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Microsoft lança plug-in para PowerPoint que traduz slides e voz em tempo real

A conferência para desenvolvedores Microsoft Build 2017 trouxe um plug-in bem interessante para o PowerPoint. Chamada de Presentation Translator, a aplicação consegue captar a voz do usuário e traduzir em tempo real para um idioma escolhido. E, ainda, quem estiver assistindo a palestra pode baixar um app em seu celular e acompanhar o conteúdo em seu idioma nativo – caso não entenda as outras línguas. (Confira aqui a apresentação do app.)

Na prática, o usuário instala o Presentation Translator em seu PowerPoint e, depois, coloca sua língua nativa e para qual idioma a conversa deve ser traduzida. Automaticamente, o plug-in reconhece a voz e começa a tradução. O mais interessante é que ele consegue captar o sentido da frase e vai mudando a sentença até o palestrante terminar de falar. Ou seja: ele não traduz palavra por palavra ao pé da letra; ele entende o contexto.

Os ouvintes que não dominam o idioma nativo ou o escolhido para tradução podem baixar o aplicativo do Presentation Translator em seu celular e acompanhar o conteúdo em sua língua-mãe. Para isso, basta o palestrante compartilhar o QR Code ou um código de cinco letras de sua apresentação.

O plug-in da Microsoft compreende 10 idiomas falados. São eles: alemão, árabe, chinês (mandarim), espanhol, francês, inglês, italiano, japonês, português e russo. Já a tradução pode ser feita em mais de 60 línguas.

Por enquanto, o Presentation Translator não está disponível para o público final. Apenas algumas pessoas receberam a licença para testá-lo. Mas você pode preencher um cadastro mostrando seu interesse no plug-in. Assim, a Microsoft irá avisá-lo primeiro quando a aplicação estiver disponível. Clique aqui para se inscrever.

Fonte: 33 Giga

Nanjing candidata-se a “cidade da literatura” da UNESCO

Fonte: Portuguese

Fonte: Portuguese

Nanjing, a capital da província chinesa de Jiangsu, espera poder vir a ser designada “cidade da literatura” pela UNESCO, de acordo com Long Xiang, vice-secretário do município da cidade chinesa.

Se for selecionada, Nanjing poderá tornar-se na primeira cidade chinesa a receber a designação, passando a ser parte da Rede de Cidades Criativas da UNESCO. Edimburgo foi a primeira cidade a ser escolhida.

Nanjing é um dos maiores focos de herança histórica e literária da China, contendo um local designado como herança cultural e 4 itens de herança cultural intangível, constatou Long durante o Fórum Internacional de Diversidade Literária e Desenvolvimento Sustentável, realizado na Universidade de Nanjing a 15 de maio.

Com uma história de 2500 anos, 450 dos quais enquanto capital da China, Nanjing é reconhecida enquanto cidade da poesia, do budismo e um centro literário da China, segundo relata o Yangtze Evening Post. Long disse ao jornal que Nanjing conta agora com 15 bibliotecas públicas, 100 centros culturais e 300 livrarias.

Enquanto centro de produção literária, Nanjing tem atraído vários poetas e escritores ao longo dos anos. A lista de poetas proeminentes da cidade inclui nomes como Li Bai (um dos expoentes máximos da poesia chinesa), Cao Xueqin, autor do romance clássico “Sonho do Pavilhão Vermelho”, e mesmo autores contemporâneos como Lu Xun e Ba Jin.

A Rede de Cidades Criativas da UNESCO foi lançada em 2004 para atribuir reconhecimento a cidades que se destaquem em um dos sete ramos criativos: arte popular, design, cinema, gastronomia, literatura, música e artes “media”. Até à data, a UNESCO designou 20 cidades no campo da literatura, incluindo Cracóvia, Edimburgo, Heidelberg, Cidade de Iowa, entre outras.

