Bilinguismo

Terceira campanha do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI)

Igreja em SJO, a qual é a maior igreja de madeira em uso da América latina. Fonte: acervo próprio

Terceira Campanha para constituição do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI)

E a equipe IPOL do Inventário do Hunsrückisch (hunriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) segue em plena atividade durante a 9ª Semana Alemã | 9. Deutsche Woche, que acontece do dia 15 ao dia 22 desse mês em São João do Oeste, em Santa Catarina, a qual faz a divulgação da história dos imigrantes alemães nessa região do Brasil, com peças de dança, teatro, decoração, alimentos e bebidas típicos. A cidade possui cerca de 6.260 habitantes e localiza-se no extremo Oeste Catarinense, com colonização alemã.

Nossa equipe aproveitou para conhecer essa importante semana para a Comunidade Alemã e também para dar continuidade nas ações de levantamento de dados que comporão o Inventário da língua hunriqueana, conforme o Guia INDL, tais como:

  • Caracterização territorial;
  • Identificação e caracterização da comunidade linguística;
  • Identificação e caracterização da língua de referência;
  • Diagnóstico sociolinguístico;
  • Avaliação da vitalidade linguística, revitalização e promoção.

A partir de agora, equipe passará os próximos 7 dias em campo, onde atuará intensamente para a pesquisa e documentação da língua.

 

Projeto “Bilinguismo teuto-brasileiro: um estudo comparativo entre Brasil e Alemanha”

O projeto “Bilinguismo teuto-brasileiro: um estudo comparativo entre Brasil e Alemanha” tem como objetivo analisar as competências textuais de alunos do Ensino Fundamental, no caso do Brasil, e alunos do Mittelstufe, no caso da Alemanha, na sua primeira e segunda língua.  O projeto é realizado sob a Coordenação da Professora Dra. Maristela Pereira Fritzen, do Dpto. de Letras da Universidade Regional de Blumenau em parceria com a Profa. Dra. Claudia Maria Riehl, diretora do Instituto de Alemão como Língua Estrangeira da Ludwig-Maximilians-Universität München (Universidade de Munique Ludwig-Maximilians), da Alemanha e acontece até novembro desse ano.

Conheça mais sobre o projeto na reportagem abaixo.

Fonte: Prof Dra. Maristela Pereira Fritzen

Aplicativo Giulia – para tradução simultânea entre falantes de LIBRAS e Português

Instalado em um smartfone compatível, o aplicativo oferece aos seus usuários diferentes recursos para comunicação, tais como: localização, chat, alerta, babá, despertador.

Fonte: Projeto Giulia

De Miranda para Amazônia, índios ensinam como salvar língua quase extinta

“Meu povo tem uma história muito triste, em relação à língua. No passado meu povo foi muito massacrado e proibido de falar a língua. Da nossa língua, hoje, nós só temos dois falantes”. O desabafo é do professor Raynney Datxe, indígena da etnia Apiaká da região amazônica, no norte de Mato Grosso

A forma de produção do material didático e a aplicação dele em sala de aula inspira outras iniciativas como a dos Apiakás, que querem evitar a extinção de sua língua materna. (Foto: Luciano Justiniano)

A forma de produção do material didático e a aplicação dele em sala de aula inspira outras iniciativas como a dos Apiakás, que querem evitar a extinção de sua língua materna. (Foto: Luciano Justiniano)

 

O povo dele não é o único a sofrer o massacre cultural. Na semana que passou, o professor veio junto com uma comitiva de educadores Apiaká a Miranda para aprender como preservar o pouco que restou da língua.

No Estado, a comitiva acompanhou o trabalho do Ipedi (Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural) no resgate da língua e da cultura dos índios terena das oito aldeias de Miranda. Projeto daqui que já recebeu diversos prêmios nacionais por promover a preservação da língua terena, já em extinção.

Visitantes receberam exemplares do livro Kalivono e conheceram as práticas pedagógicas aplicadas em sala de aula. (Foto: Luciano Justiniano)

Visitantes receberam exemplares do livro Kalivono e conheceram as práticas pedagógicas aplicadas em sala de aula. (Foto: Luciano Justiniano)

Visitantes receberam exemplares do livro Kalivono e conheceram as práticas pedagógicas aplicadas em sala de aula. (Foto: Luciano Justiniano)

A tecnologia criada pelo Instituto consiste na na produção de material didático para educação infantil e alfabetização, tanto em português quanto em terena e pautados na cultura local.

