Línguas Asiáticas

Alunos de Lousada vão poder ter aulas de mandarim

Segundo a Câmara de Lousada está prevista a criação de duas turmas já este ano lectivo constituídas por 18 a 20 alunos do 2.º e 3.º ciclo

A Câmara de Lousada pretende avançar com aulas de mandarim em algumas escolas do concelho, já no próximo ano lectivo. O objectivo é dar aos jovens ferramentas que os ajudem a competir num mercado cada vez mais global.

A introdução do mandarim, uma das línguas mais faladas na China, nos estabelecimentos de ensino, nomeadamente no 2 e 3.º ciclo, está, para já, a funcionar a título experimental.

No passado dia 12 de Junho decorreu, na Escola Básica e Secundária Mário Fonseca, uma aula com cinco professoras do Instituto Confúcio, instituição que tem como finalidade dar a conhecer as tradições, usos e cultura deste país do continente asiático.

OBJECTIVO É DAR FERRAMENTAS AOS JOVENS PARA COMPETIR NUM MERCADO GLOBAL

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“8 séculos de história”, reportagem sobre a história e projeções da Língua Portuguesa no mundo

ufsc

Desde sua formação, a língua portuguesa passou de um idioma europeu para um dos mais falados na América — mas hoje, seu futuro está na África e na Ásia

Hip Hop in Aka – Songe Nimasow

Songe Nimasow and friend Khandu Degio rap in the endangered Aka language of Arunachal Pradesh, India.
recorded by Dr. K. David Harrison with the Enduring Voices Project with National Geographic.

Japão se mobiliza para proteger 8 línguas em desaparecimento

japaoJapão se mobiliza para proteger 8 línguas em desaparecimento

Preservação cultural: comitê vai criar arquivos digitais destes idiomas e dialetos, organizar reuniões de seus falantes e atividades escolares para promover seu uso

[Da Efe.] Tóquio – O governo do Japão criou nesta quinta-feira [27/08] um comitê especial para proteger oito línguas em risco de desaparecimento indicadas pela Organização para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), todas elas faladas em territórios remotos do país.

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China torna-se líder no ranking mundial das nações que mais ensinam a língua japonesa

Secondary teachers of Japanese language come from all over China for a training course (Summer 2013).

Secondary teachers of Japanese language come from all over China for a training course (Summer 2013).

China torna-se líder no ranking mundial das nações que mais ensinam a língua japonesa

De acordo com a pesquisa sobre o ensino do idioma japonês no exterior em 2012, realizada pela Japan Foundation naquele ano, o número de alunos de língua japonesa na China ultrapassou um milhão, e este resultado tornou a China o país número 1 no ranking mundial em termos de aprendizado do idioma japonês.

No entanto, os futuros desenvolvimentos das relações Japão-China podem ter um sério impacto sobre o ensino do idioma japonês na China. Takeji Yoshikawa, diretor da Japan Foundation, Pequim, que trabalha na linha de frente da educação do idioma japonês na China, explica a situação atual com base nos últimos resultados dessa pesquisa, tendo um olhar mais atento sobre fatores como níveis de educação e diferenças regionais.

Confira o artigo de Takeji Yoshikawa a seguir (em inglês).

China Becomes the World’s Top-Ranking Nation of Japanese-language Learning

Takeji Yoshikawa (Director, The Japan Foundation, Beijing)

The Japan Foundation conducts the “Survey on Japanese-Language Education Abroad” every three years to gain an understanding of the up-to-minute status of Japanese-language education around the world. The 2012 survey results indicated that the numbers of Japanese-language institutions, teachers, and learners in China had all grown in comparison to the 2009 survey.

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Governo timorense terá “diretrizes” da implementação das línguas oficiais até abril

mapa-do-timor-lesteGoverno timorense terá “diretrizes” da implementação das línguas oficiais até abril

O Ministério da Educação timorense espera ter concluído até meados de abril a regulamentação de implementação das línguas oficiais de ensino, no âmbito de dois decretos-leis para o pré-escolar e 1º ciclo, ainda alvo de contestação parlamentar.

Em causa estão dois polémicos decretos, alvo de amplo debate na sociedade timorense e contestados numa Apreciação Parlamentar – que continuará a ser debatida na segunda-feira – sobre os currículos da educação pré-escolar e do primeiro ciclo.

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