Educação

Prêmio Professores do Brasil

O Prêmio Professores do Brasil é uma iniciativa do Ministério da Educação juntamente com instituições parceiras que busca reconhecer, divulgar e premiar o trabalho de professores de escolas públicas que contribuem para a melhoria dos processos de ensino e aprendizagem desenvolvidos nas salas de aula.

Em 2018 o Prêmio está em sua 11ª edição do Prêmio convida a todos os professores de escolas públicas da educação básica a se inscreverem enviando um relato de prática pedagógica desenvolvida com seus alunos. Seu relato será avaliado e poderá ser selecionado para uma premiação estadual, regional e nacional.

Sabemos que registrar uma experiência, um processo vivido ou mesmo uma conversa entre alunos e professores é uma forma de sistematizar o conhecimento do professor. Assim, além de participar do processo de premiação, os professores desenvolvem um exercício de reflexão sobre a própria prática, o que garante o aprimoramento dos processos de ensino e aprendizagem.

Ou seja, independentemente do processo de seleção, a participação dos professores é um caminho para a busca da qualidade na educação, compromisso de todos os educadores!

Fonte e mais informações: Prêmio Professores do Brasil

Escavação encontra urna funerária indígena de mil anos na Serra da Barriga

Escavação encontra urna funerária indígena de mil anos na Serra da Barriga. FOTO: CORTESIA À GAZETAWEB

Objeto foi encontrado por arqueólogos em local onde está sendo feita estrada de acesso; pesquisas continuam 

Ao lado de toda a trajetória do Quilombo dos Palmares e da resistência do povo negro, a Serra da Barriga, no município alagoano de União dos Palmares, continua surpreendendo. E rendendo história. Uma história que agora brota do chão: essa semana, uma equipe de pesquisa encontrou por lá uma urna funerária indígena de aproximadamente mil anos de idade.

“É um vasilhame de cerâmica que alguns grupos indígenas utilizavam para enterrar seus mortos, onde realizavam os rituais deles, ou colocando o corpo primariamente na urna ou fazendo algum tratamento antes, com um aterramento secundário”, explica o arqueólogo Scott Joseph Allen, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e responsável por comandar os estudos no local. Continue lendo

A defesa da permanência dos cursos de Ciências Humanas nas Universidades Públicas: ideia legislativa

Leitoras e leitores do Jornal GGN:

Escrevo para convidá-los a apoiar a ideia legislativa proposta por Acsa da Costa Silva, do Pará, que pede a garantia da continuidade do livre oferecimento de cursos de graduação em Ciências Humanas nas Universidades públicas brasileiras.

O link para apoio à proposta: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=101909

Pode-se estranhar, mas afinal, qual a razão de uma proposta dessa natureza? Os cursos dessa área de conhecimento estão consolidados na universidade, tendo sido permanentemente oferecidos. A história da universidade inclusive confunde-se com a história das Humanidades, etc, etc.

Em Carta Capital, encontra-se um interessante texto que discute a ameaça às Humanidades, e traz como exemplo de sua importância, a formação em Economia: https://www.cartacapital.com.br/economia/o-descaminho-das-humanidades Continue lendo

Acesso à tecnologia: o novo indicador de desigualdade

Relatório da Unicef sobre infância

A menina Waibai Buka, de Camarões, acessou a internet pela primeira vez em 2017 PRINSLOO UNICEF

Relatório da Unicef mostra como as enormes lacunas no acesso à internet na infância afetam a educação e entrada no mercado de trabalho

mundo digital com todas as suas vantagens – como a infinidade de informações ao alcance de um clique e a comunicação imediata – não chega a todos da mesma forma. O acesso à internet pode marcar a diferença entre a exclusão social e a igualdade de oportunidades. Se não forem adotadas soluções, aumentará a disparidade existente entre os países mais desenvolvidos e as nações em desenvolvimento. O alerta é feito pelo Unicef em seu relatório Situação Mundial da Infância 2017: as crianças em um mundo digital.

Na África, 60% das pessoas entre 15 e 24 anos não têm acesso à internet; na Europa, essa porcentagem cai para 4%. Os países em que crianças e adolescentes têm menos acesso estão no continente africano. Continue lendo

Professora ganha prêmio de US$ 1 milhão após aprender 35 idiomas para acolher alunos

Global Teazher Prize, espécia de Oscar dos professores, teve um brasileiro entre os finalistas

Uma britânica, que dá aula de artes e aprendeu o básico de 35 idiomas para acolher melhor seus alunos que vieram de várias partes do mundo, foi a vencedora do prêmio de melhor professora do mundo. A premiação chamada Teacher Global Prize, foi anunciado neste domingo, 18, em Dubai, de 39 anos, receberá US$ 1 milhão pela conquista.

 Espécie de Oscar dos professores, a cerimônia é promovida pela Varkey Foundation, entidade com atuação internacional em educação. A premiação tem o objetivo de incentivar os professores com trabalhos de impacto social. 
Andria dá aula na escola secundária de Alperton, em Brent, um distrito de Londres, conhecido como um dos lugares com maior diversidade étnica do país. A professora conta que seus alunos vem das famílias mais pobres do Reino Unido, muitas morando em casas que são divididas por até cinco famílias e expostas à violência de gangues. Brent tem a terceira maior taxa de homicídios do país.  Continue lendo

A língua já não é mais uma barreira para a pesquisa: Revistas de acesso aberto interrompem domínio do inglês em literatura científica

LONDRES e CINGAPURA, 31 de janeiro de 2018 /PRNewswire/ — O Dr. Srinubabu Gedela, CEO da OMICS International mencionou que a publicação científica de acesso aberto está removendo as barreiras da língua. A pesquisa científica publicada em revistas de acesso aberto pode ser traduzida para várias línguas sem leis de direitos autorais. Se o conteúdo científico for traduzido a várias línguas a várias línguas regionais e globais, então o resultado da pesquisa científica atingirá os pobres do mundo. Vale salientar que alguns governos estão dando importância à tradução de conteúdo cientifico a seus idiomas regionais.

O conteúdo científico gratuito é essencial à sociedade, habilitando o crescimento econômico, a herança e a cultura. A literatura livre remove o domínio e erradica o desequilíbrio entre pobres e ricos. “A indústria de publicação de acesso aberto ainda está trabalhando na improvisação para atingir até os cantos mais remotos do globo com informações científicas gratuitas, acessíveis e de boa relação custo-benefício”, acrescentou o Dr. Gedela. Continue lendo

IPOL Pesquisa

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Visite nossos blogs

Clique na imagem

Clique na imagem

Visitantes

Arquivo