Francofonia

Imprensa achou que o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa fosse uma reforma, agora acha que a reforma francesa é um acordo ortográfico

Foto: Reuters

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França vai ter o seu acordo ortográfico e há quem não goste da ideia

Por Pedro Filipe Pina

O acento circunflexo é a principal ‘vítima’ das alterações que serão introduzidas.

A partir do próximo ano letivo, os livros adotados nas escolas primárias francesas vão contar com algumas mudanças em relação a outros anos.

Tal como o Acordo Ortográfico de 1990, que tem sido motivo de polémica em Portugal e noutros países dos PALOP’s nos anos mais recentes, também em França há normas acordadas em 1990 pela Academia Francesa que vão começar a ser cada vez mais visíveis.

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MEC quer ofertar ensino de idiomas a professores da educação básica

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MEC quer ofertar ensino de idiomas a professores da educação básica

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) quer priorizar os professores da educação básica no Programa Idioma sem Fronteiras, segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Com isso, os professores receberão aulas de idiomas, com opção para o inglês e o francês, e poderão formar melhor os estudantes até o ensino médio.

“Temos que abrir o foco prioritário para a formação de professores e professoras do ensino básico. Estamos chegando na universidade para fazer o idioma, quando devíamos ter feito isso antes, no ensino básico”, disse hoje (25) no 1º Encontro do Programa Idioma sem Fronteiras: Internacionalização e Multilinguismo. Continuar lendo

I Colóquio Internacional “Plurilinguismo, Pluriculturalismo e o Inglês na mundialização”

plurilinguismeFoi realizado entre os dias 7 e 10 de outubro 2015 o I Colóquio Internacional “Plurilinguismo, Pluriculturalismo e o Inglês na mundialização”, promovido pela Universidade do Oeste da França, na cidade de Angers.

Acesse aqui a página do evento.

Durante o congresso o debate sobre o papel do inglês na mundialização face às diversas realidades nacionais no mundo marcou o tom das discussões, sobretudo em relação à francofonia. Na América Latina a presença do espanhol, terceira língua mais falada no mundo, garante as trocas linguísticas no continente, ao lado do português, também no espaço acadêmico no tocante às publicações.

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Senado francês enterra Carta de Línguas Regionais

Vista geral do Senado francês em novembro de 2012 - Foto Joel Saget/AFP

Vista geral do Senado francês em novembro de 2012 – Foto Joel Saget/AFP

Notícia publicada na página do jornal Libération destaca a decisão do senado francês de enterrar o processo de ratificação da Carta Europeia das Línguas Regionais ou Minoritárias. A maioria dos senadores votaram contra o direito de um projeto de lei apresentado pelo governo socialista do presidente François Hollande em julho deste ano, que pretendia fazer uma emenda constitucional para permitir a ratificação da Carta. A votação no senado foi realizada na semana passada, 27/10. Apresentamos abaixo o texto da notícia em francês. Na sequência, outra notícia do mesmo jornal elenca argumentos a favor e contra a aprovação da ratificação da Carta.

Leia também: Rumo a um projeto de lei constitucional francês para ratificar a Carta das Línguas Regionais

Le Sénat enterre la charte des langues régionales

Par Laure Equy

Promesse de campagne de François Hollande, la ratification de ce texte du Conseil de l’Europe et signée par la France en 1999, est de nouveau gelée.

27 octobre 2015 à 19:46 – Pas de miracle pour la charte européenne des langues régionales. Le Sénat vient de retoquer la ratification de ce texte du Conseil de l’Europe, en votant une motion de procédure qui a coupé court au débat parlementaire. Cette «question préalable», soutenu par la droite, majoritaire, et le centre, a été votée, mardi soir par 180 voix contre 155.

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IsF e AUF ofertam curso em línguas românicas

intercompreensaoIsF e AUF ofertam curso em línguas românicas

O Programa Idiomas sem Fronteiras – Francês (IsF – Francês) em parceria com a Agence Universitaire pour la Francophonie (AUF) disponibiliza aos alunos de Letras-Francês e aos demais interessados, o MOOC (Massive Open Online Courses ou Curso online aberto a todos) de Intercompreensão das línguas românicas.

