Eventos

6º Colóquio Internacional Letramento e Cultura Escrita

Evento ocorre de 30 de julho a 1º de agosto e recebe resumos de trabalho até 30 de junho

Fonte: CEALE

Acontecerá, nos dias 30, 31 de julho e 1º de agosto, o 6º Colóquio Internacional sobre Letramento e Cultura Escrita, na Faculdade de Educação da UFMG. O evento reunirá pesquisadores brasileiros e estrangeiros de diferentes áreas para discutir o tema “Relações entre Linguagem e Poder em Contextos Educacionais”, com o objetivo de realizar uma avaliação das contribuições advindas de diferentes campos do conhecimento, tais quais a história, sociologia, linguística, sociolinguística, antropologia e psicologia.

O 6º Colóquio Internacional sobre Letramento e Cultura Escrita terá cinco eixos temáticos: mobilidades sociais e práticas de leitura e de escrita; cultura escrita e políticas linguísticas; multimodalidade e letramento digital; letramentos escolares e não escolares; e letramentos acadêmicos e profissionais. Segundo os organizadores, essas reflexões são relevantes pela necessidade de examinar, no contexto atual, práticas e significados do letramento produzidos em grupos sociais diversificados e em espaços institucionais variados.

As inscrições para o Colóquio estão abertas. Resumos de trabalho podem ser enviados até 30 de junho, em formulário disponível no site do evento, em Envio de Resumos. Na página também constam as normas de submissão e a formatação em que os trabalhos devem ser enviados.

 

Datas importantes

Período de submissão de trabalhos – de 06 a 30 de junho

Divulgação do resultado dos trabalhos aceitos para apresentação – 07 de julho

Inscrições com apresentações de trabalhos – de 07 a 15 de julho

Inscrições no Evento (ouvintes) – de 15 a 29 de junho

 

Valor das inscrições

Professores pesquisadores – R$350,00

Estudantes de Pós-graduação – R$200,00

Professores da Educação Básica – R$160,00

Estudantes da Graduação – R$140,00

 

Mais informações no site: posgrad.fae.ufmg.br/coloquioletramento

Contatos: coloquioletramento2017@gmail.com e +55 (31)3409-5333

Fonte: CEALE

Fica 2017 terá Tenda Multiétnica para discussão e reflexão sobre os povos do Cerrado

Com uma programação especial, o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2017) traz reuniões de povos indígenas, quilombolas, camponeses e representantes de conselhos, instituições e movimentos sociais. O festival terá uma Tenda Multiétnica, que será realizada na próxima terça-feira (20), às 21h. Todas as atividades serão gratuitas e não exigem inscrição antecipada.

Irão participar da tenda, povos do cerrado, que integra a programação oficial do festival com rodas de conversa, minicurso, oficinas e atividades culturais em um espaço instalado na Praça Brasil Caiado, no Lago do Chafariz. A tenta também contará com a presença da secretária estadual de Educação, Cultura e Esporte, Raquel Teixeira, no dia da abertura oficial, e o reitor da Universidade Estadual de Goiás, Haroldo Reimer.

O espaço será uma oportunidade para trocas culturais, reflexão e aprendizado para os participantes do festival. Os interessados em acompanhar as rodas de conversa podem se organizar para passar pela Tenda de terça-feira (20) à sábado (24), sempre às 19h30. Nas discussões estarão na pauta os temas resistência e territorialidade indígena no Brasil, resistência camponesa, educação multiétnica e impactos e conflitos socioambientais pela água.

Durante as manhãs, nas Tendas serão ofertadas oficinas de jongo (dança afro-brasileira nascida nos quilombos), grafismo Iny/Karajá, capoeira angola e vivência indígena. Também será realizado um minicurso sobre línguas indígenas na manhã de sábado, 24 de junho. Apresentações culturais como dança e “prosa e café” com convidada especial poderão ser conferidas ao longo da programação da tenda.

​Entre os convidados, estarão representantes de povos indígenas, dos Kalunga, do Movimento Camponês Popular (MCP), do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), da Comissão Pastoral da Terra (CPT), do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), da Seduce e da Secima.

Fonte: Diário de Goiás

Filme ‘Larfiagem’, sobre língua criada em SC, será exibido no FAM, em Florianópolis

Sessão gratuita será no dia 20, na UFSC. Curta é dirigido por catarinense e resgata história de idioma inventado por meninos de Herval d’Oeste.

Larfiagem foi criada nos anos 1950 em Herval d’Oeste (Foto: Divulgação)

O curta “Larfiagem”, que conta a história da língua criada por meninos da cidade catarinense de Herval d’Oeste nos anos 1950, será exibido em Florianópolis na próxima terça-feira (20), dentro da programação do 21º Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM).

A sessão começa às 19h30, no Centro de Cultura e e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A entrada é gratuita.

