Educação Bilíngue

Inicia em Rio Azul curso de língua ucraniana online

(Foto: Divulgação / Assessoria de Comunicação)

(Foto: Divulgação / Assessoria de Comunicação)

Está em andamento, em Rio Azul, na Biblioteca Cidadã, as atividades do Curso de Língua Ucraniana, coordenados pelo Núcleo de Estudos Eslavos/NEES da Universidade Estadual do Centro Oeste em Rio Azul. O curso faz parte de um programa de ensino de língua estrangeira do NEES, coordenado pela professora Dra. Marileia Gartner, resultante das ações de internacionalização universitária entre a UNICENTRO e Universidade pedagógica Dragomanov, de Kyev /Ucrânia, que vem se desenvolvendo desde 2013, no Paraná, numa ação que fomenta e promove a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão e concretiza a internacionalização da universidade. Nas edições anteriores o NEES ofertou cursos nos municípios de Irati, Prudentópolis, Curitiba e União da Vitória e agora o projeto se desenvolve em Rio Azul e Cascavel. O curso tem apoio da Representação Central Ucraíno Brasileira presidida por Vitorio Sorotiuk, da Prefeitura Municipal de Rio Azul e da Escola Sagrada Família das Irmãs SMI.

Em Rio Azul, o pólo de ensino de Língua Ucraniana conta com coordenação da professora Eugênia Osatchuk . A coordenação tecnológica dos cursos é de responsabilidade do professor Clodogil Fabiano Ribeiro/UNICENTRO. Em Rio Azul, as aulas iniciaram em dia 23 de Março, na Biblioteca Cidadã . O NEES entende que a promoção dos cursos é uma ação fundamental para o fortalecimento das ações de internacionalização e o diálogo democrático com as comunidades eslavas do Paraná, tanto para articulação social como para o desenvolvimento local em sua dimensão cultural e científica.

O curso é uma nova oportunidade para aprender a Língua Ucraniana. É do conhecimento de muitos que, de 1999 a 2014 essa Língua era ensinada no CELEM ( Centro de Línguas Estrangeiras Modernas) do Colégio Estadual Dr.Afonso Alves de Camargo, pela Professora Eugênia Osatchuk e por um curto período pelas professoras Gilmara Koslinsli Rossa e Valquiria Stodolny (ex alunas da Professora Eugênia).

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Linguas Bantu unem Universidade Pedagógica ( FCLCA) e Instituto de Línguas

As duas instituições assinaram na manhã do dia 25 de Janeiro, um Protocolo de Parceria Académica no âmbito da introdução do Ensino de Línguas Bantu Moçambicanas.

No essencial, com este protocolo docentes de língua bantu moçambicanas formados pela UP, vão apoiar o Instituto de Línguas no ensino destas línguas, que passam a integregar o leque de ofertas de cursos desta instituição que tradicionalmente tem cursos de Inglês e Françes. Assinaram o Protocolo a Directora da FCLCA, Profa. Doutora Sarita Monjane Henriksen e a Directora do IL, Mestre Nália Francisco.

Fonte: Universidade Pedagógica

PUEBLOS ORIGINARIOS DENUNCIAN QUE SE ELIMINÓ LA EDUCACIÓN BILINGÜE

EL MINISTRO DE EDUCACIÓN ESTEBAN BULLRICH DECIDIÓ ELIMINAR LA EDUCACIÓN INTERCULTURAL BILINGÜE EN LAS ESCUELAS INTERCULTURALES, PARA LOS PUEBLOS ORIGINARIOS ES UN CLARO RETROCESO Y UN ATROPELLO A SUS DERECHOS.

Fonte: El Federal

Fonte: El Federal

Las distintas comunidades de pueblos originarios en el país advierten que se está produciendo en estos días una segunda campaña del desierto. Usurpación de tierras ancestrales con violencia y represión, convivencia entre terratenientes y policía y la política que se instala como un instrumento para facilitar la expulsión de aborígenes de sus tierras. Ahora el Consejo Educativo Autónomo de Pueblos Originarios (CEAPI) denunció que el gobierno nacional eliminó los programas por los cuales se ofrecía educación bilingüe en las escuelas interculturales.

Según se expresa en un comunicado, la Ceapi asume que el Ministro de Educación Esteban Bullrich al suprimir las Coordinadoras de las Modalidades del Sistema Educativo Nacional, se está “eliminando la modalidad de Educación Intercultural Bilingüe

“Con la eliminación de la Modalidad de Educación Intercultural Bilingüe, se frena y retrocede en la construcción de una educación respetuosa de nuestra identidad como Pueblos Originarios. Esta decisión del Ministro Bullrich, vulnera la Ley de Educación Nacional N° 26.206, violando el derecho Constitucional de los Pueblos Indígenas (conforme al art. 75 inc. 17 de la Constitución Nacional) ‘a recibir una educación que contribuya a preservar y fortalecer sus pautas culturales, sus lenguas, cosmovisión e identidad étnica para desempeñarse activamente en un mundo multicultural y a mejorar su calidad de vida’”, expresa la Ceapi en un comunicado.

