Educação Bilíngue

Estudantes surdos poderão ter acesso a vídeo com prova do Enem traduzida em Libras

O Inep vai disponibilizar salas adaptadas, e o participante poderá escolher, na inscrição, se deseja participar da aplicação

FOLHA DE SÃO PAULO, SÃO PAULO 
 - ATUALIZADO EM 10/04/2017 ÀS 13H25

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pela primeira vez, estudantes surdos poderão ter acesso a vídeo com as questões do Enem traduzidas na Língua Brasileira de Sinais. O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) vai disponibilizar salas adaptadas, e o participante poderá escolher, na inscrição, se deseja participar da aplicação. As informações são da Agência Brasil.

Os estudantes que optarem pela tradução no vídeo terão também acesso a um tradutor por dupla de candidatos, que poderá apenas esclarecer dúvidas pontuais de vocabulário. Eles preencherão o cartão de respostas normalmente. A disponibilização do vídeo será feita este ano em caráter experimental.

A tradução integral do exame para Libras é demanda antiga, sobretudo daqueles que não são inicialmente alfabetizados em português, e pelo menos desde 2014 é discutida no Inep.

ATENDIMENTOS ESPECIALIZADOS

Neste ano, o Inep atualizou a lista daqueles que poderão pedir uma hora a mais de exame. Antes, isso era feito mediante o preenchimento de um formulário. Agora será na inscrição, com a apresentação de laudo comprovatório da deficiência ou condição necessária para o deferimento.

Segundo a autarquia, até o ano passado, candidatos com diabetes ou com distúrbios da tireoide, como hipotireoidismo, podiam pedir extensão do tempo. Casos como esse foram excluídos, e o tempo a mais será concedido a pessoas surdas, cegas, com déficit de atenção, dislexia, discalculia, entre outros, que deverão comprovar mediante laudos médicos.

Além do atendimento especializado, os participantes poderão solicitar atenção específica, voltada para gestantes, idosos, estudantes em classe hospitalar, entre outros.

O Inep também acrescentou a opção “outra condição específica” para os participantes que não se enquadram nos requisitos mínimos de atendimento especializado, mas precisam de algum recurso para a prova. Os pedidos serão avaliados por uma comissão de demanda.

Travestis e transexuais poderão pedir, em prazo determinado após a inscrição (de 29 de maio a 4 de junho), a utitlização do nome social.

FORMULÁRIO

Os participantes que necessitarem de comprovação de que prestaram o exame poderão imprimir na própria página um formulário que será carimbado no local da prova. Antes, isso deveria ser solicitado ao Inep. Agora, o estudante deve levar o formulário impresso.

ENEM

O Enem 2017 será realizado em dois domingos consecutivos -dias 5 e 12 de novembro- e não mais em um único final de semana. As inscrições estarão abertas de 8 a 19 de maio. O edital foi publicado nesta segunda (10) no “Diário Oficial” da União.

No primeiro domingo, os estudantes farão provas de ciências humanas, linguagens e redação. No segundo, as provas serão de matemática e ciências da natureza.

O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo ProUni e para obter financiamento pelo Fies.

Fonte: Notícias do Dia

Google Tradutor usa redes neurais para traduzir sem transcrever

A versão mais recente do Google sobre tradução automática pode facilitar a comunicação entre as pessoas que falam uma língua diferente, traduzindo a fala diretamente para o texto em uma linguagem que entendem.

A tradução automática da fala normalmente funciona convertendo-a em texto e depois traduzindo-a em texto em outra língua. Mas qualquer erro no reconhecimento de voz levará a um erro na transcrição e um erro na tradução.

Pesquisadores do Google Brain, o braço de pesquisa de pesquisa do gigante de tecnologia, se voltaram para redes neurais para cortar o passo médio. Ao ignorar a transcrição, a abordagem poderia potencialmente permitir traduções mais precisas e mais rápidas.

A equipe treinou seu sistema em centenas de horas de áudio em espanhol com o texto correspondente em inglês. Em cada caso, ele usou várias camadas de redes neurais – sistemas de computador vagamente modelados no cérebro humano – para combinar seções do espanhol falado com a tradução escrita. Para fazer isso, analisou a forma de onda do áudio espanhol para saber quais partes pareciam corresponder com que pedaços de inglês escrito. Quando foi então solicitado a traduzir, cada camada neural usou esse conhecimento para manipular a forma de onda de áudio até que ela foi transformada na seção correspondente do inglês escrito.

