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El rock tsotsil que reinvindica la lengua maya: Lumaltok (entrevista)

Foto: revistaenheduanna.com.mx

Foto: revistaenheduanna.com.mx

Uno de los híbridos más interesantes de la globalización es la apropiación de géneros internacionales a culturas locales, como la maya tsotsil.

Por Ana Paula de la Torre Diaz

Libertad es el buen vivir.
Lumaltok

La globalización ha hecho de las suyas con sus muchas de sus virtudes, y también vicios. Entre las virtudes está la música; hoy es posible conocer propuestas de todo el mundo, y como contraparte también se ha tendido a homogeneizar la oferta. Sin embargo la música es universal e indudablemente puede ser un vehículo para expandir ideas. El rock, desde un inicio, siempre rebelde y joven, ha tocado las fibras de millones de personas en el mundo sea cual se su cultura.

Una de las expresiones más increíbles de la universalización del rock es el hecho de que en Chiapas, en los últimos años, han surgido algunas bandas que han acoplado esta música a sus propias raíces, cultura y lengua. Una de ellas es Lumaltok, una propuesta en lengua maya tsotsil. Continue lendo

Por la supervivencia de las lenguas indígenas

Antes de que desaparezcan sin dejar rastros, muchos pueblos indígenas de la región se han lanzado a rescatarlas. Estas son algunas de las novedosas iniciativas latinoamericanas que se presentaron en la ONU para revitalizar las lenguas originarias.

Escucha el reportaje de Radio ONU sobre el tema:

Video: Un llamado para salvar las lenguas indígenas
En este vídeo, indígenas quechua, mapuche y kichwa hacen un llamado en su propia lengua para combatir el racismo y la discriminación que contribuyen a la pérdida de sus lenguas.

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Com aulas de idiomas, brasileiros e refugiados vivem intercâmbio cultural em SP

Professor em situação de refúgio dá aula de francês para alunos brasileiros - Foto: Ilana Goldsmid/Abraço Cultural

Professor em situação de refúgio dá aula de francês para alunos brasileiros – Foto: Ilana Goldsmid/Abraço Cultural

“As pessoas no Brasil conhecem pouco sobre a Síria, só sabem que estamos em guerra. As aulas (que irão até 5 de fevereiro) são o lugar perfeito para eu mostrar tudo o que temos de legal”, conta professor

por Sarah Fernandes, da RBA

São Paulo – O que seria uma aula comum de idiomas, com exercícios de gramática, leitura de textos e listas de novas palavras no vocabulário, se transforma em um rico intercâmbio cultural, com dança, culinária e literatura. Essa é uma experiência que brasileiros e pessoas em situação de refúgio têm vivenciado em São Paulo, em projetos que buscam integrar os novos moradores no país e ao mesmo tempo mostrar aos brasileiros particularidades de culturas tão diferentes.

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Hip Hop in Aka – Songe Nimasow

Songe Nimasow and friend Khandu Degio rap in the endangered Aka language of Arunachal Pradesh, India.
recorded by Dr. K. David Harrison with the Enduring Voices Project with National Geographic.

Exposição no Rio de Janeiro tenta impedir desaparecimento de línguas indígenas

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Fonte: EBC

A iniciativa se baseia na história de um papagaio que aprendeu a falar o idioma de uma tribo já extinta.

Este vídeo foi publicado em 10 de fev de 2015.

Fonte: TV Brasil

TVM de Moçambique segue expansão por províncias com transmissões em línguas locais

tvmTVM de Moçambique segue expansão por províncias com transmissões em línguas locais

Júlia Fernandes

A emissora pública TVM (Televisão de Moçambique) segue sua estratégia de transmitir em mais provinciais e criar programas locais nas línguas faladas pela população e anunciou que a partir de sábado (19/12) começará o processo de transmissão na província de Tete, nas línguas Português e Chinhunguè.

Televisão de Moçambique: Lança em Tete janela de noticiários locais (assista abaixo ou clique aqui):

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Dilma anuncia que Conselho Nacional de Política Indigenista será criado ainda nesta semana

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Dilma: “Democracia é demarcação de terras para os povos indígenas. E, ainda nesta semana, vamos publicar novos decretos de homologação de terras, como marco dessa primeira conferência”. – Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

A presidenta Dilma Rousseff anunciou que assinará, ainda nesta semana, o decreto que institui o Conselho Nacional de Política Indigenista. A declaração foi feita nesta terça-feira (15), durante a abertura oficial da 1ª Conferência Nacional de Política Indigenista. O evento vai até o dia 17 de dezembro e deve reunir cerca de dois mil participantes em Brasília. O tema central do encontro é A Relação do Estado brasileiro com os povos indígenas no Brasil sob o paradigma da Constituição de 1988.

Segundo a presidenta, o conselho vai fortalecer os canais de interlocução entre o governo e os indígenas, a fim de facilitar a execução de políticas públicas que atendem ao interesse dessa população.

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Vídeo: “Línguas em perigo: por que esse tema importa”

Estima-se que há 7.000 línguas faladas no mundo, hoje, com 50% da população do mundo falando 50 línguas e os outros 50% falando 6.950 idiomas. No vídeo abaixo, Mandana Seyfeddinipur explica como a globalização, as mudanças climáticas, a urbanização e a instabilidade política estão causando a extinção de línguas a uma taxa equivalente à perda de diversidade biológica durante a extinção em massa dos dinossauros, e como isso afeta negativamente a diversidade cultural e diminui a capacidade de resistência social.

Notícia relacionada: UNESCO promove encontro para a revisão do seu Índice de Vitalidade das Línguas

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Pomeranos do Espírito Santo negociam frutas e verduras na língua típica

pomeranosReportagem do G1/ES apresenta pomeranos do Espírito Santo negociando frutas e verduras na língua pomerana.

Clique aqui para acessar o vídeo.

Fonte: G1/ES

Indígena de 81 anos aprende a usar computador e cria dicionário para salvar seu idioma da extinção

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Conheça Marie Wilcox, uma bisavó de 81 anos e a última pessoa no mundo fluente no idioma Wukchumi. O povo Wukchumi costumava ter uma população de 50.000 pessoas antes de terem contato com os colonizadores, mas agora são somente 200 pessoas vivendo no Vale de São Joaquim, na Califórnia. Sua linguagem foi morrendo aos poucos a cada nova geração, mas Marie se comprometeu com a tarefa de revivê-la, aprendendo a usar um computador para que conseguisse começar a escrever o primeiro dicionário Wukchumni. O processo levou sete anos, e agora que terminou ela não pretende parar seu trabalho de imortalizar sua língua nativa.

O documentário “Marie’s Dictionary”, de Emmanuel Vaughan-Lee, disponível no Youtube (assista aqui ou abaixo), nos mostra a motivação de Marie e seu trabalho árduo para trazer de volta e registrar um idioma que foi quase totalmente apagado pela colonização, racismo institucionalizado e opressão.

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