O mesmo pode ser reaplicado para ajudar a salvar outras línguas indígenas em extinção no Brasil, como a língua dos Apiakás.

“Nosso objetivo na aldeia Babaçú, no município de Miranda, foi de conhecer como é que foi desenvolvido este projeto, porque no futuro nós queremos também fazer o mesmo”, afirma o professor Raynney Datxe.

Fonte: Campo Grande News

Ministro da Educação timorense quer política nacional de uso de línguas oficiais

O ministro da Educação timorense defendeu hoje a aprovação de uma política do uso das línguas oficiais nos vários níveis de ensino, acompanhada de medidas para o uso das línguas oficiais em todos os órgãos do Estado.

2017.05.25

Sem apontar qualquer preferência entre português e tétum, as duas línguas oficiais do país, António da Conceição considerou esta decisão crucial para ultrapassar os grandes desafios que a questão linguística tem colocado a todo o sistema educativo timorense.

Numa intervenção no 3º Congresso Nacional da Educação, que decorre até quarta-feira em Díli, Conceição disse que se deve “elaborar e aprovar uma política do uso das Línguas Oficiais em cada um dos níveis do sistema de ensino”.

“Essa política, caso seja entendida como uma boa opção, teria de ser desenhada de forma a se enquadrar no âmbito de uma política nacional para o uso das línguas oficiais em todos os órgãos do Estado”, disse.

O uso das línguas oficiais no sistema de ensino tem sido um dos temas de maior debate político em Timor-Leste, com o Governo a testar, ao longo dos anos, vários modelos nenhum dos quais mostrou ainda ser suficientemente eficaz.

Críticos da política linguística questionaram a falta de um consenso e a definição de uma política geral clara, a falta de recursos para a implementação adequada das duas línguas oficiais, deficiente formação de professores e outros desafios.

“O Ministério da Educação, desde a restauração da independência, desenvolveu e implementou diferentes estratégias e metodologias para esta matéria, não se registando, no entanto, uma concordância e uma aceitação por todos os agentes educativos”, disse.

“Esta questão tem condicionado o processo de implementação das diferentes estratégias e a consequente concretização dos resultados ambicionados por toda a comunidade educativa”, considerou.

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Abertura do Seminário Inventário LIBRAS

Iniciou hoje, 08 de Maio de 2017, o Seminário LIBRAS

Mesa de abertura do Seminário do Inventário LIBRAS

Mesa de abertura do Seminário do Inventário LIBRAS

Na manhã dessa segunda-feira, teve início o Seminário do Inventário Nacional da LIBRAS.

A mesa de abertura contou com representantes das três instituições responsáveis pela realização do Inventário: Regina Helena Meirelles Santiago, Chefe da Divisão Técnica da Superintendência do IPHAN em Santa Catarina, Rosângela Morello, Coordenadora Geral do IPOL e Marianne Stumpf, Chefe do Departamento de Libras da UFSC. As convidadas apresentaram ao público a importância desse evento no cenário nacional de promoção das línguas pelo INDL, considerando o papel das instituições por elas representadas .

Após a abertura, foi composta a mesa-redonda: INVENTÁRIO NACIONAL DA DIVERSIDADE LINGUÍSTICA, com Regina Helena (IPHAN), Ana Paula Seiffert e Cintia Vilanova, Coordenadora Executiva e Gestora Executiva do IPOL, respectivamente, em especial no Inventário LIBRAS, e Ronice Quadros, Coordenadora da Produção e Pesquisa em LIBRAS/UFSC.  Foram tematizados aspectos históricos e metodológicos da política do INDL, além dos desafios implicados no processo de execução do Inventário da LIBRAS.

Para a participação do seminário foram convidados 27 surdos de referência que atuam diretamente na promoção da LIBRAS nas cinco diferentes regiões do país. Além deles, nesse primeiro dia, puderam participar professores, estudantes e interessados no tema. Assim, o auditório Henrique Fontes, do CCE/UFSC esteve completamente cheio durante todo o dia.

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