O filme, dirigido pela catarinense Gabi Bresola, é vencedor do Prêmio Catarinense de Cinema 2013, e reúne alguns dos inventores do idioma, na época garotos entre 7 e 15 anos, hoje na casa dos 60 e 70 anos. O curta também explora arquivos, pesquisas acadêmicas, entrevistas e fotografias da época – trabalho feito em parceria com o escritor e pesquisador Dennis Radünz.

“Sempre quis saber de onde vinha, escutava na rádio, ouvia os meninos falarem das meninas no colégio, em vários pontos da cidade. É um filme pessoal e autobiográfico, sobre uma Herval que não existe mais, acho que foi isso que me moveu”, conta a diretora de 24 anos, nascida na cidade vizinha de Joaçaba, também no Oeste.

Para despistar a polícia

O idioma surgiu nos arredores da estação ferroviária da cidade, que na época funcionava como entreposto para mercadorias que seriam distribuídas pelo estado. O local era passagem obrigatória para quem era do Oeste e da Serra e queria viajar para estados como Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo.

Cena de ‘Larfiagem’, de Gabi Bresola (Foto: Reprodução/RBS TV)

Em meio a esse movimento, alguns garotos – que trabalhavam no local vendendo doces e frutas, engraxando sapatos e carregando malas – começaram a usar gírias e a inventar palavras pra se comunicar entre si. E assim nasceu a “larfiagem”, para despistar a polícia, que não queria saber da criançada circulando na estação.

“Surgiu como uma defesa nossa. Quando um via que a polícia estava chegando, falava pros outros, pra eles não entenderem. Aí nós ‘dava’ um jeito de cair fora, passar por trás do trem”, conta o aposentado Adão do Amaral, que era menino naquele tempo.

Com o tempo e a desativação da estrada de terra, a larfiagem deixou de ser tão ouvida nas ruas como antes. “O pessoal sente aquela saudade, isso tudo tinha pelo trem. Infelizmente hoje tá tudo abandonado…dá pra se dizer que era uma cultura que a gente aprendeu”, diz o também aposentado Edson Bulh. Assista ao trailer do filme.

Timor-Leste realiza nessa semana maior debate sobre educação em quase 10 anos

Timor-Leste reúne nessa semana alguns dos seus principais líderes para o maior debate sobre o setor da educação em quase 10 anos que, além de analisar o momento atual, deve determinar a linha de ação do próximo Governo.

A Conferência Nacional de Educação, de três dias, foi desenhada, como explicou à Lusa o ministro da Educação, para procurar adotar um consenso sobre as diretrizes para o setor que em alguns aspetos continua a dividir as opiniões.

“Medir a capacidade e a qualidade da educação passam não só pelo currículo, mas pela capacidade de os professores poderem implementar o currículo, a capacidade linguística para poderem fazer a transmissão da ciência para o aluno e outras competências necessárias para manter uma comunicação efetiva com os estudantes”, referiu António da Conceição.

Questões como a língua curricular dos primeiros anos de escola, críticas sobre o pouco investimento no setor educativo e apelos de vários quadrantes para um reforço significativo da estratégia de disseminação do português marcam o debate.

Na semana passada o Presidente timorense insistiu que o país precisa de definir uma política clara da disseminação da língua portuguesa, reforçando significativamente o orçamento do setor da educação e evitando ações que “boicotam” essa política.

Taur Matan Ruak disse que nas visitas que efetuou ao interior do país encontrou jovens do 5.º ano que não sabiam sequer como se dizia ‘nariz’ em português, e “em alguns casos nem sequer em tétum”, língua oficial do país a par do português.

“Aqui até na televisão falamos indonésio. Acho que estamos todos um bocadinho perturbados. Temos que saber exatamente o que queremos. Já passaram 17 anos, daqui a seis são 24 depois da guerra. Em 24 anos os indonésios ensinaram 95% da população a falar indonésio. E nós em 17 ensinámos quantos a falar a língua oficial?”, questionou.

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Lançamento do Documentário Receitas da Memória

IPOL te convida!

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Todos os particpantes receberão convites pelos correios ou pessoalmente.

Mais informações: ipol.comunicacao@gmail.com | (48) 3234-8056 | (48) 9.9161-1524

IV ENCUENTRO DE LENGUAS INDÍGENAS AMERICANAS (IV ELIA)

2017_03_09
Entre el 20 y el 22 de septiembre, en Santa Rosa de La Pampa (Argentina) se realizará el IV Encuentro de Lenguas Indígenas Americanas ELIA. Adjunto la 2da. circular invitándoles a acompañarnos en este nuevo ELIA. Como en el anterior Encuentro, Bariloche 2013, además de las Comisiones estamos organizando un Simposio sobre “Lenguas indígenas y educación”. Lxs interesadxs en participar en las Comisiones de Ponencias y los Simposios deberán completar la Ficha de inscripción, en la cual se incluye el Resumen de su trabajo, hasta el 30 de abril de 2017.
El correo para mayor información y consultas es: elia4.santarosa@gmail.com
Baixe a Segunda Circular aqui.