Fonte: Portuguese

De Miranda para Amazônia, índios ensinam como salvar língua quase extinta

“Meu povo tem uma história muito triste, em relação à língua. No passado meu povo foi muito massacrado e proibido de falar a língua. Da nossa língua, hoje, nós só temos dois falantes”. O desabafo é do professor Raynney Datxe, indígena da etnia Apiaká da região amazônica, no norte de Mato Grosso

A forma de produção do material didático e a aplicação dele em sala de aula inspira outras iniciativas como a dos Apiakás, que querem evitar a extinção de sua língua materna. (Foto: Luciano Justiniano)

A forma de produção do material didático e a aplicação dele em sala de aula inspira outras iniciativas como a dos Apiakás, que querem evitar a extinção de sua língua materna. (Foto: Luciano Justiniano)

 

O povo dele não é o único a sofrer o massacre cultural. Na semana que passou, o professor veio junto com uma comitiva de educadores Apiaká a Miranda para aprender como preservar o pouco que restou da língua.

No Estado, a comitiva acompanhou o trabalho do Ipedi (Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural) no resgate da língua e da cultura dos índios terena das oito aldeias de Miranda. Projeto daqui que já recebeu diversos prêmios nacionais por promover a preservação da língua terena, já em extinção.

Visitantes receberam exemplares do livro Kalivono e conheceram as práticas pedagógicas aplicadas em sala de aula. (Foto: Luciano Justiniano)

Visitantes receberam exemplares do livro Kalivono e conheceram as práticas pedagógicas aplicadas em sala de aula. (Foto: Luciano Justiniano)

Visitantes receberam exemplares do livro Kalivono e conheceram as práticas pedagógicas aplicadas em sala de aula. (Foto: Luciano Justiniano)

A tecnologia criada pelo Instituto consiste na na produção de material didático para educação infantil e alfabetização, tanto em português quanto em terena e pautados na cultura local.

O mesmo pode ser reaplicado para ajudar a salvar outras línguas indígenas em extinção no Brasil, como a língua dos Apiakás.

“Nosso objetivo na aldeia Babaçú, no município de Miranda, foi de conhecer como é que foi desenvolvido este projeto, porque no futuro nós queremos também fazer o mesmo”, afirma o professor Raynney Datxe.

Fonte: Campo Grande News

Ministro da Educação timorense quer política nacional de uso de línguas oficiais

O ministro da Educação timorense defendeu hoje a aprovação de uma política do uso das línguas oficiais nos vários níveis de ensino, acompanhada de medidas para o uso das línguas oficiais em todos os órgãos do Estado.

2017.05.25

Sem apontar qualquer preferência entre português e tétum, as duas línguas oficiais do país, António da Conceição considerou esta decisão crucial para ultrapassar os grandes desafios que a questão linguística tem colocado a todo o sistema educativo timorense.

Numa intervenção no 3º Congresso Nacional da Educação, que decorre até quarta-feira em Díli, Conceição disse que se deve “elaborar e aprovar uma política do uso das Línguas Oficiais em cada um dos níveis do sistema de ensino”.

“Essa política, caso seja entendida como uma boa opção, teria de ser desenhada de forma a se enquadrar no âmbito de uma política nacional para o uso das línguas oficiais em todos os órgãos do Estado”, disse.

O uso das línguas oficiais no sistema de ensino tem sido um dos temas de maior debate político em Timor-Leste, com o Governo a testar, ao longo dos anos, vários modelos nenhum dos quais mostrou ainda ser suficientemente eficaz.

Críticos da política linguística questionaram a falta de um consenso e a definição de uma política geral clara, a falta de recursos para a implementação adequada das duas línguas oficiais, deficiente formação de professores e outros desafios.

“O Ministério da Educação, desde a restauração da independência, desenvolveu e implementou diferentes estratégias e metodologias para esta matéria, não se registando, no entanto, uma concordância e uma aceitação por todos os agentes educativos”, disse.

“Esta questão tem condicionado o processo de implementação das diferentes estratégias e a consequente concretização dos resultados ambicionados por toda a comunidade educativa”, considerou.

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Espaço Multicultural Livros Sobre Trilhos chega a sócio de número 5.000 

Fonte: Sobre Trilhos

Fonte: Sobre Trilhos

A nova associada, moradora de Alvorada, ganhou três livros e uma carteira comemorativa como forma de homenagem.