“La Educación Intercultural Bilingüe (EIB) es una herramienta apropiada y sumamente necesaria para frenar el exterminio y la muerte de nuestra identidad étnica, cultural y lingüística. Por eso hemos decidido caminar con la EIB; porque creemos que esta Modalidad Educativa afirma nuestros pasos en la generación y búsqueda de proyectos de vida y de desarrollo integrales para superar nuestro atraso y marginalidad. Desde ese lugar proponemos una mirada distinta que aporte en la construcción de una sociedad respetuosa de la diversidad cultural y de la Pachamama que nos contiene a todos”, continúa el texto.

“Con la instalación de la Modalidad de EIB en el Sistema Educativo de la República Argentina, los Estados Nacional, Provinciales y de la Ciudad de Buenos Aires, habían comenzado a reparar siglos de postergación y de opresión de los Pueblos Originarios. Y esta responsabilidad le correspondía, principalmente, hasta ahora, al Ministerio de Educación y Deportes de la Nación, habida cuenta que muchas jurisdicciones solaparon e invisibilizaron por largo tiempo la problemática indígena” La decisión del Ministro de Educación vulnera el derecho de los niños miembros de las comunidades originarias a continuar educándose en su lengua.

Ramona Gimenez, maestra originaria de Pilagá (Formosa) en declaraciones al diario Infonews expresó que la medida del Estado Nacional produce “un tremendo daño, un retroceso en la construcción de una educación respetuosa de nuestra identidad como pueblos originarios”.

Estamos atravesando momentos difíciles a nivel del país por esta determinación injusta, que para mí es un atropello para nosotros, el no respetó a los pueblos indígenas y esto es responsabilidad del presidente Mauricio Macri, porque destruyó totalmente lo que hemos construido y que para nosotros no fue fácil”, sostuvo la maestra, quien se suma a la preocupación de los pueblos originarios de todo el país que están viendo cómo sus derechos son vulnerados, su historia atropellada por políticas discriminatorias, sus tradiciones y estilo de vida arrasados por el desmonte y la corrupción.

Fonte: El Federal

Contos animados são narrados em diferentes línguas indígenas

 

68 voces 68 corazones é uma série de contos narrados em diferentes línguas indígenas. com a premissa “ninguém pode amar o que não conhece”, o projeto foi criado, em 2016,  no méxico,  com o objetivo de estimular o orgulho, o respeito e o uso das línguas indígenas entre os falantes e os não falantes. esta ação também busca combater o preconceito. dirigido por gabriela badillo,  a série busca criar um projeto inclusivo, inspirado na  obra de escritorxs, como miguel león portilla, andrés henestrosa, hermenegildo lópez, isaac esau carrillo can, manuel espinosa sainos, entre outrxs. a série também tem como base contos da tradição oral dos povos indígenas do méxico

Confira alguns dos contos:

animação embasada no poema “cuando muere una lengua”, de miguel león portilla.
língua: náhuatl de la huasteca de hidalgo

 

animação embasada no conto “la última danza”, de isaac esau carrillo can.

língua: maya de yucatá

https://youtu.be/M5CnU0rL7dI

 

animação embasada no conto ch’ol de tradición oral
língua: ch’ol del estado de chiapas

 

animação embasada no conto “el chapulín brujo”, com narração tradicional do povo yaqui
língua: yaqui de sonora

 

animação embasada no conto “imagen de prometeo”, de andrés henestrosa.
língua: zapoteco da planície costeira de oaxaca

 

animação embasada no poema “muere mi rostro”, de manuel espinosa sainos
língua: totonaco de puebla

Fonte: Latitudes Latinas

 

Plurietnia e plurilingüismo no Brasil: o direito indígena à educação em sua própria língua

Entrevista de Aryon Rodrigues ao programa Tome Ciência (Rádio USP ). O arquivo sonoro está disponível no site ‘Canal Ciência’, do IBICT, que não deixa clara a data em que a entrevista ocorreu. Os programas foram produzidos de 1984 a 1989. O site inclui ainda vários outros programas interessantes (com temas arqueológicos, antropológicos etc.) nas seções “Amazônia e questões indígenas” e “História, filosofia, sociologia e antropologia”. [Para ouvir a entrevista, clique no player aqui.]

Fonte: Biblioteca Digital Curt Nimuendajú

Inscrições para o Vestibular da Licenciatura Indígena começam nesta segunda-feira

Começam na segunda-feira (13/02) as inscrições para o Vestibular da Licenciatura Intercultural Indígena – Teko Arandu, voltado para indígenas das etnias Guarani ou Kaiowá. O ingresso dos estudantes na UFGD já será no primeiro semestre letivo de 2017.