International Mother Language | Day 21 February

“On the occasion of this Day, I launch an appeal for the potential of multilingual education to be acknowledged everywhere, in education and administrative systems, in cultural expressions and the media, cyberspace and trade.” — UNESCO Director-General Irina Bokova

Students in a classroom at the Jabalia refugee camp in norhern Gaza Trip. UN Photo/Eskinder Debebe

Students in a classroom at the Jabalia refugee camp in norhern Gaza Trip. UN Photo/Eskinder Debebe

2017 Theme: Towards Sustainable Futures through Multilingual Education

To foster sustainable development, learners must have access to education in their mother tongue and in other languages. It is through the mastery of the first language or mother tongue that the basic skills of reading, writing and numeracy are acquired. Local languages, especially minority and indigenous, transmit cultures, values and traditional knowledge, thus playing an important role in promoting sustainable futures.

International Mother Language Day was proclaimed by the General Conference of the United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO) in November 1999 (30C/62).

On 16 May 2007 the United Nations General Assembly in its resolution A/RES/61/266 called upon Member States “to promote the preservation and protection of all languages used by peoples of the world”. By the same resolution, the General Assembly proclaimed 2008 as the International Year of Languages, to promote unity in diversity and international understanding, through multilingualism and multiculturalism.

International Mother Language Day has been observed every year since February 2000 to promote linguistic and cultural diversity and multilingualism. The date represents the day in 1952 when students demonstrating for recognition of their language, Bangla, as one of the two national languages of the then Pakistan, were shot and killed by police in Dhaka, the capital of what is now Bangladesh.

Languages are the most powerful instruments of preserving and developing our tangible and intangible heritage. All moves to promote the dissemination of mother tongues will serve not only to encourage linguistic diversity and multilingual education but also to develop fuller awareness of linguistic and cultural traditions throughout the world and to inspire solidarity based on understanding, tolerance and dialogue.

Fonte: United Nations

MIS recebe exposição fotográfica e lançamento do dicionário ilustrado ‘Vivenciando Libras’

O projeto “Mais que Mil Palavras”, da Associação Terapêutica de Estimulação Auditiva e Linguagem (Ateal), que consiste em uma exposição fotográfica – realizada por crianças e adolescentes com deficiência auditiva–, e em um dicionário de Libras ilustrado, será lançado em Campinas, no Museu da Imagem e do Som (MIS), neste sábado, 11 de fevereiro, às 16h30.

A mostra, com curadoria de Giovanna Cardin, reúne 170 imagens, divididas entre paisagens, grafismos e perspectivas. É resultado das oficinas de fotografia ministradas pelas fotógrafas Juliana Bueno e Renata Magrin com 11 pacientes da entidade. “O resultado foi a satisfação de cada envolvido no projeto, felizes por compartilhar e interagir com o espectador, revelando suas habilidades de comunicação social e cultural através da fotografia”, afirma a curadora.

O dicionário ilustrado “Vivenciando Libras”, de Amanda Ballarin Dias, conta com símbolos do cotidiano, figuras de linguagem e expressões idiomáticas em Libras, relacionadas à cidade de Campinas. A autora já lançou o dicionário com foco no município de Jundiaí.

O projeto “Mais que Mil Palavras” foi aprovado pela Lei Rouanet – Lei Nacional de Incentivo à Cultura.

Fundada em Jundiaí, em 1982, a Ateal é uma associação civil, assistencial e de pesquisa, sem fins econômicos. É credenciada pelo Ministério da Saúde para atendimento na Rede de Saúde Auditiva, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), para atendimentos a pacientes de Jundiaí e mais 18 municípios da região. A Associação realiza exames em maternidades para detecção precoce da deficiência auditiva em bebês (teste da orelhinha). Possui um Centro Audiológico para realização de exames da audição, para a indicação e adaptação de aparelho auditivo, e participa de programas de saúde ocupacional em empresas para o diagnóstico e conservação da audição. Também desenvolve programas de habilitação e reabilitação em diversas áreas, projetos sociais e de pesquisa financiados por empresas via incentivo fiscal, e oferece cursos em Libras, serviços de interpretação e assessoria nas áreas de atuação e gestão do terceiro setor. (Carta Campinas com informações de divulgação)

Projeto “Mais que Mil Palavras”
Exposição fotográfica e lançamento do dicionário “Vivenciando Libras”
Quando: sábado, 11 de fevereiro, 16h30
Onde: MIS (Rua Regente Feijó, 859. Centro. Campinas)
A exposição fica aberta até 9 de março: terças a sextas, das 10h às 18h.