Fonte: Meio Ambiente Rio

Fonte: Meio Ambiente Rio

Padrões correspondentes

“Aprende a encontrar padrões de correspondência entre as formas de onda na língua de origem eo texto escrito”, dizDzmitry Bahdanau , da Universidade de Montreal, no Canadá, que não estava envolvido com o trabalho.

Continuar lendo

Plataforma mostra idiomas falados no mundo e sotaque de cada região

Localingual tem gravações de pessoas mostrando como elas falam nos mais diferentes lugares do mundo

Plataforma mostra idiomas falados no mundo e sotaque de cada região  |  Fonte: Shutterstock

Plataforma mostra idiomas falados no mundo e sotaque de cada região | Fonte: Shutterstock

Você tem curiosidade de saber qual idioma se fala em determinado país? E os sotaques de região? Então, temos uma dica imperdível. O Localingual é uma plataforma que mostra como cada língua é falada nas mais diferentes regiões. E o mais legal: todo o conteúdo pode ser acessado gratuitamente.

Inaugurada em janeiro de 2017, a plataforma reúne gravações enviadas por voluntários de diferentes localidades mundo afora. Até o momento, já foram registradas mais de 18 mil gravações. A ideia é que o projeto se mantenha colaborativo e cresça conforme as pessoas enviarem as suas próprias gravações, promovendo uma troca de culturas.

O criador do site é um ex-engenheiro de softwares da Microsoft, David Ding, que criou a plataforma como um grande mapa interativo. Você escolhe o país e, na sequência, navega pelas mais diversas regiões!

Fonte: Universia Brasil

Inicia em Rio Azul curso de língua ucraniana online

(Foto: Divulgação / Assessoria de Comunicação)

(Foto: Divulgação / Assessoria de Comunicação)

Está em andamento, em Rio Azul, na Biblioteca Cidadã, as atividades do Curso de Língua Ucraniana, coordenados pelo Núcleo de Estudos Eslavos/NEES da Universidade Estadual do Centro Oeste em Rio Azul. O curso faz parte de um programa de ensino de língua estrangeira do NEES, coordenado pela professora Dra. Marileia Gartner, resultante das ações de internacionalização universitária entre a UNICENTRO e Universidade pedagógica Dragomanov, de Kyev /Ucrânia, que vem se desenvolvendo desde 2013, no Paraná, numa ação que fomenta e promove a indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão e concretiza a internacionalização da universidade. Nas edições anteriores o NEES ofertou cursos nos municípios de Irati, Prudentópolis, Curitiba e União da Vitória e agora o projeto se desenvolve em Rio Azul e Cascavel. O curso tem apoio da Representação Central Ucraíno Brasileira presidida por Vitorio Sorotiuk, da Prefeitura Municipal de Rio Azul e da Escola Sagrada Família das Irmãs SMI.

Em Rio Azul, o pólo de ensino de Língua Ucraniana conta com coordenação da professora Eugênia Osatchuk . A coordenação tecnológica dos cursos é de responsabilidade do professor Clodogil Fabiano Ribeiro/UNICENTRO. Em Rio Azul, as aulas iniciaram em dia 23 de Março, na Biblioteca Cidadã . O NEES entende que a promoção dos cursos é uma ação fundamental para o fortalecimento das ações de internacionalização e o diálogo democrático com as comunidades eslavas do Paraná, tanto para articulação social como para o desenvolvimento local em sua dimensão cultural e científica.

O curso é uma nova oportunidade para aprender a Língua Ucraniana. É do conhecimento de muitos que, de 1999 a 2014 essa Língua era ensinada no CELEM ( Centro de Línguas Estrangeiras Modernas) do Colégio Estadual Dr.Afonso Alves de Camargo, pela Professora Eugênia Osatchuk e por um curto período pelas professoras Gilmara Koslinsli Rossa e Valquiria Stodolny (ex alunas da Professora Eugênia).

Continuar lendo

Linguas Bantu unem Universidade Pedagógica ( FCLCA) e Instituto de Línguas

As duas instituições assinaram na manhã do dia 25 de Janeiro, um Protocolo de Parceria Académica no âmbito da introdução do Ensino de Línguas Bantu Moçambicanas.

No essencial, com este protocolo docentes de língua bantu moçambicanas formados pela UP, vão apoiar o Instituto de Línguas no ensino destas línguas, que passam a integregar o leque de ofertas de cursos desta instituição que tradicionalmente tem cursos de Inglês e Françes. Assinaram o Protocolo a Directora da FCLCA, Profa. Doutora Sarita Monjane Henriksen e a Directora do IL, Mestre Nália Francisco.

