8 séculos de história, reportagem sobre a história e projeções da Língua Portuguesa no mundo

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Desde sua formação, a língua portuguesa passou de um idioma europeu para um dos mais falados na América — mas hoje, seu futuro está na África e na Ásia

A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, de 26 de agosto a 04 de setembro

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A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá de 26/Agosto a 04/Setembro de 2016 no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

O evento é palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, cerca de 480 marcas apresentando seus mais importantes lançamentos para aproximadamente 700 mil visitantes em um espaço total de 60 mil m².

Além da grande oferta de livros, a Bienal do Livro ainda conta com uma programação cultural abrangente, mesclando literatura, gastronomia, cultura, negócios e muita diversão!

 Quando Acontece?

De 26 de Agosto a 04 de Setembro de 2016
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana
CEP 02012-021 São Paulo – SP

Horário de Visitação:

Segunda à sexta-feira, das 9h às 22h (com entrada até as 21h)
Sábados e domingos, das 10h às 22h (com entrada até as 21h)
Dia 4 de Setembro, das 10h às 21h (com entrada até às 19h)

 Fonte: Site Oficial 

Revista Platô discute Políticas Linguísticas na Guiné Equatorial

platoAcaba de ser lançado o Volume 3 – Número 6/2016 da Revista digital Platô – Revista do Instituto Internacional de Língua Portuguesa, que discute ” Políticas Linguísticas na Guiné Equatorial”. O número foi organizado pelas pesquisadoras Rosângela Morello e Susana Castillo-Rodriguez.

Na apresentação do Número, Rosângela Morello sintetiza os principais temas discutidos:

No primeiro artigo La colonización lingüística de España en Guinea Ecuatorial, que abre  o número, Susana Castillo Rodríguez apresenta um panorama da colonização linguística empreendida pela Espanha nos territórios que atualmente formam a Guiné Equatorial. Adotando uma perspectiva histórica, a autora caracteriza a atual situação linguística do país e argumenta que o imperialismo linguístico espanhol, articulando as ideologias da espanholidade, no início, e mais tarde a da hispanidade, é marcado por três momentos: a batalha contra o inglês, o monopólio do espanhol, língua colonial, como língua oficial e a obliteração das línguas nativas.

No texto seguinte, O estatuto do pichi na Guiné Equatorial,  Kofi Yakpo faz uma análise  da relação entre as políticas e as ideologias linguísticas relacionadas ao pichi, o crioulo de base lexical inglesa da Guiné Equatorial e a segunda língua nacional mais amplamente falada do país. Denunciando a ausência de políticas governamentais de apoio e fomento do pichi, o autor demonstra, no entanto, a crescente ampliação das funções dessa língua e a necessidade de questionar os valores negativos que a circundam, advindos dos processos de colonização.

Com o tema La situación lingüística de Guinea Ecuatorial: obstáculos para la implantación de una política lingüística exitosa, Mikel Larre Muñoz sinaliza alguns passos que poderiam ser dados, apresentando seus pontos positivos e negativos, para conceber e implantar uma política linguística integradora, que considere as distintas línguas do país, em especial, as línguas autóctones, de modo a modificar a atual situação.

apresentacaoEm seguida, Justo Bolekia Boleka, em La lengua bubi: ¿desaparición o rehabilitación? detalha os processos de instrumentalização da língua bubi para questionar o fato de que, embora esteja hoje amplamente descrita, essa língua não entrou em nenhum programa de ensino governamental. Para o autor, as investigações sobre o bubi não têm conduzido a políticas linguísticas e educacionais destinadas a promovê-la. Urge, então, segundo Bolekia, reconhecer a “oficialidade territorial” dessa e de outras línguas nacionais e propor programas educativos consistentes e ajustados à realidade multilíngue do país.

Ainda, o texto Os primeiros passos do português no mais novo país lusófono da CPLP, de Emmanuel R. Laureano, constitui um relato circunstanciado das ações voltadas a promoção da língua portuguesa no país. O autor mostra o crescente interesse pela língua portuguesa impulsionado por sua recente oficialização e pelo fato da Guiné Equatorial integrar, desde 2014, a Comunidade de Países de Língua Portuguesa – CPLP.

