Bilinguismo

Inovação Stance: do Bilíngue ao Multilíngue

Inclusão, tolerância e respeito às diferenças, além da formação multilíngue, são princípios de base da Stance Dual School, presentes em todas as atividades e planejamentos pedagógicos da Educação Infantil ao Ensino Fundamental 2.

A partir disso, inovamos mais uma vez com o início de um curso bastante especial: neste segundo semestre de 2018, os estudantes passarão a ter a oportunidade de fazer aulas de LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais, no Dual Day do Ensino Fundamental 2, com o Prof. Marcelo Bessa de Lima, surdo, presidente da Associação de Surdos de São Caetano do Sul. Continue lendo

Audiência pública #FICAESPANHOL

Audiência pública para tratar sobre a Discussão de questões relativas à disciplina de Espanhol na Educação Básica em Santa Catarina.

Dia: 14/08/2018

Horário: 9h às 13h

Local: Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright, na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

Programação I Seminário do Movimento #FICAESPANHOL do Estado de Santa Catarina

I SEMINÁRIO DO MOVIMENTO #FICAESPANHOL DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Auditório Henrique Fontes

Centro de Comunicação e Expressão

Universidade Federal de Santa Catarina

03 de agosto de 2018 (sexta-feira), 10h

10h – 10h10

O lugar da língua espanhola em políticas nacionais recentes no âmbito do Ensino: breve contextualização

Professora Leandra Cristina de Oliveira (UFSC)

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I Seminário Internacional de Educação Intercultural Bilíngue

A UFRR é uma instituição jovem (1989) que acompanha a própria criação do Estado e Roraima, localiza-se na região fronteiriça que envolve a República Cooperativista da Guiana e República Bolivariana de Venezuela. Ao longo desses 28 anos de existência tem respondido as demandas sociais no cenário regional, além de sua internacionalização. Dentro dessas demandas sociais foi criado em 2001, o Núcleo Insikiran de Formação Superior Indígena – Insikiran, com a oferta do Curso de Licenciatura Intercultural na formação de professores indígenas com 720 ingressos ao longo desses anos, tendo formado 315 professores indígenas em nível superior. Com o passar dos anos outras demandas dos movimentos indígenas de Roraima chegaram à universidade, a exemplo da criação dos Cursos de Bacharelados, o de Gestão Territorial Indígena (2009) e o de Gestão em Saúde Coletiva Indígena (2012), isso no contexto das políticas específicas no âmbito do direito à diferença, totalizando aproximadamente 700 alunos regularmente matriculados no Insikiran. Recentemente foi a realizada a III Semana dos Povos Indígenas da UFRR, resultado de um esforço coletivo para reunir, e apresentar a toda a sociedade roraimense, o pensamento e a produção artística, científica e cultural dos indígenas. Esta edição foi trabalhado o tema A Formação Intercultural de Indígenas no Contexto da Universidade. Tema este que traz a reflexão de como a formação intercultural vem sendo pensada na educação superior, seja no contexto do Insikiran ou nos demais cursos da UFRR, levando-se em conta a função social da universidade nas demandas sociais e políticas da região amazônica. Outro aspecto neste contexto de relevante apoio por parte da Capes é que em Roraima não tem Agência de Fomento à Pesquisa. Portanto, o apoio financeiro da Capes via Edital 35/2017 do PAEP é de grande valia para o desenvolvimento e execução do evento em virtude da sua relevância social, acadêmica e científica para a graduação e pós-graduação.

Informações e incrição: I Seminário Internacional de Educação Intercultural Bilíngue

Mercado de trabalho: conheça o curso de inglês voltado para mulheres negras

Mercado de trabalho: conheça o curso de inglês voltado para mulheres negrasQue tal estudar em um curso de inglês e aprender cantando com Tina Turner, Nina Simone, Beyoncé, ou relatando, em inglês, a vida de Dandara dos Palmares, Aqualtune ou Luiza Mahin? Também é possível aprimorar a fluência no idioma ouvindo os discursos de Viola Davis, Oprah Winfrey, Lupita Nyong’o e lendo Chimamanda Ngozi ou Maya Angelou. Este é o formato de um curso de inglês criado para atender às demandas de um grupo totalmente excluído das escolas de idiomas e que, por mais este motivo, não consegue acessar melhores oportunidades de emprego: a mulher negra.

“Lecionamos um conteúdo da cultura africana que estimula a curiosidade das alunas. Assim os temas tratados se tornam maiores do que as barreiras que a sociedade nos impõe”, explica a professora e poeta Ryane Leão. O método permite que, durante os estudos, as alunas também descubram mais sobre a própria história e consigam, finalmente, avançar na assimilação do idioma. Continue lendo

Universidade venezuelana promove programa de formação de professores de português

A Universidade Pedagógica Experimental Libertador (UPEL) criou um programa piloto para formar professores de língua portuguesa, na cidade venezuela de Maracay (100 quilómetros a oeste de Caracs) e responder à crescente procura do ensino do português no país.

“Estamos entusiasmados porque daremos resposta a uma necessidade que está contemplada na Lei de Educação de Venezuela, para incluir a língua portuguesa desde o ensino primário venezuelano”, explicou Joyce Muñoz.

Em declarações à Agência Lusa, a coordenadora do ensino de línguas na UPEL explicou que “a formação de professores de português é um projeto novo, único na Venezuela”.

“Nas outras universidades os alunos formam-se como professores de inglês e francês, e ficam com algum domínio de outras línguas, aqui somos pioneiros na atualização pedagógica e por isso impulsamos este projeto”, frisou. Continue lendo

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