Educação Bilíngue

Avanço no ensino bilíngue da rede pública da capital é exposto durante maior evento de educação e tecnologia da América Latina

Os investimentos e avanços feitos pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) no campo educacional vêm refletindo em diversas partes do Brasil. Um exemplo disso é a presença do diretor do Centro de Línguas Estrangeiras (Celest) da Secretaria de Educação e Cultura da Capital (Sedec), Jonathan Vieira, que foi convidado para ser um dos palestrantes do maior evento de educação e tecnologia da América Latina que é o Bett Educar 2018. O evento aconteceu nesta sexta-feira (11), em São Paulo.

O tema da palestra foi ‘Educação bilíngue na escola pública: desafios e oportunidades’ onde ele expõe sobre o que vem sendo feito pela PMJP quando se trata de educação bilíngue na rede pública. Jonathan explicou que a Capital da Paraíba virou uma referência na rede pública de ensino em todo o Brasil quando se trata da aquisição de uma segunda língua. Falou também dos investimentos que a PMJP, por meio da Sedec, vem fazendo nessa área como a construção do Celest, parcerias internacionais como a do Consulado-Geral dos Estados Unidos. Continue lendo

Escolas de abordagem internacional, bilíngues ou com High School: o que diferencia uma da outra?

Andrea Rodrigues, Coordenadora de Multilinguismo do CSL, fala sobre as diferenças entre escolas com currículo bilíngue, abordagem internacional e programas de High School.

 *Por Andrea Rodrigues, Coordenadora de Multilinguismo do Colégio São Luís

O que é uma escola bilíngue? O que é uma escola internacional? Existe diferença entre elas? Essas certamente são perguntas que começam a se tornar frequentes nos dias de hoje.

 A escola bilíngue tem por finalidade capacitar seus estudantes em uma segunda língua, oferecendo uma carga horária significativa de imersão em uma outra língua que não a do idioma materno. Além dos conteúdos do currículo ensinados no segundo idioma, uma escola bilíngue também oferece um ambiente no qual aquele idioma é falado fora da sala de aula. Em geral, há profissionais fluentes de diferentes áreas e alguns deles só utilizam a língua estrangeira para se comunicar com os estudantes. Todo o ambiente de aprendizagem deve conter estímulos e informações em ambas as línguas de instrução.

O aluno começa a convivência com a segunda língua já na Educação Infantil. Os professores de escolas bilíngues não são obrigatoriamente professores nativos da segunda língua. O importante é a fluência e a qualidade da imersão. Continue lendo

Quase 90% das crianças em Moçambique começam a estudar sem saber falar português

Cerca de 90% das crianças moçambicanas começam a frequentar as aulas sem saber falar a língua portuguesa, o que constitui um obstáculo para o processo de ensino e aprendizagem, indicam dados do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano. Os dados foram divulgados na quarta-feira durante o Fórum Nacional Bilingue pela ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortone, citada esta quinta-feira pelo diário O País.

A governante entende que esta pode ser uma das causas dos maus resultados nas escolas do ensino primário no país, propondo o ensino bilingue como a solução para o problema. “Um olhar atento sobre as nossas estatísticas permite perceber, claramente, o quanto os nossos concidadãos não podem usufruir dos serviços de saúde, de justiça e acesso à informação porque não conseguem permanecer no sistema de ensino por não saberem falar a língua portuguesa”, disse Conceita Sortone. Continue lendo

Estado e município terão de garantir ensino da língua Ofayé-Xavante em escola

Ação movida pelo MPF tem a finalidade é evitar risco iminente da morte da língua e da cultura do povo Ofayé-Xavante

A Sexta Turma do Tribunal Regional Federal (TRF-3), por maioria, negou provimento ao recurso do estado do Mato Grosso do Sul e manteve sentença que o obriga a compartilhar com o município de Brasilândia a responsabilidade de assegurar o ensino da língua Ofayé-Xavante. A sentença, em ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF), determina que caberá ao estado e ao município garantirem o resgate escrito e imediato da língua Ofayé para sua permanente preservação, por meio de linguistas a serem contratados.

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Professora ganha prêmio de US$ 1 milhão após aprender 35 idiomas para acolher alunos

Global Teazher Prize, espécia de Oscar dos professores, teve um brasileiro entre os finalistas

Uma britânica, que dá aula de artes e aprendeu o básico de 35 idiomas para acolher melhor seus alunos que vieram de várias partes do mundo, foi a vencedora do prêmio de melhor professora do mundo. A premiação chamada Teacher Global Prize, foi anunciado neste domingo, 18, em Dubai, de 39 anos, receberá US$ 1 milhão pela conquista.

 Espécie de Oscar dos professores, a cerimônia é promovida pela Varkey Foundation, entidade com atuação internacional em educação. A premiação tem o objetivo de incentivar os professores com trabalhos de impacto social. 
Andria dá aula na escola secundária de Alperton, em Brent, um distrito de Londres, conhecido como um dos lugares com maior diversidade étnica do país. A professora conta que seus alunos vem das famílias mais pobres do Reino Unido, muitas morando em casas que são divididas por até cinco famílias e expostas à violência de gangues. Brent tem a terceira maior taxa de homicídios do país.  Continue lendo

“Disseminar a filosofia e o objectivo do ensino bilingue” pode ajudar as comunidades a entendê-lo

As calorosas discordâncias e discussões de que o ensino bilingue em Moçambique tem alvo começam a ficar para atrás e já se vislumbram resultados promissores, concluíram, semana finda, os diferentes intervenientes na implementação deste projecto, reunidos na II conferência nacional sobe educação bilingue. Todavia, reconheceram que ainda há desafios para assegurar que se tenha alunos mais participativos nas salas de aula e aprendam, efectivamente, nas suas próprias línguas maternas e não apenas num único idioma (português) que lhes é, muitas vezes, estranho.

Alguns desses desafios são a falta de vocabulário próprio, elevados custos para assegurar a implementação do ensino bilingue e a multiplicidade das línguas maternas. Esta situação faz surgir um outro problema, o de padronização para que se saiba, efectivamente, o número exacto das mesmas. Continue lendo

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