Por fim, em Políticas linguísticas e multilinguismo: usos e circulação do fá d´ambô nas redes das línguas da Guiné Equatorial,  Rosângela Morello apresenta e discute os resultados de um diagnóstico sociolinguístico sobre a língua fá d´ambô, realizado em Malabo e Annobón no âmbito de um protocolo de cooperação técnica assinado entre o Governo da Guiné Equatorial e o Instituto Internacional da Língua Portuguesa(IILP). Considerando a relação histórica entre o fá d´ambô e o português, a autora traça o perfil sociolinguístico de grupos de annoboneses e discute o funcionamento das línguas nas situações pesquisadas, visando a contribuir para gestão do fá d´ambô e demais línguas equatoguineanas.”

Leia a apresentação completa e acesse o número da Revista Platô: http://www.riilp.org/

Fonte: Blogue do IILP e Revista Platô

Seminario 25 años de AUGM, 5 y 6 de setiembre en Montevideo

seminario25 En conmemoración de los 25 años del Grupo se realizará el Seminario “25 años de la Asociación de Universidades Grupo Montevideo. Una mirada hacia el futuro de la Educación Superior”, el 5 y 6 de setiembre en Montevideo. El último día será el Consejo de Rectores que emitirá una declaración acerca de lo discutido en el Seminario.

Del Seminario participarán destacados académicos en jornadas de exposición y reflexión acerca del pasado y el futuro de la Asociación y la Educación Superior. Continuar lendo

Inscrições abertas na UFSC para programa de intercâmbio ‘Escala de Estudiantes de Grado 2017’

logo_augmA Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) informa que estão abertas as inscrições para o Programa Escala de Estudiantes de Grado 2017, promovido no âmbito da Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM).

O programa é destinado aos estudantes de graduação da UFSC. Serão 17 vagas, distribuídas entre universidades da Argentina, do Chile, do Paraguai e do Uruguai.

Os contemplados realizarão intercâmbio de um semestre em uma das universidades participantes e serão beneficiados com isenção de taxas acadêmicas, hospedagem e alimentação (a serem concedidas pela universidade anfitriã).

As inscrições devem ser realizadas até 2 de outubro.

Conheça todas as normas do programa e o edital 11/2016/Sinter aqui.

Conheça mais sobre a AUGM - Asociación de Universidades Grupo Montevideo.

Fonte: Notícias da UFSC

 

Mesa de Discussão “Divulgação internacional da língua portuguesa: cenário e ações” na Bienal do Livro de São Paulo

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Língua internacional por excelência, o português é hoje o quarto idioma mais falado do mundo, presente, sobretudo no Brasil, em Portugal e em vários países africanos. Observando a crescente importância cultural, econômica e geopolítica do idioma, os países de Língua Portuguesa se uniram há vinte anos para criar a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Entre 2016 e 2018, caberá ao Brasil a presidência temporária da entidade. Para tratar da crescente difusão dessa língua, abordando as iniciativas voltadas para a sua difusão, convidamos Gilvan Müller de Oliveira, ex-diretor do IILP (Instituto Internacional da Língua Portuguesa), Susanna Florissi, que é presidente da Câmara Brasileira do Livro e Coordenadora da CPCLP (Comissão de Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa) e João Hilton Sayeg de Siqueira, Coordenador Adjunto da Comissão Nacional do Instituto Internacional da Língua Portuguesa.

 SERVIÇO

Divulgação internacional da língua portuguesa: cenário e ações com Gilvan Müller de Oliveira, Susanna Florissi e João Hilton Sayeg de Siqueira

Atividade gratuita

Classificação etária: Livre

Data: 30 de agosto (terça-feira), às 16h

Local: Estande das Edições Sesc São Paulo

Entre as ruas G e H

Fonte: Email divulgação Edições SESC/Coordenação Editorial

 

UNESCO: memória sobre escravidão é importante para construir futuro melhor

No Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, afirmou que a memória sobre o tráfico de escravos e a escravidão é importante para a luta contra novas formas de servidão, racismo, preconceito, discriminação racial e injustiça social.
 
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Correntes que prendiam escravos. Foto: ONU/Mark Garten

A coragem dos homens e mulheres que em agosto de 1791 se revoltaram contra a escravidão no Haiti “criou obrigações para nós”, disse a chefe da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, no Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, completando que “toda a humanidade é parte dessa história” e dos esforços para a construção de um futuro melhor.

“A revolta foi um ponto de mudança na história da humanidade, afetando fortemente o estabelecimento de direitos humanos universais, para os quais estamos todos em dívida”, disse as diretora-geral da UNESCO em comunicado para o dia lembrado anualmente em 23 de agosto em memória à noite de 1791, quando africanos vendidos como escravos se revoltaram contra o sistema escravocrata para obter liberdade e independência do Haiti, conquistada em 1804.

