Dia 12 de agosto aconteceu o 1º vestibular em uma Aldeia Indígena de Rondônia

Avaliamos que este momento constituiu uma importante referência para a UNIR nesta caminhada de dez anos de aprendizagens interculturais com os Povos originários da Amazônia.

Dia 12 de agosto aconteceu o 1º vestibular em uma Aldeia Indígena de RondôniaApós 10 anos de existência da aprovação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), ocorrido em outubro de 2008, a Licenciatura em Educação Básica Intercultural por meio de seu Departamento, estendeu pela primeira vez o processo seletivo discente até uma aldeia indígena do estado de Rondônia.

Nesta 7ª edição do vestibular, atendendo solicitação dos Povos Indígenas, dentre outros, o Professor indígena André Jabuti, foi escolhida a Aldeia Ricardo Franco, da Terra Indígena Rio Guaporé, distante cerca de 250 km de Guajará-Mirim, com acesso único por meio fluvial. Continue lendo

A experiência da Lombardia

O pesquisador Humberto Cunha encerra séria com artigo sobre legislação cultural da região italiana

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O carnaval de Milão: proteção do patrimônio cultural imaterial na região italiana da Lombardia permite paralelos com a legislação brasileira, em especial o caso cearense

O patrimônio cultural intangível da Região da Lombardia, na Itália, passou a ser formalmente salvaguardado a partir de 28 de outubro de 2008, data em que ocorreu a publicação da Lei Regional nº 27, aprovada cinco dias antes. Nela, o artigo 1 revela o âmbito de aplicação e a finalidade e especifica que “a Região, de acordo com as disposições do seu próprio Estatuto e inspirada na Convenção para a Proteção do Patrimônio Cultural Imaterial” , reconhece e valoriza, em suas diferentes formas e expressões, o mencionado patrimônio que se faça “presente na Lombardia ou em comunidade de cidadãos Lombardos que residem no exterior e façam referência às tradições lombardas”. Continue lendo

Revista Internacional em Língua Portuguesa (RILP)

Por Alexandre António Timbane

A Revista Internacional em Língua Portuguesa (RILP), editada desde o ano de 1989, é uma publicação interdisciplinar da Associação das Universidades de Língua Portuguesa. A RILP surgiu como manifestação do desejo de interconhecimento e de intercâmbio de todos os que, na América, na Europa e na África falam português no seu quotidiano, e se preocupam com a sua utilização e o seu ensino. A Revista surge como um modo de aproximar as culturas que na língua portuguesa encontram expressão, ou que a moldam para se exprimirem, e se este é o destino do português, não é mais do que a continuação da sua própria historia em que esse destino – como todos os destinos – já estava contido. O Número Internacional Normalizado das Publicações em Série (ISSN) desta coleção é 2182-4452 (formato papel) e 2184-2043 (formato digital). A Revista Internacional em Língua Portuguesa (RILP) está indexada ao catálogo Latindex, Qualis/CAPES e European Reference Index for The Humanities and Social Sciences (ERIH PLUS) da European Science Foundation (ESF). A RILP está em avaliação nos catálogos da Scielo e Scopus. Normas de publicação disponíveis aqui: http://aulp.org/node/114462; Declaração Princípios Éticos da RILP: http://aulp.org/node/114927LÍNGUA PORTUGUESA EM ÁFRICA: POLÍTICAS LINGUÍSTICAS E OS CRIOULOS EM DEBATE IV SÉRIE, Nº31 (2017).

Programa brasileiro de tradução para Libras é finalista em premiação no México

VLibras 'traduzindo' trecho de página na internet (Foto: Gabriel Luiz/G1)

VLibras ‘traduzindo’ trecho de página na internet (Foto: Gabriel Luiz/G1)

Software público foi desenvolvido pelo Ministério do Planejamento. Ele concorre com mais duas iniciativas na categoria ‘sociedade igualitária e colaborativa’.

O software público brasileiro VLibras – que permite traduzir textos, áudios e vídeos para a Língua Brasileira de Sinais, usada por pessoas com deficiência auditiva – é finalista em uma premiação internacional no México. A cerimônia celebra iniciativas para tornar as cidades “mais inteligentes”.

Criado pelo Ministério do Planejamento em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), o programa concorre com outros dois finalistas na categoria “sociedade igualitária e colaborativa”. Os vencedores desta edição poderão expor o projeto no próximo congresso, em um stand de 9 metros quadrados. Continue lendo

“Indianos acham que português é língua que cria boas oportunidades de carreira”

Almoço com Shiv Kumar Singh, professor de Estudos Indianos na Universidade de Lisboa e autor do Dicionário Hindi-Português-Hindi

Estou já sentado no Natraj, restaurante indiano na lisboeta rua do Sol ao Rato, quando chega Shiv Kumar Singh, que, sabedor, foi quem escolheu o local. Não está atrasado o professor de Estudos Indianos e de Hindi na Faculdade de Letras, fui sim eu que cheguei um pouco antes, minutos suficientes para perceber pela ementa que se trata de um restaurante de comida do Norte da Índia, tão diferente da do Sul do país. Recebo logo um presente: o Dicionário de Hindi-Português-Hindi que Singh publicou em 2017 (o ano da visita do primeiro-ministro António Costa à Índia e de Narendra Modi a Portugal) e que é o primeiro por cá editado dedicado à mais falada das línguas indianas. No passado, pela ligação histórica à costa do Malabar e a Goa, foi dada primazia aos dicionários de Malaiala-Português e de Konkani-Português, explica o meu convidado, num português fluente. Continue lendo

Crianças imigrantes aprendem a nova língua

Fredye Chrisostome, 6 anos, diz que o português não é uma língua fácil: 'Mas eu já sei a letra G, a letra do cachorro e da tartaruga também'

Fredye Chrisostome, 6 anos, diz que o português não é uma língua fácil: “Mas eu já sei a letra G, a letra do cachorro e da tartaruga também”

Alunos haitianos do 1º ao 5º ano do fundamental são atendidos com aulas de português no contraturno, através do projeto da UEL em parceria com a Secretaria de Educação de Cambé

Na Escola Municipal Professora Lourdes Gobi Rodrigues, em Cambé (região metropolitana de Londrina), cerca de 15 crianças haitianas, do 1º ao 5º ano, estão sendo acompanhadas de perto na aprendizagem da língua portuguesa.
A cada aula, eles vão se familiarizando com a nova língua e, por enquanto, o conteúdo é direcionado com base nas necessidades apontadas por eles. Nesta semana, por exemplo, eles vão aprender as formas de apresentação, os dias da semana e as cores.

A ideia do projeto nasceu após relatos das equipes pedagógicas sobre a dificuldade das crianças em aprender e se comunicar na Língua Portuguesa, pois elas estão matriculadas nas turmas regulares da escola, no período vespertino. E a proposta só foi possível pela parceria entre a Secretaria de Educação de Cambé e a UEL (Universidade Estadual de Londrina), por meio do projeto de extensão Be UEL.

A coordenadora do Be UEL, Viviane Bagio Furtoso, explica que o projeto é do curso de Letras Estrangeiras Modernas e tem o objetivo de implementar ações para internacionalização da universidade. Para ministrar as aulas, que tiveram início há duas semanas, uma aluna do curso foi selecionada como estagiária.  Continue lendo

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