Educação

Assistentes brasileiros de língua portuguesa na França – Ano letivo 2018-2019

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Programa

Este programa está aberto a todos os estudantes brasileiros,
- de 20 a 30 anos de idade,
- matriculados em último ano de graduação no momento de sua candidatura,
- caso já tenham um curso superior completo, matriculados em outro curso superior (uma segunda graduação, mestrado, doutorado ou especialização),
- matriculados numa universidade brasileira em letras, línguas estrangeiras ou qualquer outro curso,
- com bom conhecimento da língua francesa (nível B1 do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas).

O objetivo geral do programa é oferecer a oportunidade a estudantes brasileiros de familiarização com a língua e a civilização francesas, levando às escolas e aos estabelecimentos franceses a autenticidade de sua língua e a riqueza de sua cultura. Por conseguinte, apenas falantes de língua materna brasileira, que estudem no Brasil, de onde são cidadãos de pleno direito, poderão ser selecionados para este programa.

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A Política linguística institucional da Universidade de Stellenbosch promove o Multilinguismo

A Universidade de Stellenbosch (SU), uma das parceiras da futura Cátedra UNESCO Políticas Linguísticas para o Multilinguismo, a ter sede na UFSC, não virou as costas aos afrikaans e permanece comprometida com o uso deste idioma, junto com o inglês, como língua de ensino no contexto da inclusão e do multilinguismo.
Esta foi a mensagem do reitor e vice-chanceler Prof. Wim de Villiers na terça-feira à noite (19 de setembro) durante uma discussão com a comunidade educativa em Paarl, na África do Sul. O evento aconteceu no secundário Klein Nederburg e contou com a presença de escolas na região e do Departamento de Educação do Cabo Ocidental (WCED). O tópico foi “Transformação e Línguas na SU”.
O Prof. De Villiers apontou que há muitos desenvolvimentos positivos na SU, mas que muitas vezes são obscurecidos por menções negativas na mídia. Por exemplo, a SU está bem colocada nas classificações mundiais das melhores universidades e mantém algumas das maiores taxas de sucesso e produção de pesquisa dos estudantes no país. No entanto, em alguns círculos, SU é retratada erroneamente como uma instituição monolíngue – não mais afrikaans, mas agora totalmente em inglês. “Deixe-me dizer isso com muita clareza – isso não é verdade”, afirmou o professor De Villiers.

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Na Andaluzia o ensino do português teve um crescimento de 565,45 por cento desde 2011

O balanço feito desde 2011 é positivo, com o ensino da língua portuguesa a crescer “ano após ano” e a “integrar-se muito bem” no sistema curricular, garante a coordenadora do EPE em Espanha e Andorra, Filipa Soares.

No ano letivo 2011-2012, a Junta da Andaluzia passou a impulsionar o ensino do português como segunda língua estrangeira através do Programa ‘José Saramago’ – que integra um projeto alargado de incentivo ao ensino e aprendizagem de línguas estrangeiras na Andaluzia, promovido pelo Governo autonómico.
Em Espanha, onde a educação está na esfera de competências das comunidades autónomas, a Andaluzia é atualmente a única região do país que assegura o ensino do português sem a presença da rede EPE (Ensino Português no Estrangeiro), tutelada pelo Camões, I.P.. Continue lendo

Ensino bilíngue na infância estimula o cérebro

Por muitos anos, acreditava-se que aprender mais de uma língua ainda na infância confundia a cabeça das crianças (Foto: Pedro Ribas/ANPr)

Estudos recentes indicam que crianças ensinadas em mais de uma língua melhoram suas habilidades neurológicas e cognitivas

Estudos recentes apontam que o ensino em mais de uma língua na infância estimula o cérebro, melhorando habilidades não apenas relacionadas à linguagem. Os resultados apontam que o ensino bilíngue traz diversos benefícios neurológicos e cognitivos.

Por muitos anos, acreditava-se que aprender mais de uma língua ainda na infância confundia a cabeça das crianças e as impedia de aprender corretamente uma das línguas. No entanto, pesquisas recentes têm mostrado uma nova visão sobre o bilinguismo, mostrando que a exposição a outra língua interfere no cérebro de forma benéfica. Continue lendo

Livro “Multilingual Brazil – Language Resources, Identities and Ideologies in a Globalized World”

Livro com texto de pesquisadores do IPOL.

This book brings together cutting edge work by Brazilian researchers on plurilingualism in Brazil for an English-speaking readership in one comprehensive volume. Divided into four sections, each with its own introduction, tying together the themes of the book, the volume charts a course for a new sociolinguistics of multilingualism, challenging long-held perceptions about a monolingual Brazil by exploring the different policies, language resources, ideologies and social identities that have emerged in the country’s contemporary plurilingual landscape. The book elucidates the country’s linguistic history to demonstrate its evolution to its present state, a country shaped by political, economic, and cultural forces both locally and globally, and explores different facets of today’s plurilingual Brazil, including youth on the margins and their cultural and linguistic practices; the educational challenges of socially marginalized groups; and minority groups’ efforts to strengthen languages of identity and belonging. In addition to assembling linguistic research done in Brazil previously little known to an English-speaking readership, the book incorporates theoretical frameworks from other disciplines to provide a comprehensive picture of the social, political, and cultural dynamics at play in multilingual Brazil. This volume is key reading for researchers in linguistic anthropology, sociolinguistics, applied linguistics, cultural studies, and Latin American studies.

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El portugués quiere volver a Galicia

La Xunta sigue sin ofrecer clases en los institutos a pesar del aumento de la demanda en los últimos años y de la proximidad lingüística con el gallego

Fonte: El País

“El gallego tiene una gran utilidad y es que, sabiendo gallego, te puedes comunicar con más de 200 millones de habitantes. Excluído el chino, después del inglés y del español, está el portugués”. No es una cita del profesor Carvalho Calero, ni de Castelao, ni de Isaac Díaz Pardo o cualquier otro galleguista. Es lo que contestaba el presidente de la Xunta, Alberto Núñez Feijóo, en una entrevista que le realizaron en el canal Intereconomía, preguntado por el “problema” que suponía para los niños dar algunas asignaturas en gallego.

La cuestión no es nueva, por sorprendente que pueda parecer escucharla en boca del presidente que redujo las clases en gallego al 33% o que votó en contra de una propuesta no de ley del BNG para introducir el portugués como segunda lengua extranjera en 2011. Durante los dos últimos siglos la mayoría de las élites intelectuales de Galicia defendieron los vínculos que guarda el idioma propio con la lusofonía. El escritor y periodista Álvaro Cunqueiro ya auguraba en 1970 que para el año 2000 el gallego sería hablado “por 200 millones de personas”, contando todos los países lusófonos. El de Mondoñedo se quedaba algo corto, pues el portugués tiene ya más de 250 millones de hablantes (el 3,6% de la humanidad), siendo la cuarta lengua más hablada del globo. Continue lendo

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