Com a proposta de incentivar e conectar os usuários do metrô à leitura e ao conhecimento, o Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos (EMLsT) chegou ao número de 5 mil sócios. A leitora Pamella Möller Mozzato cadastrou-se no dia 20 de abril e, na última sexta-feira (12), foi premiada: recebeu uma carteira gigante comemorativa e três livros. Os títulos presentados foram: O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry; O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë; e O menino do pijama listrado, de John Boyne.

Moradora de Alvorada, Pamella trabalha como representante de vendas em Porto Alegre, estuda design de moda em Canoas e costuma utilizar o metrô diariamente. Sócia há quase um mês, ela descobriu o EMLsT por acaso e já havia pensado em se cadastrar em outro dia, mas pela falta de documentos, adiou o seu cadastro. “Quando decidi me associar, descobri ser a sócia de número 5 mil”, conta. Pamella ficou surpresa ao receber os presentes e amou a ideia: “Adorei a seleção de livros, pois ainda não li nenhum desses”.

Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos

Criado e mantido pela Trensurb desde dezembro de 2008, o Espaço Multicultural Livros sobre Trilhos funciona nos dias úteis, das 10h às 12h e das 13h às 19h, na plataforma de embarque da Estação Mercado. Oferece serviço gratuito de empréstimo de livros, com acervo de 7,5 mil publicações de diversos gêneros para os 5 mil sócios, além de um espaço para exposições artísticas e fotográficas. Devido ao seu trabalho de incentivo à leitura, em abril de 2010, foi reconhecido como “Biblioteca do Ano 2009” pela Câmara Rio-Grandense do Livro. Em outubro de 2014, recebeu o Prêmio Top Cidadania, oferecido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos, Seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS).

Fonte: Sobre Trilhos

ONU abre inscrições para programa de bolsas para lideranças indígenas

Formação voltada para representes indígenas está disponível em quatro idiomas: espanhol, inglês, francês e russo. O prazo para candidaturas é dia 30 de junho.

Arte: ACNUDH. Fonte: ONUBR

Arte: ACNUDH. Fonte: ONUBR

programa de bolsas da ONU para representantes indígenas está com inscrições abertas, para sua edição 2018. São quatro as possibilidades de bolsa: para falantes do espanhol, inglês, francês e russo.

O programa de treinamento, promovido pelo Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH), busca ampliar o conhecimento e as competências dos representantes dos povos indígenas sobre os instrumentos e mecanismos de proteção dos direitos humanos para a sua utilização e atuação internacional. No final da formação, os participantes indígenas são incentivados a compartilhar os conhecimentos transmitidos e treinar suas respectivas comunidades ou organizações indígenas.

O prazo para se inscrever na edição de 2018 é 30 de junho de 2017.

Edital do programa em espanhol: http://bit.ly/1LQgTTA.
Edital do programa em inglês: http://bit.ly/1LQhfti.
Edital do programa em francês: http://bit.ly/2odTXg5.
Edital do programa em russo: http://bit.ly/1LQh15m.

Saiba mais sobre o programa em www.ohchr.org/EN/Issues/IPeoples/Pages/Fellowship.aspx.

Neste endereço, você encontra o endereço de e-mail pelo qual deverá tirar as dúvidas. A ONU Brasil não pode tirar dúvidas do programa, apenas seus organizadores.

Fonte: ONUBR

Ministro da Educação timorense quer política nacional de uso de línguas oficiais

O ministro da Educação timorense defendeu hoje a aprovação de uma política do uso das línguas oficiais nos vários níveis de ensino, acompanhada de medidas para o uso das línguas oficiais em todos os órgãos do Estado.

Sem apontar qualquer preferência entre português e tétum, as duas línguas oficiais do país, António da Conceição considerou esta decisão crucial para ultrapassar os grandes desafios que a questão linguística tem colocado a todo o sistema educativo timorense.

Numa intervenção no 3º Congresso Nacional da Educação, que decorre até quarta-feira em Díli, Conceição disse que se deve “elaborar e aprovar uma política do uso das Línguas Oficiais em cada um dos níveis do sistema de ensino”.

“Essa política, caso seja entendida como uma boa opção, teria de ser desenhada de forma a se enquadrar no âmbito de uma política nacional para o uso das línguas oficiais em todos os órgãos do Estado”, disse.

