Derrubando Barreiras

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Pesquisa desvela as línguas de imigração no Espírito Santo

A travessia do Atlântico era apenas o começo de uma epopeia para italianos, espanhóis, suíços, pomeranos, alemães, prussianos, poloneses e outros, que tinham como ponto fi nal da sua viagem algum lote de terra na então província do Espírito Santo, a partir de meados do século XIX. Dos navios às canoas, os imigrantes percorriam os leitos dos rios e depois desbravavam fl orestas, caminhando por alagadiços e abrindo picadas nas matas virgens, seguindo os passos de guias que os levavam até o terreno prometido. Isolados, pois os povoados fi cavam a quilômetros de distância, esses grupos aos poucos foram vencendo as adversidades da natureza, mas ainda enfrentam a difi culdade da língua.

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Esse breve relato da dilação dos imigrantes no Espírito Santo sedeve às pesquisas que há anos vêm sendorealizadas nessas comunidades. Muito sefi culdade da instadescobriu a respeito das barreiras naturais vencidas por essas pessoas guerreiras, mas a academia ainda sabe pouco a respeito das barreiras linguísticas. As diferentes etnias de imigrantes que colonizaram o Espírito Santo construíram uma babel linguística no território capixaba, di fi cultando, no início, a integração entre eles e os poucos nativos – indígenas, portugueses e negros escravizados – que, em alguns casos, viviam nas redondezas.

 

Leia o atigo na íntegra Revista Universidade nº 07 – página 46.

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