Fonte: Universidade Pedagógica

PUEBLOS ORIGINARIOS DENUNCIAN QUE SE ELIMINÓ LA EDUCACIÓN BILINGÜE

EL MINISTRO DE EDUCACIÓN ESTEBAN BULLRICH DECIDIÓ ELIMINAR LA EDUCACIÓN INTERCULTURAL BILINGÜE EN LAS ESCUELAS INTERCULTURALES, PARA LOS PUEBLOS ORIGINARIOS ES UN CLARO RETROCESO Y UN ATROPELLO A SUS DERECHOS.

Fonte: El Federal

Fonte: El Federal

Las distintas comunidades de pueblos originarios en el país advierten que se está produciendo en estos días una segunda campaña del desierto. Usurpación de tierras ancestrales con violencia y represión, convivencia entre terratenientes y policía y la política que se instala como un instrumento para facilitar la expulsión de aborígenes de sus tierras. Ahora el Consejo Educativo Autónomo de Pueblos Originarios (CEAPI) denunció que el gobierno nacional eliminó los programas por los cuales se ofrecía educación bilingüe en las escuelas interculturales.

Según se expresa en un comunicado, la Ceapi asume que el Ministro de Educación Esteban Bullrich al suprimir las Coordinadoras de las Modalidades del Sistema Educativo Nacional, se está “eliminando la modalidad de Educación Intercultural Bilingüe

“Con la eliminación de la Modalidad de Educación Intercultural Bilingüe, se frena y retrocede en la construcción de una educación respetuosa de nuestra identidad como Pueblos Originarios. Esta decisión del Ministro Bullrich, vulnera la Ley de Educación Nacional N° 26.206, violando el derecho Constitucional de los Pueblos Indígenas (conforme al art. 75 inc. 17 de la Constitución Nacional) ‘a recibir una educación que contribuya a preservar y fortalecer sus pautas culturales, sus lenguas, cosmovisión e identidad étnica para desempeñarse activamente en un mundo multicultural y a mejorar su calidad de vida’”, expresa la Ceapi en un comunicado.

“La Educación Intercultural Bilingüe (EIB) es una herramienta apropiada y sumamente necesaria para frenar el exterminio y la muerte de nuestra identidad étnica, cultural y lingüística. Por eso hemos decidido caminar con la EIB; porque creemos que esta Modalidad Educativa afirma nuestros pasos en la generación y búsqueda de proyectos de vida y de desarrollo integrales para superar nuestro atraso y marginalidad. Desde ese lugar proponemos una mirada distinta que aporte en la construcción de una sociedad respetuosa de la diversidad cultural y de la Pachamama que nos contiene a todos”, continúa el texto.

“Con la instalación de la Modalidad de EIB en el Sistema Educativo de la República Argentina, los Estados Nacional, Provinciales y de la Ciudad de Buenos Aires, habían comenzado a reparar siglos de postergación y de opresión de los Pueblos Originarios. Y esta responsabilidad le correspondía, principalmente, hasta ahora, al Ministerio de Educación y Deportes de la Nación, habida cuenta que muchas jurisdicciones solaparon e invisibilizaron por largo tiempo la problemática indígena” La decisión del Ministro de Educación vulnera el derecho de los niños miembros de las comunidades originarias a continuar educándose en su lengua.

Ramona Gimenez, maestra originaria de Pilagá (Formosa) en declaraciones al diario Infonews expresó que la medida del Estado Nacional produce “un tremendo daño, un retroceso en la construcción de una educación respetuosa de nuestra identidad como pueblos originarios”.

Estamos atravesando momentos difíciles a nivel del país por esta determinación injusta, que para mí es un atropello para nosotros, el no respetó a los pueblos indígenas y esto es responsabilidad del presidente Mauricio Macri, porque destruyó totalmente lo que hemos construido y que para nosotros no fue fácil”, sostuvo la maestra, quien se suma a la preocupación de los pueblos originarios de todo el país que están viendo cómo sus derechos son vulnerados, su historia atropellada por políticas discriminatorias, sus tradiciones y estilo de vida arrasados por el desmonte y la corrupción.