O uso das línguas oficiais no sistema de ensino tem sido um dos temas de maior debate político em Timor-Leste, com o Governo a testar, ao longo dos anos, vários modelos nenhum dos quais mostrou ainda ser suficientemente eficaz.

Críticos da política linguística questionaram a falta de um consenso e a definição de uma política geral clara, a falta de recursos para a implementação adequada das duas línguas oficiais, deficiente formação de professores e outros desafios.

“O Ministério da Educação, desde a restauração da independência, desenvolveu e implementou diferentes estratégias e metodologias para esta matéria, não se registando, no entanto, uma concordância e uma aceitação por todos os agentes educativos”, disse.

“Esta questão tem condicionado o processo de implementação das diferentes estratégias e a consequente concretização dos resultados ambicionados por toda a comunidade educativa”, considerou.

Para Conceição, “as línguas oficias no sistema educativo devem ser entendidas enquanto meios, instrumentos e recursos para um único fim, ou seja, o acesso a uma educação de qualidade por todos os cidadãos”.

As recomendações do ministro foram feitas tendo em conta um diagnóstico detalhado ao setor educativo timorense e que avaliou seis áreas chave de todo o sistema, desde currículos, a infraestruturas escolares, formação de professores a envolvimento dos pais, entre outros assuntos.

António da Conceição recordou aos participantes que o diagnóstico do setor educativo foi realizado apenas por funcionários timorenses permanentes do Ministério (ou seja, sem apoio de assessores externos), num sinal da crescente capacitação dos quadros locais.

Entre outros aspetos, o diagnóstico reconheceu a falta de “consistência e coerência no que se refere aos conteúdos e metodologias dos diferentes níveis de ensino” e as dificuldades de implementação do currículo, entre outros desafios.

O ministro defendeu ainda a criação de um Conselho Nacional da Educação (CNE), que funcione como órgão autónomo do Ministério para responder “à necessidade de garantir a coerência e consistência dos conteúdos e metodologias curriculares”.

Esta estrutura deve ser “composta por reconhecidos pedagogos, académicos e peritos nacionais, nomeados pelo Conselho de Ministros, que possam promover a criação de consensos técnicos, científicos e pedagógicos”, disse.

Dentro do CNE deve ser criada uma Comissão Científica Especializada para avaliar a adequação dos currículos nacionais, incluindo nas áreas de História e Geografia, “essenciais para fortalecer os traços diferenciadores da identidade” timorense.

O ministro quer ainda a definição de uma política que regule a atribuição de materiais didáticos em cada nível de ensino, de acordo com as exigências curriculares, permitindo ‘desafiar’ o princípio da gratuitidade no ensino “através da participação dos pais e encarregados de educação”.

Fonte: DN

Na ONU, países da Cplp mostram otimismo com futuro da língua portuguesa

Da Redação
Com ONU News em Nova Iorque

O Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na Cplp foi comemorado na noite de quarta-feira, em Nova Iorque, com uma recepção para todas as delegações que servem nas Nações Unidas. Oficialmente, a data é marcada em 5 de maio.
Centenas de pessoas de todos os países que falam português e também de outras nações participaram da festa que reuniu os embaixadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Cplp, e a chefe de gabinete do secretário-geral, Maria Luiza Ribeiro Viotti, que discursou em nome de António Guterres.
Maria Luiza Ribeiro Viotti citou a admiração de António Guterres pela Cplp. “O secretário-geral nutre grande apreço pela Cplp e pelo que representa: uma comunidade que promove a aproximação entre países membros, embora geograficamente distantes, compartilham a mesma língua, uma rica cultura e fortes laços históricos e uma histórica tradição muito importante. Espero que a nossa Cplp possa continuar a reforçar as boas relações entre todos seus membros e com o resto do mundo. Isso nos ajudará a avançar com os nosso objetivos comuns de paz, justiça, direitos humanos e dignidade para todos.”
A chefe de gabinete de Guterres falou ainda sobre a ONU News em português. Falando em inglês, ela disse que apesar de o português não ser um dos idiomas oficiais das Nações Unidas, o Departamento de Informação Pública da ONU tem um serviço em português. Ela afirmou que o programa em língua portuguesa atinge milhões de pessoas em todo o mundo com informações sobre as Nações Unidas.
Já o embaixador da Missão Permanente de Portugal junto as Nações Unidas, Álvaro Mendonça e Moura, falou à ONU News sobre a importância do português.

