Direitos Linguísticos

Ronaldo Tenório, empreendedor digital: “O surdo vive como estrangeiro dentro de seu país”

Alagoano, escolhido pelo Massachusetts Institute of Tecnology (MIT) um dos jovens mais inovadores do mundo, veio ao Rio para seminário no Museu do Amanhã.

“Tenho 31 anos, moro em Maceió e sou publicitário, com especialização em Comunicação Estratégica. Sempre gostei de misturar tecnologia e comunicação. Na faculdade, tive a ideia de facilitar a comunicação com os portadores de deficiência auditiva. Criei um aplicativo que faz a tradução para a Língua Brasileira de Sinais.”

Conte algo que não sei.

No Brasil, 70% dos deficientes auditivos têm dificuldade com o português. A gente aprende a ler e escrever pela fonética: vai ouvindo, falando e escrevendo. Como o surdo não tem a fonética, encontra dificuldades para relacionar a escrita ao som, e as palavras viram coisas soltas. A experiência da comunicação visual faz muito mais sentido. Continue lendo

Evento no Rio debate direitos dos povos indígenas dez anos após declaração da ONU

Promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) no Museu de Arte Moderna (MAM), o encontro reuniu especialistas e representantes da comunidade indígena de várias partes do Brasil.

Convidados debaterem o documentário “Guarani e Kaiowá: pelo direito de viver no Tekoha”, gravado em aldeias indígenas do centro-oeste do país. No dia 13 de setembro foram marcados os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Assista aos vídeos aqui.

É simbólico que os indígenas, frequentemente associados ao passado, estejam no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro, cantando músicas em guarani. A observação foi do professor José Ribamar Bessa Freire, coordenador Programa de Estudos dos Povos Indígenas da UERJ.

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Seminários IPOL: novo espaço de encontro e debate

Por ocasião do seu 18 aniversário, a ser comemorado no próximo dia 20 de setembro, o IPOL tem a alegria de dar início aos Seminários IPOL concebidos como um espaço para encontro e debates sobre temáticas atuais envolvendo línguas, leis, políticas, educação, ciência, tecnologias, internacionalização, entre outras.

Para a estreia, temos a honra de convidar a todos e todas para o I Seminário IPOLDireitos Linguísticos no Brasil: aspectos teóricos e jurídicos, a ser ministrado por Marcos P. Santa Rosa Matos, no próximo dia 13/09/2017, às 14h, no IPOL.  As inscrições podem ser feitas gratuitamente enviando um e-mail para ipol.secretaria@gmail.com. Atenção: as vagas são limitadas!

 Participe e divulgue!

O PERU APROVA A POLÍTICA NACIONAL DE LÍNGUAS ORIGINARIAS, TRADIÇÃO ORAL E INTERCULTURALIDADE

Fonte: acervo pessoal

Por Gerardo Chinchay – colaborador

No dia 9 de agosto, como parte da celebração do Dia Internacional dos Povos Indígenas, o Presidente da República do Peru, Pedro Pablo Kuczynski aprovou, através do decreto supremo N° 005-2017-MC, a “Política Nacional de Lenguas Originarias, Tradición Oral e Interculturalidad”, que visa a garantir os direitos linguísticos dos falantes de línguas indígenas no territorio nacional incorporando mudanças e melhorias no funcionamento da administração pública e serviços públicos.

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Indígenas poderão ter intérprete de sua língua nativa durante processos criminais

Um projeto de lei na Câmara dos Deputados busca incluir o direito de indígenas – acusados, vítimas ou testemunhas em processos criminais – de serem acompanhados por intérprete de sua língua nativa.

A proposta, da deputada Érika Kokay, já foi aprovada em dezembro na Comissão de Direitos Humanos e Minorias e está na Comissão de Constituição e Justiça.

 Para a linguista e professora da UnB, Ana Suelly Cabral, o projeto é um avanço que pode evitar injustiças.

 De acordo com o parecer do relator, deputado Luiz Couto, seria de extrema gravidade se por má compreensão da língua portuguesa, e por falta de considerar as diferentes formas de expressão, o julgador acabasse sendo induzido a erros.

 A professora Ana Suelly reforçou ainda a necessidade de as instituições pensarem na comunicação de surdos e deficientes visuais, que também se expressam de forma diferente.

 De acordo com informações do Museu do Índio, atualmente quase 200 línguas e dialetos indígenas são falados no país. Mas estima-se que nos últimos 500 anos, já foram extintas quase 80% das línguas indígenas faladas no continente americano antes da chegada dos europeus.

Fonte: Rádio Agência Nacional EBC 

Semana da Lusofonia, 29 a 30 de setembro, ISCED-Uige, Angola

lusoO Departamento de Letras Modernas do ISCED-Uíge convida pesquisadores(as) docentes, estudantes  e profissionais em geral para submeterem propostas de trabalhos para o Io encontro da Semana de Lusofonia, conforme as especificações desta chamada. O tema do encontro será Lusofonia, identidade e diversidade cultural.O processo de recepção e selecção dos trabalhos ficará a cargo da comissão científica.

OBJECTIVOS

É objectivo deste encontro aprofundar a reflexão acerca da lusofonia, incidindo na sua caracterização, naquilo que a identifica junto das diferentes comunidades, bem como na sua diversidade. Pretende-se, ainda, diagnosticar as suas principais fragilidades e pontos fortes num contexto internacional, aos níveis linguístico, político, social e cultural, bem como apontar caminhos para o seu desenvolvimento. Continue lendo

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