Europa

Lisboa vai receber Enciclopédia do Migrante, projeto que reune 400 histórias de oito países

Uma enciclopédia com 400 testemunhos de migrantes, entre os quais 100 portugueses, vai integrar o espólio da Câmara Municipal de Lisboa, numa iniciativa que reuniu oito cidades de quatro países para trazer um novo olhar sobre as migrações.

O projeto, transnacional e cofinanciado pela União Europeia, junta Portugal, Espanha, França, Inglaterra e Gibraltar, tendo por base um conceito artístico da autoria de Paloma Sobrino, convidada em 2007 para abordar a questão da migração de um ponto de vista mais íntimo.

O início faz-se com migrantes de um bairro em França a escreverem cartas, para progressivamente ir-se alargando até chegar a 400 migrantes de oito cidades (Brest, Rennes, Nantes, Gijon, Porto, Lisboa, Cadis e Gibraltar) em quatro países europeus.

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O “griko”, uma das heranças gregas da Itália que se recusa a morrer

No sudeste da Itália, o “griko” luta por sua sobrevivência: uma língua remanescente da herança grega na época romana em perigo de extinção, apesar de fazer parte das minorias linguísticas históricas reconhecidas pelo parlamento italiano em 1999.

Para a Unesco é uma língua “severamente em perigo”, só falada “pelas gerações mais velhas”, mas nove povoados de Salento (na Apúlia, sudeste da Itália) o mantêm vivo com distintas iniciativas culturais.

Como, por exemplo, as do Parco Turistico Culturale Palmieri (de Martignano, província de Lecce), que pretende “tornar atrativa a língua” através de atividades como o carnaval griko, que faz referências às raízes gregas do povoado e cujo responsável, Pantaleo Rielli, descreve como “muito popular, livre e gratuito”.

Além disso, a associação de Martignano (de menos de duas mil pessoas) organiza anualmente o festival de cinema das línguas minoritárias “Evò ce Esù”, (do griko, “Eu e tu”).

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