.

“Em primeiro lugar, é preciso criar uma nova motivação para que se transmita a língua às gerações subsequentes”, diz o diretor do arquivo.

O fato de cada vez mais pessoas terem smartphones e acesso à internet se tornou um aliado nessa luta, aponta. “Desse modo, há também cada vez mais línguas indígenas online, por exemplo no YouTube. Isso também poderá ajudar a preservar as diferentes línguas.”

Fonte: DW

Cunceilho Anternacional subre Ecolhenguismo i Lhénguas Minoritairas / Colóquio Internacional sobre Ecolinguismo e Línguas Minoritárias

ecolinguismo1 Colóquio Internacional sobre Ecolinguismo e Línguas Minoritárias
Cunceilho Anternacional subre Ecolhenguismo i Lhénguas Minoritairas

15 a 18 de Junho de 2016
Centro de Línguas, Literaturas e Culturas da Universidade de Aveiro / Miranda do Douro – Portugal

Nos dias 15 e 16 de junho terá lugar, no Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro, o Colóquio Internacional sobre Ecolinguismo e Línguas Minoritárias. Uma homenagem a Amadeu Ferreira. O objetivo desta iniciativa é reunir estudiosos, investigadores e docentes que se ocupem da análise e divulgação da diversidade linguística.

E-mail de contacto: dlc-variacaolinguistica@ua.pt

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Prêmio Meendinho 2015 será entregue em cerimônia nesta segunda em Florianópolis-SC

fund-meendinhoGilvan Müller de Oliveira, professor da UFSC e assessor do IPOL, receberá o Prêmio Meendinho 2015, atribuído pela Fundaçom Meendinho, “por serviços prestados à Língua Portuguesa e à Galiza”.

O Prêmio erá entregue pelo Presidente da Fundaçom, Alexandre Banhos Campos, em cerimônia a ser realizada nesta segunda, 07 de dezembro, das 16 às 17h, na Sala Machado de Assis, 4º andar do Prédio B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), Campus da UFSC, Florianópolis-SC.

Segundo informe da Fundaçom Meendinho (ver notícia aqui), o prêmio será entregue a Gilvan Müller de Oliveira pelas seguintes razões:
- Como diretor executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), «soube impulsionar a realizaçom dos vocabulários ortográficos dos países lusófonos, convertendo essa disposiçom do acordo ortográfico numha realidade».
- Trabalhou à frente do IILP «sem preconceitos, ficando aberto à realidade plural da língua portuguesa».
- O premiado «sentiu e tratou a Galiza e a sua língua, como o que é, mais uma expressom da diversidade da língua portuguesa».
- Finalmente, Gilvan de Oliveira «converteu o IILP «num ator importante e que vai ser fulcral para o futuro internacional da nossa língua».

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Conheça o boletim eletrônico do Centro Europeu para Línguas Modernas do Conselho da Europa

ECMLDivulgamos nesta postagem a edição de novembro de European Language Gazette, boletim eletrônico do Centro Europeu para Línguas Modernas do Conselho da Europa – European Centre for Modern Languages of the Council of Europe-ECML/Centre Européen pour les Langues Vivantes du Conseil de l’Europe-CELV (página | facebook).

Clique aqui para acessar a edição de European Language Gazette

A publicação fornece notícias atualizadas sobre o ECML/CELV (eventos, projetos, recursos), a Unidade de Política Linguística e outros setores relevantes do Conselho da Europa, assim como os parceiros do Centro. Ela se concentra nos desenvolvimentos no campo do ensino de línguas nos estados-membros e além.

Fonte: ECML/CELV

Senado francês enterra Carta de Línguas Regionais

Vista geral do Senado francês em novembro de 2012 - Foto Joel Saget/AFP

Vista geral do Senado francês em novembro de 2012 – Foto Joel Saget/AFP

Notícia publicada na página do jornal Libération destaca a decisão do senado francês de enterrar o processo de ratificação da Carta Europeia das Línguas Regionais ou Minoritárias. A maioria dos senadores votaram contra o direito de um projeto de lei apresentado pelo governo socialista do presidente François Hollande em julho deste ano, que pretendia fazer uma emenda constitucional para permitir a ratificação da Carta. A votação no senado foi realizada na semana passada, 27/10. Apresentamos abaixo o texto da notícia em francês. Na sequência, outra notícia do mesmo jornal elenca argumentos a favor e contra a aprovação da ratificação da Carta.

