Libras

Programa brasileiro de tradução para Libras é finalista em premiação no México

VLibras 'traduzindo' trecho de página na internet (Foto: Gabriel Luiz/G1)

VLibras ‘traduzindo’ trecho de página na internet (Foto: Gabriel Luiz/G1)

Software público foi desenvolvido pelo Ministério do Planejamento. Ele concorre com mais duas iniciativas na categoria ‘sociedade igualitária e colaborativa’.

O software público brasileiro VLibras – que permite traduzir textos, áudios e vídeos para a Língua Brasileira de Sinais, usada por pessoas com deficiência auditiva – é finalista em uma premiação internacional no México. A cerimônia celebra iniciativas para tornar as cidades “mais inteligentes”.

Criado pelo Ministério do Planejamento em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o programa concorre com outros dois finalistas na categoria “sociedade igualitária e colaborativa”. Os vencedores desta edição poderão expor o projeto no próximo congresso, em um stand de 9 metros quadrados. Continue lendo

Alunos de Resende representaram a região na Olimpíada do Conhecimento em Brasília

Estudantes estão na expectativa para o evento e vão levar invenções que têm o objetivo de preservar o meio ambiente e, também, de melhorar a qualidade de vida da sociedade.

Alunos de Resende vão representar a região na Olimpíada do Conhecimento em Brasília (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)

Alunos de Resende vão representar a região na Olimpíada do Conhecimento em Brasília (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)

Enquanto os olhos do Brasil e do mundo estão voltados para a Copa da Rússia, um grupo de estudantes de Resende, no Sul do Rio de Janero se prepara para a Olimpíada do Conhecimento, que vai acontecer em Brasília.

Os alunos estão na expectativa para o evento e vão levar invenções que têm o objetivo de preservar o meio ambiente e, também, de melhorar a qualidade de vida da sociedade de um modo geral.

Entre as invenções, está uma luva que consegue reconhecer os gestos da Língua Brasileira de Sinais (Libras). O aluno do curso de técnico em mecatrônica do Senai, Igor Monteiro, quem teve essa ideia e transformou a teoria em prática. O equipamento ainda está em fase de testes, mas já gera uma grande expectativa. Continue lendo

Festival Palco Giratório Sesc chega à 15ª edição em Florianópolis

O Sesc anuncia a programação completa do evento, que de 1º a 31 de agosto, apresenta diferentes vertentes das artes cênicas do Brasil e ações formativas na Capital catarinense.

Com 28 apresentações artísticas, homenagem ao circo, oficinas, reflexões, debates e painéis, o 15º Festival Palco Giratório vai movimentar a capital catarinense, de 1º a 31 de agosto. A iniciativa do Sesc de difusão e intercâmbio de artes cênicas, consolidada como a maior ação do gênero no Brasil, traz uma ampla programação, caracterizada pela diversidade de expressões, qualidade de espetáculos e ações formativas com grupos de 15 estados brasileiros.

Durante o evento, as 20 companhias selecionadas para a circulação nacional do Palco Giratório e grupos convidados apresentam o que há de melhor nas linguagens de teatro, circo e dança, em espetáculos para adultos, crianças, adolescentes e também para bebês. A proposta é destacar questões presentes na contemporaneidade por meio da arte. A esperança de um mundo melhor, a necessidade do encontro e da união, a importância do diálogo, a negritude, a cultura indígena, as questões do feminino, diversidade, preconceito, diferentes corpos, são algumas das temáticas presentes nos espetáculos em cartaz.
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Tribunal do Rio usa aplicativo WhatsApp e Libras em audiências

A Linguagem Brasileira de Sinais (Libra) e o aplicativo de comunicação whatsapp têm sido usados para solução de casos no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

O aplicativo foi utilizado, por exemplo, na audiência em que o juiz decidiu manter o pagamento da pensão para Virgínia da Silva Siqueira, de 101 anos, moradora da comunidade da Cidade Alta, em Cordovil, na zona norte do Rio. O benefício corria o risco de suspenso em setembro, quando terminaria a validade da procuração da filha de moradora, Myriam da Silva, de 69 anos.

No ano passado, Myriam entrou com um pedido de interdição da mãe para conseguir a curatela e continuar respondendo em nome da mãe, inclusive no recebimento da pensão. O processo encontrou duas barreiras: a dificuldade de locomoção da idosa e a ida de peritos da Justiça até a casa dela, que fica em uma área de risco.

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Em quase 20 anos, 4 mil surdos foram inseridos no mercado de trabalho em Maceió

Comunidade surda ainda tenta driblar o preconceito, que sempre bate à porta; associação tenta desmistificar conceitos

Surdo fala com psicóloga sobre expectativa de inserção no mercado. FOTO: JOSÉ RONALDO

E quem disse que pessoa surda não pode se comunicar de forma perfeita e, inclusive, atuar no mercado de trabalho? O pensamento filosófico de que “o trabalho dignifica o homem” precisa ser extensivo para todo aquele que, independentemente da deficiência, lança-se para ultrapassar as barreiras da falta de comunicação através do diálogo com o outro, ainda que o preconceito persista. Em quase 20 anos, quatro mil surdos foram inseridos no mercado de trabalho em Maceió, após conhecer a Língua Brasileira de Sinais (Sinais), o segundo idioma mais falado no país.

A reportagem foi conferir, de perto, o resultado desse engajamento profissional, fruto de um trabalho desempenhado pela Associação dos Amigos e Pais de Pessoas Especiais (AAPPE), cuja sede funciona no bairro da Jatiúca, em Maceió, e que terá sua estrutura ampliada na metade deste ano.
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Libras poderá se tornar disciplina obrigatória na rede de ensino de Goiânia

Proposta de autoria da vereadora Cristina Lopes tramita na Câmara Municipal

A vereadora Cristina Lopes (PSDB) apresentou nesta terça-feira (19), na Câmara de Goiânia, projeto de lei que visa incluir o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nas escolas da rede pública da capital. Pela proposta, a Libras deverá ser oferecida desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental como disciplina curricular obrigatória no Município.

Cristina cita, ao justificar sua iniciativa, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB, número 9394/1996). “De acordo com a perspectiva da Lei, o professor deveria ser o responsável por mediar e incentivar a construção do conhecimento do aluno com deficiência auditiva, por meio da sua interação com os estudantes e do desenvolvimento de estratégias pedagógicas que os atendam em suas necessidades”, destaca a vereadora, acrescentando que, “fazer a escola bilíngue, irá torná-la mais inclusiva”. Continue lendo

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