Fonte: Carta Campinas

ONU promove concurso de redação para jovens universitários

 

Concurso premia redações em línguas oficiais da ONU. Foto: ONU/Loey Felipe

Concurso premia redações em línguas oficiais da ONU. Foto: ONU/Loey Felipe

As Nações Unidas estão com as inscrições abertas para o concurso de redação Muitas Línguas, Um Mundo, voltado para jovens universitários. A iniciativa é promovida pela escola de inglês ELS Educational Services e pelo programa Impacto Acadêmico da ONU.

 

As Nações Unidas estão com as inscrições abertas para o concurso de redação Muitas Línguas, Um Mundo, voltado para jovens universitários. A iniciativa é promovida pela escola de inglês ELS Educational Services e pelo programa Impacto Acadêmico da ONU.

Para concorrer, é preciso escrever uma redação original de até 2 mil palavras discutindo noções de cidadania global e compreensão cultural, abordando a importância do desenvolvimento de habilidades linguísticas. A redação deve refletir o contexto pessoal, acadêmico, cultural e nacional do candidato.

Os participantes precisam ser estudantes universitários, ter mais de 18 anos e autorização formal de um membro da faculdade ou administrador universitário para participar.

O texto deve ser escrito em um dos seis idiomas oficiais da organização, que seja diferente do idioma materno e da língua na qual recebeu educação primária e secundária. As inscrições podem ser feitas até 16 de março.

Sessenta vencedores serão selecionados como delegados para o Fórum Global da Juventude Muitas Línguas, Um Mundo que ocorrerá este ano entre 15 e 26 de julho na Northeastern University (Boston, Estados Unidos). Na ocasião, os jovens criarão planos de ação relacionados à Agência 2030 para o Desenvolvimento Sustentável em uma das seis línguas oficiais das Nações Unidas.

Cada vencedor terá direito a uma viagem paga para Boston e Nova Iorque no período da conferência. Os custos com passagem aérea, acomodações e alimentação serão pagos pela ELS Educational Services.

A iniciativa “Muitas Línguas, Um Mundo” promove o aprendizado continuado das seis línguas oficiais das Nações Unidas: árabe, chinês, inglês, francês, russo e espanhol.

fonte: Nações Unidas do Brasil

1ª Mostra de Cinema Espanhol nas suas Línguas Co-Oficiais em Lisboa

cinema_espanholArranca dia 24 e decorre até dia 14 de fevereiro a 1ª edição da Mostra de Cinema Espanhol nas suas Línguas Co-Oficiais com a exibição de filmes de José Mari Goenaga e Jon Garaño, Ángel de la Cruz Blanco e Lluís Miñarro.

A mostra de cinema, que tem como objetivo mostrar a diversidade criativa das cinematografia nas línguas co-oficiais de Espanha, arranca com a exibição do filme Loreak (Flores), de José Mari Goenaga e Jon Garaño. A obra acompanha a vida de três mulheres com vidas diferentes mas com algo em comum: todas perderam um ente querido. Por esse motivo, cada uma delas recebe, uma vez por semana, um misterioso ramo de flores enviado anonimamente. As três mulheres ver-se-ão afectadas por este presente.

No dia 7 de fevereiro, às 18h30, é exibido Stella Cadente do realizador Lluís Miñarro. Estreado em 2014, o filme é falado em catalão (com legendas em espanhol) e leva o espectador até 1871 quando o rei Amadeo de Saboya, nascido em Itália, chega a Madrid. Nesta altura o país vivia um desequilíbrio político e o seu reino dura somente três sombrios e misteriosos  anos. O final do século XIX é na Europa uma época de romantismo e modernidade. Existe uma grande quebra e conflito de valores, levando a um período muito conturbado, especialmente na Espanha.

A encerrar a mostra, Os Mortos Van Á Présa (2008) pode ser visto no dia 14 de fevereiro às 18h30. A obra em galego (legendada em inglês) de Ángel de la Cruz Blanco segue Irene, uma camionista em viagem para ir buscar marisco a uma vila costeira galega. Contudo, a sua vida não é facilitada quando devido a um engarrafamento acaba por impedir a passagem ao cemitério onde será enterrado o patrão maior dos marisqueiros. Isto traz ao de cima velhas desavenças entre os vizinhos.
As sessões terão lugar no Auditório do Instituto Cervantes de Lisboa, com entrada livre.

A mostra é uma iniciativa da Embaixada de Espanha e do Instituto Cervantes de Lisboa, e as sessões têm lugar no Instituto Cervantes em Santa Marta – Lisboa, e a entrada é livre.

Fonte: Revista Canela e Hortela

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