IPOL em ação

Consulta pública para inclusão de questão sobre línguas faladas nos domicílios no Censo Demográfico de 2020

Estimados e estimadas colegas,

Em preparação ao Censo Demográfico de 2020, o IBGE abriu consulta pública na qual é possível individualmente ou representando grupos e instituições, sugerir a inclusão de temas a serem levantados que sejam de interesse coletivo.

Trata-se de uma etapa indispensável na preparação do Censo, pois garante que ele traduza as demandas da sociedade e assim satisfaça seu fim último, expresso na missão institucional do IBGE: “Retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e ao exercício da cidadania”.

Queremos convidá-los a participar dessa consulta indicando a necessidade de inclusão da pesquisa sobre as línguas faladas nos domicílios pelos cidadãos brasileiros. Continue lendo

Alinhando realizações: Visita do IPHAN ao IPOL

Da esquerda, Cintia Vilanova (IPOL), Andressa Durães (IPHAN), Rosângela Morello (IPOL), Matheus Santos (IPHAN), Tamissa Godói e Lívia Gomes (IPOL).

Os dias 13, 14 e 15 e Março, desse ano, foram marcados por intensa atividade voltada para a gestão com base digital dos inventários das línguas Hunsriqueana e LIBRAS, no IPOL.

A equipe recebeu Andressa A. Durões, Coordenadora de Convênios e Prestação de Contas, e Matheus Moura Fonseca Santos, Chefe da Divisão de Prestação de Contas da Coordenação de Convênios do IPHAN, ambos representantes do setor de Gestão de Convênios através do SICONV, dentro do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Natural, MinC.

A ações foram realizadas visando o alinhamento entre as equipes quanto às necessidades específicas para a gestão de convênios públicos, os quais foram celebrados entre as instiuições. Nesse sentido, a equipe do IPOL estava composta pelas Coordenadoras dos Inventários Hunsriquiano e LIBRAS, Rosângela Morello e Ana Paula Seiffert, respectivamente, pelas Assistentes Executivas, Tamissa Godoi e Cintia Vilanova, e por Lívia Gomes, membro da secretaria do IPOL. Continue lendo

Está no ar o fórum online da diversidade linguística brasileira

Conhecer um pouco mais sobre as línguas faladas no Brasil. Este é o objetivo do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (Ipol) ao lançar o Fórum Online da Diversidade Linguística Brasileira.

As informações coletadas estarão disponíveis e poderão apoiar ações em defesa das comunidades linguísticas. Além disso, o Fórum proporcionará um mapeamento das línguas brasileiras oferecendo bases para ampliar o seu reconhecimento no âmbito de duas políticas linguísticas importantes: a Política da Diversidade Linguística do Brasil (INDL), criada pelo Decreto nº 7.387/2010 e a Cooficialização de Línguas por Municípios, criadas por leis Municipais.  Continue lendo

Censos nacionais e perspectivas políticas para as línguas brasileiras

A investigação sobre a língua falada ou usada nos domicílios pela população indígena do Brasil no Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), rompe um silêncio de 60 anos do Estado brasileiro sobre a diversidade linguística que o compõe, e ocorre em um momento histórico em que duas outras importantes políticas linguísticas de conhecimento, reconhecimento e promoção das línguas
brasileiras estão em andamento: a cooficialização de línguas, executada por decretos e leis municipais; e o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), conduzido pelo governo federal, por meio do Departamento do Patrimônio Imaterial (DPI), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Contrariamente à repressão e ao genocídio linguísticos sobre os quais se erigiu, no Brasil, uma concepção de cidadania baseada em uma única língua, a portuguesa, estas políticas reconhecem e fomentam as línguas brasileiras, em seu conjunto, como um direito de todo cidadão e pilar de uma sociedade plurilíngue.

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IX Colóquio Internacional “As Amazônias, as Áfricas e as Áfricas na Pan-Amazônia

As Amazônias e as Áfricas ensejam uma visão panorâmica de mundos marcados por uma grande heterogeneidade étnica, linguística e cultural. O desafio de transitar pelas temáticas que envolvem essas macro-regiões vem sendo assumido em diferentes edições do Colóquio Internacional que ora apresentamos. O evento tem se constituído em um fórum de discussões para inquietações acadêmicas, para o desafio de lidar com os conteúdos de Amazônia e África em sala de aula, mas também para os embates cotidianos sobre a questão do uso e posse da terra nessas regiões, bem como para a luta contra todo tipo de preconceito e pelo reconhecimento da diferença como elemento chave para a construção dos direitos à coisa pública e ao espaço público em condições dignas de cidadania.

Ao longo de quase uma década, o evento tem buscado não apenas o fortalecimento dos grupos de pesquisa existentes e o surgimento de redes interinstitucionais de pesquisas sobre as Áfricas e as Amazônias, mas também a ampliação dos debates e ações sobre a aplicação dos dispositivos constantes das leis 10.639, de 9 de janeiro de 2003 e 11.645, de 10 de março de 2008, que tornam obrigatório o ensino de Arte e História da África, dos afrodescendentes e dos povos indígenas nos diferentes níveis de ensino. Continue lendo

Derrubando Barreiras

Foto divulgação

Pesquisa desvela as línguas de imigração no Espírito Santo

A travessia do Atlântico era apenas o começo de uma epopeia para italianos, espanhóis, suíços, pomeranos, alemães, prussianos, poloneses e outros, que tinham como ponto fi nal da sua viagem algum lote de terra na então província do Espírito Santo, a partir de meados do século XIX. Dos navios às canoas, os imigrantes percorriam os leitos dos rios e depois desbravavam fl orestas, caminhando por alagadiços e abrindo picadas nas matas virgens, seguindo os passos de guias que os levavam até o terreno prometido. Isolados, pois os povoados fi cavam a quilômetros de distância, esses grupos aos poucos foram vencendo as adversidades da natureza, mas ainda enfrentam a difi culdade da língua.
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