Fonte: El Federal

Contos animados são narrados em diferentes línguas indígenas

 

68 voces 68 corazones é uma série de contos narrados em diferentes línguas indígenas. com a premissa “ninguém pode amar o que não conhece”, o projeto foi criado, em 2016,  no méxico,  com o objetivo de estimular o orgulho, o respeito e o uso das línguas indígenas entre os falantes e os não falantes. esta ação também busca combater o preconceito. dirigido por gabriela badillo,  a série busca criar um projeto inclusivo, inspirado na  obra de escritorxs, como miguel león portilla, andrés henestrosa, hermenegildo lópez, isaac esau carrillo can, manuel espinosa sainos, entre outrxs. a série também tem como base contos da tradição oral dos povos indígenas do méxico

Confira alguns dos contos:

animação embasada no poema “cuando muere una lengua”, de miguel león portilla.
língua: náhuatl de la huasteca de hidalgo

 

animação embasada no conto “la última danza”, de isaac esau carrillo can.

língua: maya de yucatá

https://youtu.be/M5CnU0rL7dI

 

animação embasada no conto ch’ol de tradición oral
língua: ch’ol del estado de chiapas

 

animação embasada no conto “el chapulín brujo”, com narração tradicional do povo yaqui
língua: yaqui de sonora

 

animação embasada no conto “imagen de prometeo”, de andrés henestrosa.
língua: zapoteco da planície costeira de oaxaca

 

animação embasada no poema “muere mi rostro”, de manuel espinosa sainos
língua: totonaco de puebla

Fonte: Latitudes Latinas

 

Plurietnia e plurilingüismo no Brasil: o direito indígena à educação em sua própria língua

Entrevista de Aryon Rodrigues ao programa Tome Ciência (Rádio USP ). O arquivo sonoro está disponível no site ‘Canal Ciência’, do IBICT, que não deixa clara a data em que a entrevista ocorreu. Os programas foram produzidos de 1984 a 1989. O site inclui ainda vários outros programas interessantes (com temas arqueológicos, antropológicos etc.) nas seções “Amazônia e questões indígenas” e “História, filosofia, sociologia e antropologia”. [Para ouvir a entrevista, clique no player aqui.]

Fonte: Biblioteca Digital Curt Nimuendajú

Inscrições para o Vestibular da Licenciatura Indígena começam nesta segunda-feira

Começam na segunda-feira (13/02) as inscrições para o Vestibular da Licenciatura Intercultural Indígena – Teko Arandu, voltado para indígenas das etnias Guarani ou Kaiowá. O ingresso dos estudantes na UFGD já será no primeiro semestre letivo de 2017.

As incrições poderão ser feitas até o dia 7 de abril através do endereço eletrônico http://cs.ufgd.edu.br/pslin/2017.O Vestibular da Licenciatura Indígena é composto por três provas, que serão realizadas nos dias 6 e 7 de maio. Em 6 de maio será aplicada a Redação em Português e em Guarani. No dia 7 de maio acontecerá a prova oral em Guarani, e a prova objetiva com conteúdo de Ciências Humanas, Legislação Indigenista, Matemática e Ciências da Natureza.

O Curso de Licenciatura Intercultural Indígena – Teko Arandu oferece 70 vagas. As aulas são concentradas em períodos pré-definidos e com atividades realizadas em tempo integral tanto nas aldeias de Mato Grosso do Sul quanto na própria UFGD. O curso tem duração de quatro anos e meio.

Para a inscrição são necessarios os seguintes documentos: a) CPF; b) ficha de inscrição devidamente preenchida; c) documento de identificação com foto e d) declaração de etnia indígena (DEI), disponível noAnexo III do Edital. É bom lembrar que não poderá realizar a inscrição o candidato que não possuir CPF.

São considerados documentos de identificação: Carteira ou Cédula de Identidade, expedida pelas Secretarias de Segurança Pública, Forças Armadas, Polícias Militar, Civil e Federal; Carteira de Identidade Profissional, expedida pelos Conselhos de Fiscalização Profissional; Carteira Nacional de Habilitação (com foto); Certificado de Reservista, Passaporte, Carteira de Trabalho e Previdência Social. A Cédula de Identidade expedida pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) NÃO é aceita como documento de identificação.

PROCEDIMENTOS PARA INSCRIÇÃO

O candidato poderá realizar a inscrição para Vestibular da Licenciatura Indígena de duas formas: online, por meio do link http://selecao.ufgd.edu.br/psv/, ou com ficha de inscrição impressa.