Trata-se de um curso gratuito e acessível aos interessados em plurilinguismo. O público-alvo do curso são professores de francês de todos os níveis, estudantes de Letras-Francês, Letras-Espanhol, Letras-Italiano e Letras-Português e todas as pessoas interessadas no tema, que tenham um nível básico de francês, língua da interface do curso. A equipe pedagógica é constituída por professores da Universidade Autônoma de Barcelona e a Universidade Grenoble Alpes.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas até o dia 9 de novembro de 2015 pelo site http://clom-ic.francophonie.org. O curso tem a duração de quatro semanas e as aulas terão início no dia 10 de novembro.

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V Congresso de Professores de Francês do Uruguai

fleV Congresso de Professores de Francês do Uruguai

O V Congresso de Professores de Francês do Uruguai será realizado na Universidad de la República, em Montevidéu, de 7 a 9 de dezembro de 2015.

Para maires informações, baixe aqui pdf com a 2ª circular do evento ou clique aqui para acessar sua página no Facebook.

Duas línguas estrangeiras no primário não é exagero

O Francês na berlinda
Duas línguas estrangeiras no primário não é exagero

Por Sonia Fenazzi
Adaptação: J.Gabriel Barbosa

Enquanto o alemão é ensinado em todas as escolas primárias da Suíça francófona, o francês está ameaçado de ser abolido das escolas primárias na parte alemã. (Keystone)

Enquanto o alemão é ensinado em todas as escolas primárias da Suíça francófona, o francês está ameaçado de ser abolido das escolas primárias na parte alemã. (Keystone)

Duas línguas estrangeiras são demais para as crianças, garantem os autores de uma iniciativa visando impor um único idioma na escola primária. Já os especialistas defendem que os jovens alunos do nível básico têm prazer em aprender uma língua estrangeira. Desde que sejam adequadas às condições de ensino.

Seriam as crianças suíças menos inteligentes que as de Luxemburgo? A pergunta procede, quando se compara o Grão-Ducado – onde o ensino de duas línguas estranhas aos alunos do primário é aplicado sem problema – à Confederação Suíça, onde, nos cantões germanófilos (i.é, de língua alemã) cresce o número de pedidos para que se ensine apenas um idioma, adiando o outro para a escola secundária.

A reivindicação, apresentada por professores que alertam para o perigo de sobrecarregar os alunos, é lançada por canais políticos, através de ações parlamentares e iniciativas populares. Mas ela surpreende por diversos motivos, a começar pelo fato de que pesquisas sobre o cérebro humano depõem em favor de um ensino precoce de língua estrangeiras.

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Franceses tentam salvar pureza da língua na internet

A ministra da Cultura da França, Aurelie Filippetti, foi obrigada a se retratar, no início de agosto, por cometer um erro ortográfico em um tuíte. Como, por conta do cargo que ocupa, ela é a “guardiã oficial da língua francesa”, o episódio foi visto como vergonhoso. É fato que a espontaneidade das mensagens no Twitter acaba levando a desatenções com a língua; a ministra, por sua vez, culpou um assessor desleixado. No entanto, para puristas linguísticos, o incidente tocou em questões mais amplas, como a deturpação da língua nas mídias sociais e a invasão da língua inglesa na cultura francesa.

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As línguas de Montréal: bairros anglófonos & francófonos

Guilherme cursa seu PhD em Linguística na McGill University, em Montréal, Québec, no Canadá. E sua experiência ao residir no Canadá vem alimentando seu blog Life In Canada/La Vie Au Canada. No último dia 2 de julho fez uma interessante postagem sobre a distribuição das línguas em Montreal.

O Canadá é bilíngue. Tudo oficial é escrito em inglês e francês; alunos aprendem [pelo menos] ambas as línguas na escola; há universidades que ensinam apenas em inglês, apenas em francês, ou em ambas as línguas.

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Falantes anglófonos de Quebec se manifestam contra mudanças na legislação linguística

Ativistas pelos direitos da língua inglesa manifestam suas preocupações a cerca da nova legislação linguística, afirmando que fere seus direitos. O projeto de lei 14 pretende alterar a Carta da Língua Francesa (Lei 101 que assegura o direito de viver e trabalhar fazendo uso do idioma Francês), a fim de proteger e fortalecer o francês na província foi aprovado, gerando inquietação entre a população anglófona, que se diz sob ataque do governo da Primeira-ministra Canadense Pauline Marois do Parti Québécois (PQ). Sua preocupação é que as novas regras se destinam a encorajar a utilização do francês em pequenos negócios, assuntos municipais e educação de nível intermediário e superior.

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