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Resgate de idiomas nativos será uma das propostas da Bienal do Mercosul em 2018

Instalação com gravações de línguas indígenas será uma das obras que integrará a próxima edição da Exposição

O curador Alfons Hug visita Porto Alegre regularmente para acompanhar os preparativos da da Bienal | Foto: Ricardo Giusti

O curador Alfons Hug visita Porto Alegre regularmente para acompanhar os preparativos da da Bienal | Foto: Ricardo Giusti

A Bienal de Artes Visuais do Mercosul está sendo preparada para o ano que vem. O curador-geral desta 11ª Bienal, o alemão Alfons Hug, em recente visita a Porto Alegre para dar andamento aos trabalhos, revelou que o projeto está bastante adiantado. “Queremos celebrar a diversidade linguística e cultural com o tema ‘O Triângulo do Atlântico’”, apontou Hug.

A lista completa dos artistas integrantes será divulgada mais adiante, mas Hug disse que deve ter aproximadamente 60 nomes. Ele falou, contudo, de algumas propostas. Uma delas está definida. Será uma montagem que irá valorizar línguas nativas, algumas em vias de extinção. Esta será uma obra sonora chamada “Vozes indígenas”. O local também foi escolhido. Pela primeira vez, a Igreja Nossa Senhora das Dores (Rua dos Andradas, 387), no Centro Histórico, vai receber parte da exposição. A escadaria do lugar já foi palco de um concerto que marcou o início da preparação desta edição. O curador explica que o templo foi escolhido pelo seu caráter histórico.

O trabalho sonoro será coletivo. Para esta obra sonora, caixas de som serão colocadas umas em frente às outras, com espaço para o público caminhar entre elas, sugerindo um diálogo. De um lado línguas ameríndias e, de outro, africanas. “O artista terá total liberdade sobre o texto, que pode ser dele ou de alguém que ele entrevistou, e deve ter cerca de 2 a 3 minutos”, explicou Hug. “Valorizar o som aqui me pareceu apropriado, pois não há motivo para competir com o visual”, comentou Hug, fazendo alusão à arquitetura do prédio em restauração.

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Queens: o distrito nova-iorquino que fala mais de 160 idiomas

Com 2,3 milhões de habitantes procedentes de todos os continentes, o multicultural distrito de Queens, em Nova York, se apresenta como a área urbana com maior diversidade linguística dos Estados Unidos.

Localização Bairro Queens, NY, EUA.

Localização Bairro Queens, NY, EUA.

Segundo a prefeitura de Nova York, no Queens, onde quase metade dos moradores nasceu em outro país, são faladas mais de 160 línguas, especialmente espanhol, chinês, coreano, russo, italiano, tagalog (das Filipinas) e grego.

A pluralidade étnica do distrito, o mais extenso da cidade de Nova York, é tão grande que cada bairro pode ser identificado com os idiomas e dialetos falados por seus moradores. Um simples passeio por uma das principais avenidas do Queens se transforma em uma viagem por diferentes culturas e latitudes.

A avenida Roosevelt, no nordeste do Queens, atravessa bairros como Elmhurst, Jackson Heights e Corona, nos quais se concentram a maior proporção de imigrantes. Falantes de espanhol, nepalês, tibetano, javanês e indonésio compartilham um mesmo código postal.

A região está conectada com o centro da cidade pela linha 7 do metrô, conhecida como “International Express” pela significativa presença de turistas de diferentes países, em sua maioria chineses, equatorianos, mexicanos, colombianos e bengaleses.

“Há muita diversidade e você encontra muitas pessoas de seu próprio país. Isso torna a vida aqui mais cômoda”, disse Sudip Plama, um jovem nepalês que mora em Jackson Heights.

A grande diversidade demográfica e cultural do distrito se mostra em cada esquina: bancos, lojas e restaurantes com trabalhadores de raças diferentes, música vibrante e variedade, bem como panfletos e cartazes no transporte público em dezenas de idiomas.

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