Direitos Linguísticos

Indígenas poderão ter intérprete de sua língua nativa durante processos criminais

Um projeto de lei na Câmara dos Deputados busca incluir o direito de indígenas – acusados, vítimas ou testemunhas em processos criminais – de serem acompanhados por intérprete de sua língua nativa.

A proposta, da deputada Érika Kokay, já foi aprovada em dezembro na Comissão de Direitos Humanos e Minorias e está na Comissão de Constituição e Justiça.

 Para a linguista e professora da UnB, Ana Suelly Cabral, o projeto é um avanço que pode evitar injustiças.

 De acordo com o parecer do relator, deputado Luiz Couto, seria de extrema gravidade se por má compreensão da língua portuguesa, e por falta de considerar as diferentes formas de expressão, o julgador acabasse sendo induzido a erros.

 A professora Ana Suelly reforçou ainda a necessidade de as instituições pensarem na comunicação de surdos e deficientes visuais, que também se expressam de forma diferente.

 De acordo com informações do Museu do Índio, atualmente quase 200 línguas e dialetos indígenas são falados no país. Mas estima-se que nos últimos 500 anos, já foram extintas quase 80% das línguas indígenas faladas no continente americano antes da chegada dos europeus.

Fonte: Rádio Agência Nacional EBC 

Semana da Lusofonia, 29 a 30 de setembro, ISCED-Uige, Angola

lusoO Departamento de Letras Modernas do ISCED-Uíge convida pesquisadores(as) docentes, estudantes  e profissionais em geral para submeterem propostas de trabalhos para o Io encontro da Semana de Lusofonia, conforme as especificações desta chamada. O tema do encontro será Lusofonia, identidade e diversidade cultural.O processo de recepção e selecção dos trabalhos ficará a cargo da comissão científica.

OBJECTIVOS

É objectivo deste encontro aprofundar a reflexão acerca da lusofonia, incidindo na sua caracterização, naquilo que a identifica junto das diferentes comunidades, bem como na sua diversidade. Pretende-se, ainda, diagnosticar as suas principais fragilidades e pontos fortes num contexto internacional, aos níveis linguístico, político, social e cultural, bem como apontar caminhos para o seu desenvolvimento. Continue lendo

Mais de sete milhões de angolanos falam línguas nacionais

angola
Mais de sete milhões de angolanos falam pelo menos uma língua nacional em casa, sobretudo nas zonas rurais, apesar de o português ser a língua habitualmente mais falada em Angola, por cerca de 18 milhões de pessoas.

Os números resultam da análise da Lusa aos dados definitivos do censo da população angolana realizado pelo Instituto Nacional de Estatística de Angola em 2014, tornados públicos a 23 de março e que colocam a língua nacional umbundu (centro e sul) como a segunda mais falada, por 22,96 por cento da população, o equivalente a cerca de 5,9 milhões de pessoas.

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