Segundo Bokova, o Dia Internacional foi criado para prestar uma homenagem àqueles que lutaram por sua liberdade e lembrar sua história e seus valores. “A história do tráfico de escravos e da escravidão criou uma tempestade de raiva, crueldade e amargura que não foi até hoje reduzida”, disse a diretora-geral. “Mas a coragem daqueles homens e mulheres criou obrigações para nós”.

Ela reconheceu que o sucesso da revolta, liderada pelos próprios escravos, é uma importante fonte de inspiração atualmente na luta contra todas as formas de servidão, racismo, preconceito, discriminação racial e injustiça social que são legados da escravidão.

“Toda a humanidade é parte dessa história, em suas transgressões e boas ações”, disse Bokova. Por meio do projeto “Rota do Escravo”, a UNESCO tem como objetivo encontrar nessa memória coletiva a força para construir um mundo melhor e para mostrar as relações históricas e morais que unem os diferentes povos.

Nesse mesmo sentido, as Nações Unidas proclamaram a Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024). A UNESCO colabora por meio de seus programas educacionais, culturais e científicos, de forma a promover a contribuição dos afrodescendentes para construir sociedades modernas e assegurar dignidade e igualdade para todos os seres humanos, sem distinção, segundo Bokova.

Fonte: Nações Unidas

Entrevista com Isis Berger, da UNIOESTE, no III CIPLOM/EAPLOM

Nesta quarta, compartilhamos as palavras da profa. Isis Ribeiro Berger, membro da Comissão Organizadora do III CIPLOM/EAPLOM, em junho de 2016, na UFSC.

Durante o III CIPLOM/EAPLOM, a profa. Berger ofertou ofertou minicurso “Desafios e propostas de ação de gestão do multi/plurilinguismo na esfera escolar em contexto de fronteira”.

Segundo a professora, o  CIPLOM constitui um importante espaço para se pensar o lugar que as línguas ocupam na ideia de integração latino-americana. Além disso, esta terceira edição do CIPLOM teve, de acordo com ela, a importância  de consolidar a memória do evento, cujas edições anteriores ocorreram em Foz do Iguaçu,em 2010, e em Buenos Aires, Argentina, em 2013.

Isis Ribeiro Berger é professora na UNIOESTE, campus Foz do Iguaçu, atua no Programa de Pós-graduação Sociedade, Cultura e Fronteiras e desenvolve o projeto de pesquisa “Gestão Multi/Plurilinguísmo no espaço fronteiriço trinacional”. 

Ouça a colaboração da Profa. Isis Berger, acessando:

Conheça outros projetos de pesquisa realizados pelo  Programa de Pós-graduação Sociedade, Cultura e Fronteiras.

Fonte: IPOL Comunicação

 

 

Semana da Lusofonia, 29 a 30 de setembro, ISCED-Uige, Angola

lusoO Departamento de Letras Modernas do ISCED-Uíge convida pesquisadores(as) docentes, estudantes  e profissionais em geral para submeterem propostas de trabalhos para o Io encontro da Semana de Lusofonia, conforme as especificações desta chamada. O tema do encontro será Lusofonia, identidade e diversidade cultural.O processo de recepção e selecção dos trabalhos ficará a cargo da comissão científica.

OBJECTIVOS

É objectivo deste encontro aprofundar a reflexão acerca da lusofonia, incidindo na sua caracterização, naquilo que a identifica junto das diferentes comunidades, bem como na sua diversidade. Pretende-se, ainda, diagnosticar as suas principais fragilidades e pontos fortes num contexto internacional, aos níveis linguístico, político, social e cultural, bem como apontar caminhos para o seu desenvolvimento. Continuar lendo

Seminário “O contexto internacional das Irmandades da Fala”

seminarioirmandadesO Conselho da Cultura Galega, sediado em Santiago de Compostela, Galiza, convida para o Seminário «O contexto internacional das Irmandades da Fala. As nacionalidades na Europa de entreguerras: de Impérios a nações», a ter lugar nos dias 6 e 7 de outubro de 2016. As inscrições estão abertas.

Ao se cumprir os cem anos da fundação da primeira organização nacionalista galega, as Irmandades da Fala, este congresso pretende pôr em relevo as circunstâncias externas e o contexto internacional que acompanharam a sua criação. Continuar lendo

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