Leia também: Rumo a um projeto de lei constitucional francês para ratificar a Carta das Línguas Regionais

Le Sénat enterre la charte des langues régionales

Par Laure Equy

Promesse de campagne de François Hollande, la ratification de ce texte du Conseil de l’Europe et signée par la France en 1999, est de nouveau gelée.

27 octobre 2015 à 19:46 – Pas de miracle pour la charte européenne des langues régionales. Le Sénat vient de retoquer la ratification de ce texte du Conseil de l’Europe, en votant une motion de procédure qui a coupé court au débat parlementaire. Cette «question préalable», soutenu par la droite, majoritaire, et le centre, a été votée, mardi soir par 180 voix contre 155.

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Conferência sobre Multilinguismo, Migração e Economia na Europa

npldConferência sobre Multilinguismo, Migração e Economia: Rumo a um Novo Roteiro para a diversidade linguística na Europa

Local: VLEVA (Vlaams-Europees verbindingsagentschap / Liaison agency Flanders-Europe)
Endereço: Kortenberglaan / Av. De Cortenberg 71, 1000, Bruxelas, Bélgica
Data: 18 de novembro de 2015
Horário: das 10.30h às 16.00h

A NPLD – European Network to Promote Linguistic Diversity (site | facebook) será a anfitriã da Conferência NPLD2020 sobre Multilinguismo, Migração e Economia, que visa proporcionar uma discussão de ponta sobre:

  • O atual estado de coisas do multilinguismo na Europa, incluindo todas as línguas, línguas oficiais da União Europeia (UE), línguas minoritárias/regionais da UE e as línguas dos migrantes;
  • Os desafios da integração dos imigrantes nas sociedades de acolhimento em territórios monolíngues e bilíngues;
  • O papel, valor e impacto do multilinguismo para a economia europeia.

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Passeata na França: botando a língua pra fora

11Lenga Oc criancasPasseata na França: Botando a Língua Pra Fora (versões em Occitano, Português, Francês, Espanhol e Inglês)

José Ribamar Bessa Freire

VERSION OCCITANA

PARADA EN FRANÇA: SORTIR LA LENGA

José R. Bessa Freire

Una frasa – una simpla frasa – me faguèt viatjar a Montpelhièr, dins lo sud de França, per participar amb 15 000 personas a la manifestacion realizada aquel dissabte (24) en defensa de la lenga occitana. Los manifestants exigiguèron que la Carta Europèa de las Lengas Regionalas e Minoritarias, signada per l’estat francés en 1999, foguèsse finalament ratificada pel Senat après un blocatge de 18 ans. Mas los senators s’i opausèron e, dimècres (27), rejectèron amb 180 vòts contra 155 lo projèct de lei constitutionala, en tot aital prejudiciar las lengas minorizadas e sos locutors.

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Exposição de trabalhos de alunos celebra Dia Europeu das Línguas

DEL

Dia Europeu das Línguas – Exposição de trabalhos
Exposição, 28.09.2015 – 28.10.2015

De forma a motivar os alunos para a diversidade cultural e linguística e para a aprendizagem das disciplinas de Português, Inglês e Francês, os alunos foram levados a pesquisar informação sobre monumentos e locais de interesse de países lusófonos, anglófonos e francófonos, produzindo trabalhos que serão expostos para toda a comunidade escolar.

ORGANIZADOR: Colégio D. Luísa Sigea
ENDEREÇO: Avenida dos Bombeiros Voluntários, 195, 2765-202 Estoril, Portugal
CONTATO: Carlos Pereira e-MAIL: prof.carlos.pereira@gmail.com
TELEFONE: 214647480

Fonte: http://edl.ecml.at/

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