Línguas de imigração

Primeira Mostra Pomerana no Shopping Norte Sul

Foto: Jetibá Online

A expopsição trará toda a cultura pomerana, inclusive um casamento ao vivo

O Shopping Norte Sul recebe mais uma mostra. Desta vez, a cultura pomerana será o foco da exposição. A “1ª Mostra Cultural Pomerana” será realizada entre no sábado (21) e domingo (22), das 14h às 20 horas, e vai exibir um pouco dos costumes do povo pomerano, que vive em sua maioria no município de Santa Maria de Jetibá, que fica na região serrana.

O evento, que é aberto ao público, também contará com apresentações de grupos de dança, corais de metais, de vozes, feira de artesanato com exposição de produtos da região, exposição de fotos, degustação de comidas típicas, presença da rainha e princesa pomerana, tocadores de concertina, e ainda a realização de um casamento pomerano ao vivo. Continue lendo

Projeto de Extensão: Língua Talian – Ufsm/Ctism

O Projeto de Extensão: Língua Talian – Ufsm/Ctism tem como missão, desenvolver ações históricas, culturais e linguísticas com os municípios integrantes da Quarta Colônia de Imigração italiana, com a finalidade de conscientizar e auxiliar a população, associações culturais e prefeituras municipais quanto à valorização da Língua Talian como forma de preservar a história, a cultura e o conhecimento dos imigrantes.
Para conhecer mais, curta a página no Facebook, link abaixo:

Salvar o romanche antes que ninguém mais o fale

Há oitenta anos, 92 por cento dos eleitores (masculinos, pois na época só os homens tinham direito de voto) disseram “sim” ao reconhecimento do romanche como quarto idioma nacional. Hoje, apesar dos esforços, é uma língua ameaçada. Um grupo de interesse exige agora mais apoio do governo.

Porta com um cartaz em dois idomas

A maioria dos romanches também domina o alemão. (Keystone)

O romanche é o mais antigo idioma nacional ainda falado no país. Surgiu como uma mistura de latim popular e as línguas faladas na região que é hoje o cantão dos Grisões. Todavia, segundo a UnescoLink externo, o romanche está ameaçado de desaparecer. Apenas 0,5% da população domina o idioma, apesar de todo o apoio dado à sua sobrevivência.

Há oitenta anos a ameaça vinha de fora: concretamente, na forma do fascismo introduzido por Benito Mussolini. O ditador considerava o romanche um dialeto da Lombardia e, dessa forma, o cantão dos Grisões pertenceria à Itália, assim como o cantão italófono do Ticino. Continue lendo

O suíço-alemão da Pensilvânia: uma língua que persistiu

As comunidades Amish e Menonitas não sãos as únicas que falam dialetos suíço-alemães hoje, nos Estados Unidos. Para Douglas Madenford que falou o suíço-alemão da Pensilvânia a vida toda, uma recente tendência para recuperar a língua tradicional é uma prova de sua riqueza e durabilidade.

Um trator e o reboque em um campo de cultivo na Pensilvânia, Estados Unidos
Uma terra de tradições mantidas pelos antigos colonos: trator e o reboque em um campo de cultivo na Pensilvânia, Estados Unidos.

(AFP)

“Guder Mariye, liewe Kinner!” (Bom dia, crianças queridas!)

Começo quase todo os dias com essas quatro palavras. O mais interessante sobre essa declaração é que eu sou americano. Minha família imigrou para a colônia da Pensilvânia nos anos 1700 e ficou por aqui até hoje. Doze gerações depois, ainda falamos a língua que nossos antepassados trouxeram quando cruzaram o Atlântico: o suíço-alemão da Pensilvânia (Pennsylvaanisch Deitsch, ou PD). Continue lendo

Brasil suíço e pomerano: conheça outras etnias que formaram o país

Livros ajudam a contar parte da história da formação étnica brasileira pouco conhecida
Família de imigrantes pomeranos na região serrana do Espírito Santo, em realidade muito similar à enfrentada também no Sul do País
Família de imigrantes pomeranos na região serrana do Espírito Santo, em realidade muito similar à enfrentada também no Sul do País

O mosaico étnico da formação do Brasil ao longo de cinco séculos nem sempre é devidamente citado. Enquanto os povos que mais se espalharam pelo território nacional costumam ser bastante estudados, outros grupos dependem da pesquisa e da investigação localizada para serem salientados. Nesse processo, dois livros que tiveram contribuições de especialistas do Vale do Rio Pardo merecem atenção, uma vez que ampliam os estudos e os depoimentos sobre dois desses povos. Continue lendo

Descendentes se reúnem em S.José dos Pinhais para falar a língua ladina

Grupo que participou do encontro cultural com o casal anfitrião Giampaolo Zandó e Terezinha Rosa Alves em São José dos Pinhais, no sábado – FOTO FJBRUGNAGO

Grupo de descendentes de imigrantes italianos que vieram do Vale do Biois, Belluno, para a Colônia Luiz Alves, participou de uma excursão a São José dos Pinhais, no sábado, na Chácara Focobon, do engenheiro italiano Giampaolo Zandò e da baiana e também engenheira, Terezinha Rosa Alves. Giampaolo, 75 anos, rodou o mundo a trabalho na construção civil, em vários continentes, mas mantém ligação estreita com a terra natal, em Falcade, no sopé da montanha Focobon, que fica no maciço dolomítico, que ele considera a mais bela do mundo.

Deu o nome da chácara em homenagem à montanha. O casal participou em novembro da comemoração dos 140 anos da imigração italiana a Luiz Alves, na Comunidade Sagrada Família, em Massaranduba, e fez o convite ao bellunesi Luiz Carlos Ronchi para organizar um grupo de até 30 pessoas e conhecer a chácara e falar o dialeto canalin do Vale do Biois, que tem 20 quilômetros de extensão, mas 10 km desabitados.  Continue lendo

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