Língua Portuguesa

Igualdade de condições para a língua portuguesa no ensino público galego

Pela verdadeira implementação da língua portuguesa no ensino galego

 Umas profissionais da docência apresentaram no passado dia 18 de outubro uma petição registada à Conselleria de Educación da Xunta da Galiza para solicitarem que, desde o organismo oficial e máximo responsável pela educação nos centros de ensino públicos da Galiza, tenham em consideração e seja requisito indispensável a formação em língua portuguesa e o bom desempenho comunicativo  e estrutural nessa língua das pessoas profissionais da matéria à hora da atribuição de vagas para a realização de substituições e interinidades nos centros públicos galegos.

Esta petição realizada é de mínimos, já que, enquanto outras línguas contam com especialidade própria, departamento próprio, corpo docente próprio e, portanto, concurso-oposição próprio, no que diz respeito à matéria de português nada disto acontece nas escolas secundárias e centros de primária galegos. Continue lendo

Palestra “A Língua Portuguesa, Identidades e Diferenças: um olhar a partir de Moçambique

“De acordo com dados do Ethnologue, maior catálogo de línguas do mundo, a língua portuguesa é falada como língua materna por aproximadamente 250 milhões de pessoas. Soma-se a esse número um número de aprendizes da língua como segunda língua ou língua estrangeira. A língua portuguesa que, em priscas eras, era a língua de Camões e de uma comunidade linguística presente nos domínios do Velho Mundo, é hoje a língua de muitos outros poetas e povos que, devido a variadas situações de contato por meio de empreitadas colonizadoras dos Portugueses e de uma herança histórica, apropriaram-se dela, transformaram-na e imprimiram à língua as novas cores e matizes de suas línguas-culturas.

Apesar do caráter dinâmico da língua portuguesa, viva e em constante estado de mudança, resguarda-se certa unidade mantida pelos gestores dessa língua tão pluricêntrica. Falamos português no Brasil, fala-se em Portugal, em Cabo-Verde, Angola, Moçambique, Guiné Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, compondo a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – CPLP, em diversos territórios asiáticos, tais como Macau (atualmente sob soberania da China), Diu, Damão e Goa (atualmente sob soberania da Índia), e em outras regiões do mundo com os quais compartilhamos essa ‘unidade’ da língua, ao mesmo tempo em que construímos tantas identidades e demarcamos as diferenças.

Essa palestra, voltada ao público acadêmico e demais interessados, tematiza as políticas linguísticas em torno da língua portuguesa com enfoque em Moçambique, visando a prover conhecimento ao público participante em torno do tema proposto, bem como estabelecer relações entre essa língua-cultura e as língua (s)-cultura(s) do português no Brasil.”

Fonte: http://palestra-unioeste.webnode.com/saiba-mais-sobre-a-palestra/

 

 

Na Andaluzia o ensino do português teve um crescimento de 565,45 por cento desde 2011

O balanço feito desde 2011 é positivo, com o ensino da língua portuguesa a crescer “ano após ano” e a “integrar-se muito bem” no sistema curricular, garante a coordenadora do EPE em Espanha e Andorra, Filipa Soares.

No ano letivo 2011-2012, a Junta da Andaluzia passou a impulsionar o ensino do português como segunda língua estrangeira através do Programa ‘José Saramago’ – que integra um projeto alargado de incentivo ao ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras na Andaluzia, promovido pelo Governo autonómico.
Em Espanha, onde a educação está na esfera de competências das comunidades autónomas, a Andaluzia é atualmente a única região do país que assegura o ensino do português sem a presença da rede EPE (Ensino Português no Estrangeiro), tutelada pelo Camões, I.P.. Continue lendo

El portugués quiere volver a Galicia

La Xunta sigue sin ofrecer clases en los institutos a pesar del aumento de la demanda en los últimos años y de la proximidad lingüística con el gallego

Fonte: El País

“El gallego tiene una gran utilidad y es que, sabiendo gallego, te puedes comunicar con más de 200 millones de habitantes. Excluído el chino, después del inglés y del español, está el portugués”. No es una cita del profesor Carvalho Calero, ni de Castelao, ni de Isaac Díaz Pardo o cualquier otro galleguista. Es lo que contestaba el presidente de la Xunta, Alberto Núñez Feijóo, en una entrevista que le realizaron en el canal Intereconomía, preguntado por el “problema” que suponía para los niños dar algunas asignaturas en gallego.

La cuestión no es nueva, por sorprendente que pueda parecer escucharla en boca del presidente que redujo las clases en gallego al 33% o que votó en contra de una propuesta no de ley del BNG para introducir el portugués como segunda lengua extranjera en 2011. Durante los dos últimos siglos la mayoría de las élites intelectuales de Galicia defendieron los vínculos que guarda el idioma propio con la lusofonía. El escritor y periodista Álvaro Cunqueiro ya auguraba en 1970 que para el año 2000 el gallego sería hablado “por 200 millones de personas”, contando todos los países lusófonos. El de Mondoñedo se quedaba algo corto, pues el portugués tiene ya más de 250 millones de hablantes (el 3,6% de la humanidad), siendo la cuarta lengua más hablada del globo. Continue lendo

Lisboa vai receber Enciclopédia do Migrante, projeto que reune 400 histórias de oito países

Uma enciclopédia com 400 testemunhos de migrantes, entre os quais 100 portugueses, vai integrar o espólio da Câmara Municipal de Lisboa, numa iniciativa que reuniu oito cidades de quatro países para trazer um novo olhar sobre as migrações.

O projeto, transnacional e cofinanciado pela União Europeia, junta Portugal, Espanha, França, Inglaterra e Gibraltar, tendo por base um conceito artístico da autoria de Paloma Sobrino, convidada em 2007 para abordar a questão da migração de um ponto de vista mais íntimo.

O início faz-se com migrantes de um bairro em França a escreverem cartas, para progressivamente ir-se alargando até chegar a 400 migrantes de oito cidades (Brest, Rennes, Nantes, Gijon, Porto, Lisboa, Cadis e Gibraltar) em quatro países europeus.

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Academia Galega da Língua Portuguesa ganha estatuto de membro observador da CPLP

O Conselho de Ministros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, na sua XXII reunião ordinária, realizada em Brasília no dia 20 de julho de 2017, decidiu conceder a categoria de Observador Consultivo à Fundação Academia Galega da Língua Portuguesa.

A decisão ora adotada é duplamente significativa, por ser a primeira entidade da sociedade civil galega a participar oficialmente neste organismo, o que poderá vir a reforçar as posições pró lusófonas na Galiza, e por tratar-se de uma Academia que defende a unidade da língua portuguesa, de que o galego faz parte.

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