As incrições poderão ser feitas até o dia 7 de abril através do endereço eletrônico http://cs.ufgd.edu.br/pslin/2017.O Vestibular da Licenciatura Indígena é composto por três provas, que serão realizadas nos dias 6 e 7 de maio. Em 6 de maio será aplicada a Redação em Português e em Guarani. No dia 7 de maio acontecerá a prova oral em Guarani, e a prova objetiva com conteúdo de Ciências Humanas, Legislação Indigenista, Matemática e Ciências da Natureza.

O Curso de Licenciatura Intercultural Indígena – Teko Arandu oferece 70 vagas. As aulas são concentradas em períodos pré-definidos e com atividades realizadas em tempo integral tanto nas aldeias de Mato Grosso do Sul quanto na própria UFGD. O curso tem duração de quatro anos e meio.

Para a inscrição são necessarios os seguintes documentos: a) CPF; b) ficha de inscrição devidamente preenchida; c) documento de identificação com foto e d) declaração de etnia indígena (DEI), disponível noAnexo III do Edital. É bom lembrar que não poderá realizar a inscrição o candidato que não possuir CPF.

São considerados documentos de identificação: Carteira ou Cédula de Identidade, expedida pelas Secretarias de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícias Militar, Civil e Federal; Carteira de Identidade Profissional, expedida pelos Conselhos de Fiscalização Profissional; Carteira Nacional de Habilitação (com foto); Certificado de Reservista, Passaporte, Carteira de Trabalho e Previdência Social. A Cédula de Identidade expedida pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) NÃO é aceita como documento de identificação.

PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO

O candidato poderá realizar a inscrição para Vestibular da Licenciatura Indígena de duas formas: online, por meio do link http://selecao.ufgd.edu.br/psv/, ou com ficha de inscrição impressa.

Para realizar a inscrição online, o candidato deverá: preencher todos os campos solicitados no sistema, inclusive informando a cidade em que pretende realizar a prova: Amambai ou Dourados; anexar a Declaração de Etnia Indígena e o documento de identificação com foto escaneados.

Com ficha de inscrição impressa, o candidato deverá: em envelope escrito PROCESSO SELETIVO PARA LICENCIATURA INTERCULTURAL INDÍGENA PSLIN-2017/UFGD E NOME DO CANDIDATO, entregar a ficha de inscrição preenchida e assinada, não se esquecendo de informar a cidade em que pretende realizar a prova: Amambai ou Dourados; o documento de identificação com foto e a declaração de etnia indígena.

Os documentos poderão ser enviados por meio dos seguintes locais/órgãos:Coordenações Técnicas Locais da FUNAI nas cidades de Amambai, Iguatemi, Tacuru, Paranhos, Antônio João, Douradina, Caarapó e Dourados. Ou entregues na Secretaria do Curso de Graduação em Licenciatura Intercultural Indígena – Teko Arandu, na Unidade II da UFGD, ou na Coordenadoria do Centro de Seleção, localizada na Unidade 1 da UFGD, de segunda a sexta-feira, úteis, das 8h às 11h e das 13h às 17h. Os documentos também poderão ser remetidos por AR e/ou SEDEX, à Coordenadoria do Centro de Seleção da UFGD, localizada na Unidade 1 da UFGD – rua João Rosa Góes, nº 1.761, Sala 503, Vila Progresso, CEP 79825-070, Dourados, MS.

Informações detalhadas do provesso seletivo estão no Edital de abertura do Vestibular, disponível no link: http://cs.ufgd.edu.br/download/Edital_de_Abertura_PSLIN_2017.pdf
Outras dúvidas no Centro de Seleção da UFGD, pelo telefone: 67-3410-2840.

Fonte: A Critica

[Palmas | TO] MPE lançará curso de Libras para atendimento às pessoas surdas

Capacitação é composta de dez unidades didáticas,

subdivididas em quatro módulos

Da Redação

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Cesaf), lançará nesta sexta-feira, 3, o curso de Capacitação em Língua Brasileira de Sinais (Libras). O curso tem o objetivo de qualificar membros e servidores da própria instituição e das instituições parceiras para a melhoria do atendimento às pessoas surdas. O lançamento será às 10 horas, no auditório do MPE, em Palmas.

O curso de capacitação é composto de dez unidades didáticas, subdivididas em quatro módulos. As atividades são ofertadas na modalidade de educação a distância, com carga horária total de 60 horas. Cada unidade conta com material complementar, atividades práticas para autoestudo, exercícios a distância em ambiente virtual próprio do MPE e acompanhamento tutorial por meio de fórum.