Para realizar a inscrição online, o candidato deverá: preencher todos os campos solicitados no sistema, inclusive informando a cidade em que pretende realizar a prova: Amambai ou Dourados; anexar a Declaração de Etnia Indígena e o documento de identificação com foto escaneados.

Com ficha de inscrição impressa, o candidato deverá: em envelope escrito PROCESSO SELETIVO PARA LICENCIATURA INTERCULTURAL INDÍGENA PSLIN-2017/UFGD E NOME DO CANDIDATO, entregar a ficha de inscrição preenchida e assinada, não se esquecendo de informar a cidade em que pretende realizar a prova: Amambai ou Dourados; o documento de identificação com foto e a declaração de etnia indígena.

Os documentos poderão ser enviados por meio dos seguintes locais/órgãos:Coordenações Técnicas Locais da FUNAI nas cidades de Amambai, Iguatemi, Tacuru, Paranhos, Antônio João, Douradina, Caarapó e Dourados. Ou entregues na Secretaria do Curso de Graduação em Licenciatura Intercultural Indígena – Teko Arandu, na Unidade II da UFGD, ou na Coordenadoria do Centro de Seleção, localizada na Unidade 1 da UFGD, de segunda a sexta-feira, úteis, das 8h às 11h e das 13h às 17h. Os documentos também poderão ser remetidos por AR e/ou SEDEX, à Coordenadoria do Centro de Seleção da UFGD, localizada na Unidade 1 da UFGD – rua João Rosa Góes, nº 1.761, Sala 503, Vila Progresso, CEP 79825-070, Dourados, MS.

Informações detalhadas do provesso seletivo estão no Edital de abertura do Vestibular, disponível no link: http://cs.ufgd.edu.br/download/Edital_de_Abertura_PSLIN_2017.pdf
Outras dúvidas no Centro de Seleção da UFGD, pelo telefone: 67-3410-2840.

Fonte: A Critica

[Palmas | TO] MPE lançará curso de Libras para atendimento às pessoas surdas

Capacitação é composta de dez unidades didáticas,

subdivididas em quatro módulos

Da Redação

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Cesaf), lançará nesta sexta-feira, 3, o curso de Capacitação em Língua Brasileira de Sinais (Libras). O curso tem o objetivo de qualificar membros e servidores da própria instituição e das instituições parceiras para a melhoria do atendimento às pessoas surdas. O lançamento será às 10 horas, no auditório do MPE, em Palmas.

O curso de capacitação é composto de dez unidades didáticas, subdivididas em quatro módulos. As atividades são ofertadas na modalidade de educação a distância, com carga horária total de 60 horas. Cada unidade conta com material complementar, atividades práticas para autoestudo, exercícios a distância em ambiente virtual próprio do MPE e acompanhamento tutorial por meio de fórum.

O material foi produzido por uma equipe multiprofissional, formada por educadores, intérprete de Libras, fotógrafos, jornalistas, programadores e cinegrafistas que atuam no Ministério Público do Tocantins.

O projeto foi construído utilizando boas práticas e teorias desenvolvidas no Brasil. A partir da análise das demandas e do perfil dos usuários dos serviços do MPE, foi elaborado um vocabulário das expressões mais usuais, que serviu de base para 705 tomadas fotográficas que integram um banco de imagens e ilustram o manual e os demais materiais do curso.

O curso de capacitação em Libras será disponibilizado virtualmente a todos os interessados. De acordo com o coordenador do Cesaf, Procurador de Justiça José Maria da Silva Júnior, a iniciativa é expressão de cidadania. “A Língua Brasileira de Sinais é oficial da comunidade surda do Brasil. Por isso, enquanto fiscal da lei, o Ministério Público deve estar preparado para melhor atender as comunidades de surdos e as pessoas usuárias da Libras”, considerou o coordenador.

Convidados
Entre os convidados para o lançamento do curso estão representantes do Poder Judiciário, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional Tocantins, Defensoria Pública do Estado, Tribunal de Contas do Estado (TCE), Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Secretarias Estadual e Municipal de Educação, União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação (Undime) e Conselho Estadual da Educação e representações das comunidades e associações de pessoas surdas. (Com informações da ascom do MPE)

Fonte: CT

Facebook

Visite site Oficial

1ºENMP (clique na imagem)

Receba o Boletim

Visite nossos blogs

Clique na imagem

Clique na imagem

Clique na imagem

Clique na imagem

Nossas publicações

Clique na imagem

Clique na imagem

Clique na imagem

Clique na imagem

Clique na imagem

Clique na imagem

Visitantes

Arquivo