Editoriais

Cómo el Globo manipuló la destitución de Dilma Rousseff , por Teun van Dijk

Por  Teun van Dijk (Río de Janeiro) 

Después de meses de un intenso debate nacional y masivas manifestaciones, el senado brasileño votó esta semana para destituir a la presidenta Dilma Rousseff, acusada de “crímenes de responsabilidad” por el manejo del presupuesto nacional. ¿Cómo es que en tan poco tiempo ella y su Partido dos Trabalhadores (PT, el Partido de los Trabajadores), que – por un estrecho margen – ganó las elecciones de 2014, perdió la mayoría tanto en la Cámara baja (Câmara de Deputados) como en el Senado? ¿Cómo es que millones de personas salieron a la calle no sólo para protestar en contra de la es que millones de personas salieron a la calle no sólo para protestar en contra de la compañía nacional de petróleo, Petrobras, sino también en contra del expresidente Lula y el PT?

Leia o artigo completo em:

Como el Globo manipulo la destitucion de Dilma Rousseff

Teun van Dijk es analista del discurso especializado en medios de comunicación y los estudios del discurso político. Es profesor de la Universidad Pompeu Fabra, de Barcelona, y profesor visitante del Instituto de Estudios Políticos y Sociales (IESP) de la Universidad del Estado de Río de Janeiro. Entre sus muchos libros son La Noticia como Discurso, Ideología, y Discurso y Poder. Para más detalles acerca de su trabajo, ver www.discourses.org. 

“8 séculos de história”, reportagem sobre a história e projeções da Língua Portuguesa no mundo

ufsc

Desde sua formação, a língua portuguesa passou de um idioma europeu para um dos mais falados na América — mas hoje, seu futuro está na África e na Ásia

Os 25 anos do MERCOSUL e a Política Externa Argentina

Mesmo entre marchas e contramarchas, o Mercosul é espaço essencial para a projeção de interesses e objetivos da política externa argentina

Por Matheus de Oliveira Pereira  

Existe pouca margem de dúvida para afirmar que o MERCOSUL é o projeto mais relevante de política externa no qual a Argentina se engajou nas últimas décadas. Essa qualidade está ligada à dupla dimensão que o bloco assumiu quando de sua feitura: tratava-se não apenas de criar um espaço de progressiva liberalização comercial, mas também de cimentar uma forma diferente de relacionamento entre Argentina e Brasil, os pilares do bloco, sob marcos cooperativos, após décadas de rivalidade.
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O presidente Horácio Cartes aperta a mão do presidente argentino Mauricio Macri na abertura da 49ª Reunião da Cupula do Mercosul. Foto: Jorge Adorno/Reuters.

A maior prova da estatura que o MERCOSUL adquiriu para Argentina está na resiliência do bloco às mudanças políticas e crises econômicas que atravessaram o país. Episódios como a desvalorização do real em 1999 e os contenciosos comerciais com o Brasil demarcam dificuldades do avanço do processo, mas não se traduziram em tentativas concretas de eliminar o bloco; ao contrário, na sequência desses eventos o que se registra são tentativas de “relançamento”, “aprofundamento” ou buscar dar maior “sinceridade” ao bloco, para usar os termos correntes no país. Continue lendo

O (des)acordo volta a rachar a língua portuguesa

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Foto João Carlos Santos

O Presidente dos consensos meteu a língua num vespeiro. Ao reabrir a discussão sobre Acordo Ortográfico, Marcelo Rebelo de Sousa reacendeu os ânimos de partidários e opositores. Aqui não há mesmo consensos possíveis

Texto: Christiana Martins, Com Isabel Leiria

Para quem gosta de gerar consensos, Marcelo Rebelo de Sousa escolheu mal o tema. O acordo ortográfico (AO) continua a mover paixões e a dividir os especialistas e a intenção do Presidente da República de promover nova discussão sobre o documento, caso falhem as vias diplomáticas de ver o texto ratificado por Angola e Moçambique, reavivou os ânimos de defensores e opositores.

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Feliz 2016

IPOL_Final_Ano_2015

Talian: protagonismo na luta pelo reconhecimento cultural e fortalecimento pela lei de cooficialização

Representantes da comunidade falante de Talian recebem o título de referência cultural brasileira das mãos da Sra. Jurema Machado, presidente do Iphan, em 2014 – Foto: Facebook Diversidade Linguística.

Representantes da comunidade falante de Talian recebem o título de referência cultural brasileira das mãos da Sra. Jurema Machado, presidente do Iphan, em 2014 – Foto: Facebook Diversidade Linguística.

Talian: protagonismo na luta pelo reconhecimento cultural e fortalecimento pela lei de cooficialização

Rosângela Morello, coordenadora-geral do IPOL

O Talian, que recebeu do IPHAN/MinC o Certificado de Referência Cultural Brasileira (juntamente como o Guarani Mbya e o Assurini) ano passado, é língua cooficial em Serafina Corrêa-RS desde 2009 e este ano até agora foi cooficializado em mais quatro municípios: Flores da Cunha-RS, Nova Erechim-SC, Paraí-RS e Nova Roma do Sul-RS. Em Bento Gonçalves-RS, tramita projeto a ser votado em breve.

No cenário das lutas pelo reconhecimento das línguas brasileiras, vários municípios vêm se mobilizando com a iniciativa de cooficializar as línguas de grande parte de seus cidadãos. Temos hoje, 19 municípios com línguas cooficiais, sendo 7 indígenas e 4 alóctones (ver relação abaixo). No caso da língua talian, Serafina Corrêa-RS foi o primeiro município a cooficializá-la pela Lei Municipal nº 2615 de 13/11/2009, após audiência pública e um conjunto de ações que tematizaram sua importância, nas reuniões da Câmara Legislativa do referido município, na pessoa do então prefeito Ademir Antônio Presotto.

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