Diversidade linguística

Revista Articulando e Construindo Saberes

A Universidade Federal de Goiás (UFG) publicou o segundo volume da Revista Articulando e Construindo Saberes, editada pelo Núcleo Takinahakỹ de Fomação Superior Indígena – Faculdade de Letras da UFG. Com periodicidade anual, a publicação traz nesta edição 35 artigos escritos por autores e autoras indígenas e não indígenas sob a perspectiva da interculturalidade, com a construção e articulação de saberes provenientes de diferentes áreas do conhecimento e de diferentes fontes culturais. A revista ter por propósito justamente o estímulo e a promoção do debate transdisciplinar sobre a interculturalidade, a inclusão social e a equidade na educação superior.

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III DIVERMINAS – Faculdade de Letras da UFMG, 8 a 10 de novembro de 2017

É com grande satisfação que a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade Federal de Ouro Preto e a Universidade Estadual de Montes Claros anunciam a realização do III Encontro sobre a diversidade linguística em Minas Gerais (III Diverminas), que será realizado na Faculdade de Letras da UFMG no período de 8 a 10 de novembro de 2017. Nesta edição, homenagearemos o Prof. Dr. Marco Antônio de Oliveira, atual professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. A Comissão Organizadora convida todos os professores, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e de graduação que desenvolvam pesquisas linguísticas relacionadas ao estado de Minas Gerais a participarem deste III Diverminas.

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O Inventário do Hunsrückisch como Língua Brasileira de Imigração no sul do Brasil

Monumento do Cooperativismo. Pesquisadores da esquerda para a direita: Jussara, Gabriel e Ana.

Além dos estados de Santa Catarina e Espírito Santo,  também o Rio Grande do Sul recebeu pesquisadores do Inventário do Hunsrückisch (hunsriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI ) durante o mês de agosto.

Entre os dias 01 e 03 de agosto, Jussara Habel, Gabriel Schmitt e Ana Winckelmann  que compõem a equipe do Inventário e do Projeto ALMA-H (Atlas Linguístico-Contatual das Minorias Alemãs na Bacia do Prata: Hunsrückisch) esteve em Nova Petrópolis, RS, para as pesquisas.

A equipe de pesquisadores chegou em Nova Petrópolis, RS, no dia 01 de agosto de 2017 com várias atividades agendadas. Inicialmente, a equipe foi até a Prefeitura para preencher o questionário sociológico e para ouvir as autoridades locais sobre a importância da língua alemã falada em Nova Petrópolis. Durante a tarde, foram recebidos pela Rádio Imperial FM, 104.5, para explicar os objetivos do trabalho aos ouvintes (Conferir entrevista abaixo).

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Towards World Atlas of Languages

Aconteceu em Beijing, China

Fonte: UNESCO

 
8 July 2016, Beijing, People’s Republic of China

UNESCO and Talkmate host a launch event to celebrate the beginning of a new and exciting partnership on the development of the World Atlas of Languages. The joint partnership aims at developing innovative and scalable ICT-supported model to access data on linguistic diversity around the world, encourage collaboration among different stakeholders and raise awareness on the importance of linguistic diversity and multilingualism for sustainable development.

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As origens misteriosas da língua mais antiga da Europa

Primeira escola basca (“iskatola”) foi aberta na cidade litorânea de San Sebastián em 1914.

Pela janela do meu carro, vi a Espanha se transformar. De Madri, no centro do país, até a costa norte, terras vazias e vacas pastando deram lugar a montanhas verdes e um porto cintilante cheio de barcos. Já havia dirigido até o norte anteriormente, mas essa foi a primeira vez em que parei em Getaria, um vilarejo medieval de pescadores com praias, vinhedos e uma igreja do século 15 onde foi batizado Juan Sebastián Elcano, a primeira pessoa a navegar ao redor do mundo.

Em uma rua estreita, dois homens diante de um caminhão de entrega de frutos do mar falavam um idioma que nunca havia ouvido antes.

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Mais de 200 línguas são faladas nas casas do Canadá

Fonte: Espanglish

A imigração é atualmente a grande responsável pelo crescimento da população canadense. Com a chegada de imigrantes de várias partes do mundo, é natural também que diversos idiomas comecem a fazer parte do cenário nacional. O idioma mais falado no Canadá, depois do inglês e do francês, é o mandarim. Cerca de 641 mil pessoas. Seguido pelo cantonês e pelo punjabi.

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