O material foi produzido por uma equipe multiprofissional, formada por educadores, intérprete de Libras, fotógrafos, jornalistas, programadores e cinegrafistas que atuam no Ministério Público do Tocantins.

O projeto foi construído utilizando boas práticas e teorias desenvolvidas no Brasil. A partir da análise das demandas e do perfil dos usuários dos serviços do MPE, foi elaborado um vocabulário das expressões mais usuais, que serviu de base para 705 tomadas fotográficas que integram um banco de imagens e ilustram o manual e os demais materiais do curso.

O curso de capacitação em Libras será disponibilizado virtualmente a todos os interessados. De acordo com o coordenador do Cesaf, Procurador de Justiça José Maria da Silva Júnior, a iniciativa é expressão de cidadania. “A Língua Brasileira de Sinais é oficial da comunidade surda do Brasil. Por isso, enquanto fiscal da lei, o Ministério Público deve estar preparado para melhor atender as comunidades de surdos e as pessoas usuárias da Libras”, considerou o coordenador.

Convidados
Entre os convidados para o lançamento do curso estão representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Tocantins, Defensoria Pública do Estado, Tribunal de Contas do Estado (TCE), Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Secretarias Estadual e Municipal de Educação, União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime) e Conselho Estadual da Educação e representações das comunidades e associações de pessoas surdas. (Com informações da ascom do MPE)

Fonte: CT

Série Javari: educação preventiva para DST/HIV/Aids e hepatites virais entre os povos indígenas do Vale do Javari (4 volumes)

serie

Unesco

A “Série Educação preventiva para DST/HIV/Aids e hepatites virais entre os povos indígenas do Vale do Javari” constitui-se em material didático-pedagógico multilíngue e intercultural, que tem como finalidade subsidiar os professores Marubo, Matis, Mayoruna (Matsés) e Kanamari em ações de prevenção às doenças nas escolas indígenas e nos contextos comunitários em que estão situadas. O material disponibiliza aos professores conteúdos para trabalharem com as diferentes faixas etárias, gêneros e escolaridade dos alunos.

Brasília: UNESCO, 2012, 2014. 4 v.

Download gratuito:

Falando sobre prevenção às DST/Aids e hepatites virais:

  • Marubo - is tëai vana Maruvo (PDF, 5 Mb)
  • Mayoruna (Matsés) -  nënaid dedenda quequin chiaid nec DST/Aids e hepatites virais  (PDF, 2 Mb)
  • Matis - tximu bekte sinanek onkekin darawakid (PDF, 1.8 Mb)
  • Kanamari - Tyotohoki diyok-nim to amkira batih, tyotikok nyama, tokodowik nyama adik diyok-nim namamtünim, apoknim tom tyokatü wahümam tüküna anim AIDS e ipatyityi ha ih-ki wadik anim Tüküna (PDF, 4 Mb)

 

Fonte: Portal UNESCO Brasil 

Índios interagem com pesquisadores internacionais no Congresso Revitalizando Culturas, em Palhoça

A primeira edição do Congresso Internacional Revitalizando Culturas ocorre até hoje, quinta-feira, 15, na Unisul Pedra Branca. Em paralelo, a universidade também promove a 13ª Semana Cultural Indígena. A abertura dos eventos contou com palestra do pesquisador indiano Murad Ahamad Khan, da Aligarh Muslim University. Ele publicou estudos que relacionam populações indígenas da Ásia e América Central.
O evento reúne alunos de todas as idades do Centro de Formação Tataendy Rupá, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), da Comissão Guarani Yvyrupa (CGY), da Comissão Nhemonguetá, da AIMG de Biguaçu, além de pesquisadores de diferentes esferas do conhecimento. O tema geral do congresso abrange os ‘Povos Originários: Riquezas Sustentáveis?’. Continuar lendo

2º Seminário Nacional dos Movimentos Bilíngue dos Surdos 26 e 27 de Maio, em Balneário Camboriú

cartaz librasDias 26 e 27 de Maio acontece em Camboriú, Santa Catarina, o 2º Seminário Nacional dos Movimentos Bilíngue dos Surdos. Os objetivos do evento é refletir sobre do bilíngue a educação de Surdos no Brasil, promovendo assim a compreensão da LIBRAS, da cultura e das identidades Surdas no campo socioeducacional; promover o debate sobre a língua de sinais, Escritas de sinais, e politicas linguísticas e como elas contribuem significativamente para o processo de escolarização do educando surdo; destacar a importância da educação bilíngue para os surdos, no que tange  seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e linguístico  e socializar investigações desenvolvidas na área da educação de surdos com foco em bilinguismo nas redes regulares de ensino.

Mais informações sobre o evento em: http://eventosmaislibras.wix.com/eco-design-pt#!blank-1/c24vq ou no email: eventos.maislibras@gmail.com

Fonte: Divulgação Eventos Mais Libras 

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