Línguas africanas e afro-brasileiras

Idioma Iorubá é oficialmente patrimônio imaterial do Rio

Projeto de Lei evidencia a importância da preservação dos vestígios imateriais das presenças negras africanas no Brasil

O rei Ooni Adeyeye Enitan Ogunwiusi, Ojaja ll de Ifé, líder espiritual para o povo iorubá, autoridade religiosa e detentor de grande influência política na Nigéria, recebendo homenagens de entidades Afro no Cais do Valongo, no Rio
O rei Ooni Adeyeye Enitan Ogunwiusi, Ojaja ll de Ifé, líder espiritual para o povo iorubá, autoridade religiosa e detentor de grande influência política na Nigéria, recebendo homenagens de entidades Afro no Cais do Valongo, no Rio – Paulo Carneiro/Parceiro/Agência O Dia

Rio – O idioma Iorubá, praticado nas religiões afro-brasileiras, agora é patrimônio imaterial do Estado do Rio. O Projeto de Lei, que foi aprovado na Assembleia Legislativa (Alerj), evidencia a importância da preservação dos vestígios imateriais das presenças negras africanas no Brasil. Continue lendo

Orientação Sesu e Secadi e modelos de formulários – Programa Bolsa Permanência

NOTA TÉCNICA Nº 16/2018/CGRE/DIPPES/SESU/SESU, divulgada pelo MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

PROCESSO Nº 23000.019926/2018-10

INTERESSADO: SECRETARIA DE ENSINO SUPERIOR – SESU, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA,
ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO – SECADI, IFES

ASSUNTO: Reficação da Nota Técnica nº 15/2018/CGRE/DIPPES/SESU/SESU. Bolsa Permanência. Inscrições 2018.

1. Tendo como referência a Portaria MEC nº 560, de 14 de junho de 2018, a presente Nota Técnica refica o item 2.6 da Nota Técnica nº 15/2018/CGRE/DIPPES/SESU/SESU, de 17/8/18: onde se lê: “os estudantes indígenas e quilombolas têm até o dia 28/8/2018 para se inscreverem no PBP e as IFES têm até o dia 28/9/2018 para correção de documentos apresentados pelos estudantes e sua respecva autorização.”, leia-se: “os estudantes indígenas e quilombolas têm até o dia 31/8/2018 para se inscreverem no PBP e as IFES têm até o dia 28/9/2018 para correção de documentos apresentados pelos estudantes e sua respecva autorização.”.
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Porque razão Timor-Leste optou pelas línguas oficiais tétum e português

A Constituição da República Democrática de Timor-Leste (CRDTL), no seu Artigo 13.° (Línguas oficiais e línguas nacionais), é referido que «O tétum e o português são as línguas oficiais da República Democrática de Timor-Leste» (ponto 1) e que «o tétum e as outras línguas nacionais são valorizadas e desenvolvidas pelo Estado» (ponto 2).

Em 1974, quando Timor-Leste procurava transitar para a independência, não precisou de procurar uma identidade nacional porque estava unificado pelo uso de duas línguas complementares, o tétum praça (essencialmente falado), como língua franca urbana, e uma língua essencialmente escrita, o português, utilizado como língua de ensino, desde a abertura das primeiras escolas primárias pelos dominicanos, no século XVII (Fonseca, 2015). De notar que o português começou a ser utilizado como língua da administração desde o início do século XVIII. Continue lendo

Ministra defende resgate das manifestações artísticas

A ministra da Cultura defendeu ontem, em Cabinda, o resgate das manifestações artísticas de cada região do país.

Carolina Cerqueira orienta Conselho Consultivo Fotografia: Rafael Tati | Cabinda|Edições Novembro

Carolina Cerqueira, que falava na abertura do VI Conselho Consultivo Alargado do Ministério da Cultura, sublinhou que este desafio passa pelo “reforço do projecto de municipalização da cultura”.
A ministra disse ser fundamental o contributo dos municípios nesta tarefa, promovendo feiras de artesanato e outras exposições de vária índole com recursos próprios.
Carolina Cerqueira anunciou que o sector que dirige vai, nos próximos doze meses, desenvolver tarefas ligadas ao resgate e preservação do património cultural e imaterial, à preservação dos monumentos, divulgação da  história de Angola e dedicar atenção particular à cidade de Mban-za Kongo, que celebrou no dia 8 do mês em curso o primeiro aniversário de elevação a Património Mundial.

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Quase 90% das crianças em Moçambique começam a estudar sem saber falar português

Cerca de 90% das crianças moçambicanas começam a frequentar as aulas sem saber falar a língua portuguesa, o que constitui um obstáculo para o processo de ensino e aprendizagem, indicam dados do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano. Os dados foram divulgados na quarta-feira durante o Fórum Nacional Bilingue pela ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortone, citada esta quinta-feira pelo diário O País.

A governante entende que esta pode ser uma das causas dos maus resultados nas escolas do ensino primário no país, propondo o ensino bilingue como a solução para o problema. “Um olhar atento sobre as nossas estatísticas permite perceber, claramente, o quanto os nossos concidadãos não podem usufruir dos serviços de saúde, de justiça e acesso à informação porque não conseguem permanecer no sistema de ensino por não saberem falar a língua portuguesa”, disse Conceita Sortone. Continue lendo

Exposições de arte africana ganham destaque na Bienal do Mercosul

Obras são voltadas para reflexão sobre miscigenação e migrações entre a América, África e Europa

Série de fotografias reúne retratos de mulheres da África do Sul que sofreram ataques xenófobos e homofóbicos | Foto: Zanele Muholi / Divulgação / CP

Série de fotografias reúne retratos de mulheres da África do Sul que sofreram ataques xenófobos e homofóbicos | Foto: Zanele Muholi / Divulgação / CP

Promover uma reflexão sobre a miscigenação, fluxos migratórios e o trânsito de religiões, idiomas, tecnologias e artes, que são e foram estabelecidas por meio das conexões existentes há mais de cinco séculos entre a América, África e Europa, é o que a 11º Bienal de Artes Visuais do Mercosul propõe para o público visitante.

Chamada de “O Triângulo Atlântico”, a exposição apresenta 77 artistas, sendo 21 da África, 19 do Brasil, 20 da América Latina, 11 da Europa e seis da América do Norte, além de ações pontuais realizadas em comunidades remanescentes de quilombos localizados em Porto Alegre e Pelotas. Até dia 3 de junho, as obras poderão ser conferidas no Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Memorial do RS, Santander Cultural, Praça da Alfândega, e Igreja Nossa Senhora das Dores. Continue lendo

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